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Glória Maria: pioneirismo e referência para jornalistas negras

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Profissionais homenageiam ícone do telejornalismo, que morreu hoje

A perda, na manhã do dia (2), da jornalista Glória Maria, causou um grande impacto na imprensa nacional. Mas, em especial, as jornalistas negras sentiram a perda de sua principal referência profissional.

Kariane Costa, presidenta da Empresa Brasil de Comunicação, coloca o pioneirismo de Glória Maria ao lado de figuras históricas como Antonieta de Barros, fundadora do jornal A Semana e diretora da revista Vida Ilhoa, ambos de Florianópolis, e uma das três primeiras mulheres eleitas no Brasil, em 1934; e Almerinda Farias Gomes, cronista do jornal A Província, de Belém, uma das duas únicas mulheres na Assembleia Constituinte de 1934.

“Glória Maria sempre foi uma referência para mim, perdemos hoje uma grande inspiração para todas nós, jornalistas negras. Sem ela para abrir esses caminhos, eu não estaria nessa posição hoje. Enquanto Antonieta e Almerinda abriram as portas no início do século passado, Glória trilhou brilhantemente pelo telejornalismo e foi uma influência determinante para a minha geração”.

Professora titular da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC-UnB), Dione Moura pesquisa a atuação de jornalistas negras brasileiras. Relatora do projeto de cotas e ingresso de indígenas da UnB, Dione destaca que Glória Maria abriu caminhos para a visibilidade de negras na profissão.

“Ter Glória Maria, uma mulher negra, como referência no telejornalismo e no jornalismo brasileiro, deve ser tomado como inspiração para atuais e futuras gerações de jornalistas e mulheres negras no Brasil. A imprensa comercial, aos poucos, tem aberto espaço para dar visibilidade às jornalistas negras e Glória Maria, um nome para não ser esquecido, teve papel fundador e histórico”.

A apresentadora do telejornal Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, Eliane Benício, lembra com orgulho de ter entrevistado sua grande referência na faculdade, quando ela falou do racismo e machismo estrutural que enfrentava.

“Glória Maria para mim sempre foi referência de mulher negra competente, exercendo o bom jornalismo. Eu tive a oportunidade de entrevistá-la na reta final do meu curso de comunicação social e a ouvi dizer que, por ser mulher e negra precisava matar não um, mas dois leões por dia para manter o seu espaço. A fala potente fez diferença pra mim e faz até hoje, já que infelizmente ainda não está ultrapassada. Glória Maria, porém, abriu o caminho. Eu e outras colegas seguimos”.

Fundadora da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro (Cojira-Rio/SJPMRJ), Angélica Basthi afirma que Glória Maria foi uma “gigante” no jornalismo, como ser humano, como uma mulher e, principalmente, como mulher negra.

“Ela brilhou na televisão brasileira, ela ajudou a construir a história do jornalismo na televisão brasileira e, por décadas, ela foi a única referência como pessoa negra dentro do nosso jornalismo e sempre brilhando. Como ela mesmo dizia, ela não tinha medo do medo. Então ela conquistou o público, a nossa admiração e a nossa estima porque ela sempre se dedicou a trazer para as telas da televisão brasileira a essência do jornalismo, que é a busca da verdade.”

Coordenadora das edições 2011 e 2012 do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, que reconhece produções com ênfase na questão racial, Angélica Basthi se emociona ao falar da participação de Glória Maria no evento.

“Eu cresci vendo as reportagens da Glória Maria, tornei-me jornalista por conta da Glória Maria sim e falo isso com muito orgulho. Tive a felicidade de conhecê-la e convidá-la para fazer a entrega na premiação e a Glória aceitou o nosso convite com toda alegria e sempre mantendo o compromisso que ela tinha com a questão racial. A Glória Maria não precisava dizer muita coisa, né? A nossa pele fala e a Glória Maria falou durante décadas, dando voz a milhares de vozes de mulheres negras e homens negros nesse país. Ela deixa um legado inestimável e vai fazer muita falta”.

Homenagens

Pelas redes sociais, diversas jornalistas negras também renderam homenagens à Glória Maria. Veja algumas delas:

Luciana Barreto, da CNN e ex-apresentadora da TV Brasil: “Glória Maria, nossa referência, partiu hoje, dia de Iemanjá. Arrasada! Tive a sorte de pedir conselhos em momentos privados. Glória era uma mulher de grande sabedoria. Ela foi além de qualquer uma de nós e deixou um recado: não estacione! Iremos além também por você, Glória!”

Flávia Oliveira, da Globo News: “É a Glória. Glória Maria, a jornalista, partiu nesta manhã de 2 de Fevereiro, dia de Iemanjá. Referência no telejornalismo brasileiro. Referência para mulheres jornalistas. Referência para negras jornalistas. Referência. Que o Orun a receba em festa neste dia de celebração e fé. Minha mãe Iemanjá te receba na Glória que você já é. Meu carinho às filhas, aos familiares, aos amigos, aos colegas, aos fãs. Lembraremos de nossa querida para sempre”.

Basília Rodrigues, da CNN: “Então, só o que agradecer. Obrigada Glória Maria pelo exemplo de profissional e ser humano. Você sempre foi força. Meus sentimentos à família”.

Maju Coutinho, da TV Globo: “A presença negra, intensa e assertiva de Glória na maior emissora do país sinalizava para mim que era possível, era preciso, era também meu direito e de outros parecidos comigo ocupar lugares de destaque. Celebro aqui a existência dessa mulher que me ajudou a existir e a resistir.”

Thais Bernardes, fundadora do portal Notícia Preta: “Se eu existo hoje é porque Glória Maria abriu caminhos para mulheres como eu! Sempre digo nas minhas palestras que quando jovem eu sonhava em ser a próxima Glória Maria. Eu só tinha ela como referência na minha profissão. Glória foi pioneira no jornalismo. Glória enfrentou machismo, racismo, encarou a ditadura. Sempre com muita altivez e profissionalismo. Sigo sonhando em um dia ser 10% do que é Gloria. Sem ela, talvez hoje eu não existiria. Vê-la na TV é saber que eu também poderia estar ali. Sigamos honrando o legado da maior jornalista do Brasil!”

Marcelly Setúbal, da Globo News: “Pioneira não porque quis. E, sim, porque teve coragem e forças para enfrenar tantas dificuldades impostas pelo racismo e pelo preconceito. Se eu e tantos colegas negros estamos onde estamos foi porque ela, um dia, abriu as portas. Vá em paz e obrigada.”

Luto oficial

O governo do Rio de Janeiro decretou luto oficial no estado pela morte da jornalista. Em nota, o governador Cláudio Castro declarou que “Glória Maria era um nome forte do jornalismo brasileiro”.

“Uma profissional que foi sinônimo de competência, talento e dedicação em tudo o que fez. Mas também não podemos deixar de exaltar a mulher Glória! Todos precisam saber da história da menina humilde, nascida no RJ, que com muita garra e determinação lutou contra o preconceito, as dificuldades, e alcançou lugares altos”.

Glória Maria era filha do alfaiate Cosme Braga da Silva e da dona de casa Edna Alves Matta. Deixou duas filhas, Maria (15) e Laura (14), que adotou em 2009.

Edição: Aline Leal

Escolas já podem inscrever alunos para a Olimpíada de Matemática

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Criança levanta a mão ao lado de outros alunos em sala de aula da escola Thomaz Rodrigues Alckmin, no primeiro dia de retorno das escolas do estado de São Paulo para atividades extracurriculares em meio ao surto de coronavírus (COVID-19) em São Paulo, Brasil Outubro 7, 2020. REUTERS / Amanda Perobelli

Prazo acabará no dia 17 de março

Escolas públicas municipais, estaduais e federais e escolas particulares de todo o país têm até o dia 17 de março para inscrever alunos para a 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP).

Considerada a maior competição científica do Brasil, ela é promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e reúne, todos os anos, mais de 18 milhões de estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. No ano passado, foram 18,1 milhões de alunos de 54 mil escolas, atingindo 99,78% dos municípios brasileiros.

Em entrevista hoje (2) à Agência Brasil, o diretor adjunto do IMPA e coordenador-geral da OBMEP, Claudio Landim, disse que a grande novidade do certame este ano é a criação de medalhas regionais.

“A gente sabe da importância dessas medalhas no estímulo ao ensino da matemática. Assim, resolvemos aumentar o número de medalhas concedidas aos estados”, revelou. Dessa forma, o aluno estará concorrendo a medalhas nacionais mas, ao mesmo tempo, vai participar de uma disputa interna no seu estado. Cada estado vai distribuir um certo número de medalhas de ouro, prata e bronze para os seus alunos.

Landim estimou que isso vai aumentar o número de medalhas distribuídas de cerca de 8,4 mil para perto de 30 mil, além de 51 mil menções honrosas. O objetivo da medida é estimular o ensino da matemática. “Com isso, a gente espera ter um número cada vez maior de alunos participando e tentando conquistar uma medalha”, afirmou.

Outra novidade é que o IMPA está duplicando o número de medalhas destinadas a escolas privadas. “Eram 75 medalhas de ouro e passarão a ser 150. Isso também visa aumentar o número de premiados para tentar estimular a participação”, informou.

Desafios

Segundo o diretor informou, uma coisa que ocorre apenas com as escolas privadas é que elas inscrevem somente estudantes interessados em matemática.

Ele deixou claro que a prova não mede conhecimento e que os problemas apresentados envolvem criatividade. “São desafios à inteligência”, contou.

Durante a prova, muitos alunos que não gostam de matemática acabam percebendo que a matéria consegue ser algo divertido e desafiador. Por isso, o diretor adjunto do IMPA reforçou que é uma pena que alunos que não têm boas notas ou que não manifestem interesse em matemática não sejam inscritos.

“Porque é uma oportunidade única que eles têm de descobrir que a matemática é bem diferente do que é ensinado em sala de aula. Isso desperta vocações. O meu apelo às escolas privadas é que inscrevam todos os seus alunos” externou. É cobrada na inscrição uma taxa simbólica de R$ 4 por aluno.

Um dos desafios da prova da olimpíada é despertar o interesse pela matéria. “E a gente consegue isso”, disse. Ele relatou casos de alguns alunos que eram péssimos em matemática e, após participarem da Olimpíada, despertaram o interesse pela matéria e seguiram carreira na área de exatas, como engenharia, entre outras, onde se usa bastante matemática.

A nível nacional, serão distribuídas 650 medalhas de ouro, 1.950 de prata e 5.850 bronzes aos participantes de unidades públicas e particulares. Os alunos que conquistarem medalhas nacionais são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC) como incentivo e promoção do desenvolvimento acadêmico. Já a premiação regional será de responsabilidade de cada coordenação e não permite acesso ao PIC.

Inscrições

A inscrição é feita pelas escolas, que devem preencher a ficha disponível no site da OBMEP, informar o código no Ministério da Educação e no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (MEC/INEP) e criar uma senha.

No regulamento, os representantes das escolas vão encontrar informações sobre condições, prazos, datas e regras previstas para participação na olimpíada. O regulamento pode ser encontrado aqui

A primeira fase da olimpíada é composta por uma prova objetiva de 20 questões e, a segunda, por uma prova discursiva de seis questões. A primeira fase será no dia 30 de maio. A divulgação dos aprovados para a segunda etapa será feita em 2 de agosto, com a prova ocorrendo no dia 7 de outubro.

As provas são preparadas de acordo com o grau de escolaridade do aluno: nível 1 (6º e 7º anos), nível 2 (8º e 9º anos) e nível 3 (ensino médio). A divulgação dos premiados está prevista para 20 de dezembro.

Landim disse, ainda, que os pais que quiserem que seus filhos participem da olimpíada precisam pedir à direção das escolas que sejam feitas as inscrições e que não deixem para o último dia, porque as inscrições são feitas pela internet “e, muitas vezes, as condições não são boas”.

Edição: Kleber Sampaio

Conheça as novidades da Vasart para a ABUP Decor Show 2023

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A empresa apresenta lançamentos feitos especialmente para os apaixonados por plantase flores na decoração, além daqueles que realizam trabalhos de jardinagem
Vasos da coleção Marajoara, agora com um mix de cores tanto nas peças como nos desenhos (preto e branco; terracota e branco; além de branco e preto). A partir das novas tonalidades, também presentes nos detalhes, as peças ganham ainda mais destaque / Divulgação
Vasart, fabricante de vasos contemporâneos e sustentáveis, marca presença mais uma vez na ABUP Decor Show – a mais importante feira de decoração, utilidades domésticas, presentes e design autoral brasileiro – que começa amanhã e vai até 07 de fevereiro, no Centro Pro Magno, em São Paulo. Especialmente para o evento, a empresa de Barueri apresenta diversos lançamentos 2023. Confira abaixo!
Sempre é uma grande satisfação estar presente nos eventos da ABUP, que têm enorme importância para o nosso segmento. Preparamos uma série de novidades para os apaixonados por vasos e decoração em geral. Vamos levar novos produtos para a Decor Show, além de peças já consagradas, mas agora com novas medidas e tonalidades, resultado de diversos estudos de nossa equipe, sempre com o intuito de atender às necessidades de nossos clientes”, afirma Eduardo Savazoni, diretor da Vasart.
Lançamentos Vasart(As coleções de vasos são produzidas com Polietileno 100% reciclável e 50% reciclado).
Coleção MarajoaraDepois do grande sucesso na última feira, a Vasart retorna com os vasos Marajoara, que têm inspiração na arte dos índios da Ilha de Marajó (PA). Nesta edição, a linha está disponível em três tipos de texturas e 6 diferentes tonalidades para a escolha. Além dos modelos de coloração única (Terracota, Rusty e Antique Preto), a empresa apresenta também toques de corna parte interna dos desenhos. (combinações de Preto e branco; Terracota e branco; além de Branco e preto), todos com a mesma medida (38x35cm).
Vasos marajoara nas tonalidades Preto e Branco, Terracota e Branco, além de Branco e Preto / Divulgação Vasart
Coleção BagéPara quem ama cultivar suculentas ou outras plantas de pequeno porte, mas sempre teve dificuldade em encontrar vasos específicos para essas espécies, os vasos da coleção Bagé são ideais! As peças possuem medidas perfeitas para esse tipo de necessidade. Disponíveis nos tamanhos 6cm x 6cm; 9cm x 8cm; 12cm x 11cm; 14cm x 13cm e 16cm x 15cm e em 10 diferentes cores (grafite, branco, preto, taupe, verde vintage, malta vintage, marfim, areia, violeta e azul vintage). Método de produção: injeção de termoplástico.
Coleção Bagé indicada para o plantio de suculentas e plantas de pequeno porte / Divulgação
Novidades na Coleção DecôUm dos grandes sucessos da Vasart, a Coleção Decô – inspirado na Art Déco e com assinatura dos irmãos Luiz Felipe e Luiz Gustavo da Folha Paisagismo – retorna à Decor Show com peças em novos tamanhos (60cm x 30cm e 70cm x 64cm), que visa atender as necessidades do maior número de clientes.”Para a concepção dos vasos, nossa motivação foi elaborar um tipo de produto que nós, como profissionais da área, gostaríamos de comprar”, afirmam os paisagistas. Agora, esses novos modelos passam a integrar a coleção de rotomoldados já consagrada, totalizando seis diferentes formatos (somando com os existentes 40 x 35 cm; 40 x 65 cm; 50 x 45 cm; e 50 x 80 cm), além de seis cores (Branco Antique; Cinza Antique; Preto Antique; Camurça Antique; Terracota Antique e; Rusty Antique), resultando em 36 combinações possíveis. Os vasos são bem-vindos em áreas internas e externas e, também, contam com um coletor de água embutido.
Novos tamanhos dos vasos Decô (60cm x 30cm e 70cm x 64cm), em parceria com a Folha Paisagismo / Divulgação
Novos modelos – Vasart Renova Depois do sucesso da Coleção Jeans, em 2022, que integra uma das ações do Conceito Renova – com vasos produzidos a partir de calças jeans em fim de ciclo de uso – a Vasartamplia o seu portfólio de peças que irão receber toda a beleza da cor azul, característica desse tecido tão popular. Além da linha Bali, que foi a primeira a ser produzida através de biotecnologia e de fibras de tecido aliadas ao plástico polietileno, agora chega a vez de outras linhas já famosas pelo público como MarajoaraOrtoSP27, Loft, entre outras.
Renova Vasart – Vasos Jeans nos modelos Fuji, Orto e Marajoara / Divulgação Vasart
Vasos SP27 em novos tamanhosEm 2022, os apaixonados pela cidade de São Paulo simplesmente adoraram a coleção SP27, com vasos rotomoldados inspirados nos antigos postes de iluminação do centro da capital paulista, que foram implantados a partir de 1927. Neste ano, a linha recebe novos formatos (54cm x 54cm; 30cm x 42cm e 50cm x 66cm). Ao todo são 12 cores diferentes para escolher!”Encontramos uma forma de homenagear essa cidade tão amada por todos e, ainda, contar um pouquinho de sua história através do nosso design”, conta Silvana Novaes, diretora da Vasart.
Na primeira imagem, a linha completa da SP27 e na outra foto, as três novas medidas de vasos / Divulgação
Coleção SampaAinda falando de São Paulo, a Vasart tem outra linha que homenageia a “Terra da Garoa”, a charmosa coleção de vasos injetados Sampa, que cresceu em todos os sentidos! Agora, também estão disponíveis em modelos rotomoldados nos tamanhos 78cm x 71cm; 65cm x 58cm; 54cm x 48cm; 45cm x 40 cm e; 36cm x 32cm, com acabamento fosco, além de cinco opções de cores (Antique Terracota, Antique Camurça, Antique Rusty, Antique Branco e Antique Preto).
Vasos rotomoldados da coleção Sampa / Divulgação
Coleção Orquídea – Novo tamanhoAlém das medidas já comercializadas de 15cm x 16cm e 12cm x 15cm, a linha Orquídea agora ganha um novo tamanho de vaso: 9cm x 11cm, perfeito para espécies menores. Os modelos combinam perfeitamente com diversos espaços internos, trazendo elegância ao décor. 
Coleção Orquídea / Divulgação
Produtos para plantio VasartA Vasart também apresenta diversos tipos de produtos, de sua marca própria, para auxiliar nas áreas de jardinagem e paisagismo.
Argila expandida – Além de ser usada para drenagem no plantio de vasos e floreiras, pode ser utilizada no acabamento de vasos e arranjos, além de isolante térmico em construções civis. Embalagem de 1,5kg.
Casca de pinus premium – Proporciona uma estética agradável no acabamento de vasos, floreiras e jardins. Pode ser utilizado na decoração de arranjos em vidro e mantém a umidade no solo reduzindo o aparecimento de ervas daninhas. Disponível em embalagens de 1kg e 5kg.
Casca de pinus para orquídeas – Ideal para o plantio e replantio dessa variedade. É composta por casca de pinus e carvão, que são essenciais para o bom desenvolvimento da orquídea. Conteúdo: 1kg.
Produtos para plantio da Vasart
Musgo Sphagnum – Produto natural isento de aditivos químicos, que é utilizado para decorações de arranjos em vasos e cestas. Na mistura com casca de pinus para plantio de orquídea, também ajuda a manter umidade. Quantidade: 200g.
Musgo desidratado – Musgo Sphagnum (versão desidratada), perfeito para ser utilizado em decorações de arranjos para terrários, vasos e floreiras e cestas. Quantidade: 200g.
Turfa (pronta para plantio) – Ideal para plantio e replantio de flores, plantas, frutíferas e como condicionador de solo para plantio de grama. Produto orgânico sem aditivos químicos. Conteúdo: 15kg.
Turfa (para cactos, suculentas e rosas do deserto) – Ideal para o plantio e replantio dessas espécies, pois proporciona um melhor desenvolvimento da raiz, além de alta capacidade de drenagem. Conteúdo: 3kg.
Terra vegetal – Composto por turfa, casca de pinus, terra para jardim, carvão vegetal e calcário dolomítico. Embalagem de 3kg. 
Parceria com Yes, We GrowA Vasart prossegue com a parceria de sucesso com a marca Yes, We Grow, composta por produtos inovadores de cultivo, que agregam simplicidade e eficiência para quem quer plantar e colher seus alimentos e temperos, mesmo na cidade grande. Entre os exemplos estão diversos produtos (à venda na loja online da Vasart, assim como na unidade física do Mercadão das Flores), como diferentes tipos de bokashi (o mais completo e eficiente adubo) nas versões sólido, líquido e em comprimidos; além de óleos cítricos e multiminerais para plantas, que contribuem ainda mais para o fortalecimento das espécies. 
Produtos Yes, We Grow – Divulgação
Serviço:
ABUP Decor Show
De 04 a 06 de fevereiro,
das 10h às 19h,07 de fevereiro, das 10h às 17h.
Local: Pro Magno Centro de Eventos.Av. Profa. Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras, São Paulo – SP
Site: www.abup.com.br

Vasart 
Site: www.vasart.com.br
Instagram: @vasart_oficial
Tels.:(11) 4161-8070 
Loja física no Mercadão das FloresRua Hayden, 105 – Vila LeopoldinaTel: (11) 99489-9729
Horário de atendimento:Segunda-feira a sexta-feira: 07h às 17hSábado: 08h às 17h 

Sobre a VasartA Vasart é uma empresa 100% brasileira e totalmente dedicada à pesquisa, criação e desenvolvimento de produtos e serviços inovadores, que promovem uma relação harmoniosa do indivíduo com a natureza. Um de seus principais objetivos é a produção de peças que transformam os ambientes em locais de bem-estar e prazer, como coleções de vasos contemporâneos, acessórios e móveis exclusivos, assinados e patenteados. No mercado desde 2007, a marca Vasart é responsável pela fabricação de vasos 100% recicláveis ejá utiliza 50% de material reciclado na composição de todas as suas peças de polietileno – com base nos princípios da Economia Circular – que retira toneladas de lixo do planeta. A expectativa é que até 2025 esse número chegue a 100% também. Além disso, foi a primeira marca no Brasil, na área de vasos rotomoldados, a lançar produtos com polietileno verde para o público nacional, com certificado I`m green.  

TCU pede informações para investigar causas da crise no povo yanomami

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Material será analisado por auditoria em parceria com CGU

O ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), pediu que o governo conceda acesso integral aos sistemas informáticos para que o órgão, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), continue com a auditoria que investiga as causas da crise humanitária que aflige povos indígenas, especialmente os yanomami.

Relator do processo de fiscalização, que se iniciou na semana passada, Rêgo pediu acesso aos seguintes sistemas.

•        Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (Siasi), que reúne dados epidemiológicos de 34 distritos sanitários indígenas do país;
•        Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab), que informa a situação sanitária e de saúde de determinada população ou município.

O gabinete de Rêgo também pediu que o governo forneça a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS) que atendem ao Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami, com o respectivo número do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

A auditoria conjunta do TCU e da CGU começou na semana passada, após a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que revelou a situação de penúria do povo yanomami. Técnicos dos dois órgãos de controle já se reuniram para definirem a metodologia da investigação.

Na sessão de hoje (1º), Vital do Rêgo informou que viajará a Roraima no dia 8 para acompanhar de perto a situação e “colher subsídios para a fiscalização do TCU”. Ele também disse ter recebido o ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida, para trocar informações sobre as ações a serem tomadas pelo Poder Público para combater a grave crise humanitária.

Durante pronunciamento, o ministro afirmou existirem indícios de que o aumento da extração ilegal de minerais tem proporcionado aumento de doenças como malária, problemas relacionados à contaminação da água e doenças respiratórias que aumentam a taxa de mortalidade indígena no território yanomami e ye’kuana. Segundo o ministro, as causas serão devidamente apuradas pela auditoria conjunta.

Além da investigação em parceria com a CGU, o Rêgo é relator de outro processo que apura os problemas na fiscalização da extração ilegal de ouro em terras indígenas.

Edição: Maria Claudia

GNV, o combustível do futuro no país.

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No sentindo oposto à indústria europeia, atualmente, alguns dos mais importantes nomes da indústria de caminhões devem adotar o gás natural veicular (GNV) como fonte de propulsão para os próximos anos no mercado brasileiro. Observa-se nesse cenário, marcas como Iveco e Scania. Ambas já sinalizaram que o GNV virá antes da propulsão 100%.

A Iveco considera que os veículos movidos a gás estão na ponta dos combustíveis alternativos ou de transição. Inclusive, o primeiro caminhão abastecido com GNV deve estrear no mercado brasileiro no segundo semestre de 2023. Após este período, investirão nos veículos elétricos e depois os projetos movidos a célula de combustível.

Conforme descrito por (Matsubara, 2022), a Scania deve reforçar linha de GNV Enquanto confirma o plano de eletrificação de sua gama de caminhões na Europa, segundo eles, os combustíveis alternativos vão ditar as regras da empresa no Brasil pelos próximos anos. A empresa, aliás, é uma das maiores incentivadoras das fontes alternativas de combustível, incluindo gás natural veicular, gás liquefeito e biometano.

O plano da fabricante para o mercado brasileiro não foge da estratégia adotada na Europa. “É claro que o futuro (no Brasil) também é elétrico, mas neste momento nós vemos os biocombustíveis como alternativa mais viável neste momento. Fizemos estudos em que identificamos que os clientes buscam informações sobre sustentabilidade”, declara Mats Gunnarsson, vice-presidente executivo das Operações Comerciais globais da Scania.

Prova disso é a apresentação dos novos motores de 13 litros a gás, com 420 cv e 460 cv. Atualmente, a Scania oferece uma variação do motor OC13 de ciclo Otto, de 410 cv. São grandes as chances de as motorizações apresentadas em Hannover chegarem ao país em breve. A confirmação deve ocorrer durante a Fenatran, maior evento da indústria de caminhões e ônibus do Brasil e que acontecerá em novembro. “Nós evoluímos muito rápido mesmo com todas as barreiras existentes para o GNV, e o lançamento das novas opções de motorização poderão ampliar as oportunidades neste mercado para nós”, conclui Levin.

Nesse mesmo sentido, a IGT Motors, lideres em equipamentos GNV e GLP na América Latina, desenvolveu a sua própria linha Diesel Dual Fuel, o Titan Diesel Gás. Em busca de atender as demandas do mercado interno e estende-lo ao mercado internacional, “considero um produto com bastante potencial de mercado, no que tange a economia financeira, ao mesmo tempo que atende as necessidades ambientais de reduções de emissões CO2. O potencial pode ser comprovado por marcas como Scania e Iveco lançando veículos pesados 100% GNV”, declara Nicollas Gomes, Engenheiro Mecânico da IGT Motors.

Perspectivas do cenário atual, o GNV no Brasil.

O consumo médio de gás natural por automóveis subiu 19,6% no segundo trimestre de 2022 em comparação com o mesmo período do ano passado. De abril a junho, foram consumidos 6,71 milhões de metros cúbicos diários (m3/dia) ante os 5,62 milhões de m3/dia no segundo trimestre do ano passado.

Pelo segundo ano consecutivo no Brasil, o número de conversões de automóveis para Gás Natural Veicular (GNV) cresceu no primeiro semestre. O número de veículos que migraram para GNV subiu 6,54% entre janeiro e junho deste ano em comparação ao mesmo período em 2021. Em 2022, as mudanças atingiram mais de 500 mil carros. Os dados são do Ministério da Infraestrutura.

Os dados são da Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). A associação atribui o aumento às altas nos preços dos combustíveis registradas no trimestre passado e teme que a falta de ajustes das políticas do governo para contemplar também o gás natural prejudique o segmento.

“No primeiro semestre, o mercado foi muito impactado pelo aumento dos combustíveis líquidos e, com isso, houve um crescimento muito grande do mercado de GNV [gás natural veicular]. Quem utiliza muito o GNV são os taxistas, os motoristas de aplicativo, então o GNV deu uma sobrevida para esse público”, explicou o diretor de Estratégia e Mercado da Abegás, Marcelo Mendonça. Ele avalia que o gás natural está com uma “política descasada” com relação a combustíveis como gasolina e etanol.

“Quando você cria uma política específica e esquece algum combustível, você acaba criando condições artificiais para beneficiar certos combustíveis. Essa é uma questão que precisa ser corrigida. Vários estados já estão correndo atrás desse acerto”, afirmou Mendonça.

Para complementar, consultamos um especialista no mercado de equipamentos para conversão veicular a gás natural (GNV), o Diretor de Vendas Nacionais Luís Henrique Augusto.

“Independentemente do cenário atual, se faz necessário considerar as perspectivas futuras.” Segundo ele, o uso do GNV no Brasil é uma tendência irreversível; uma vez que a tecnologia de conversão está totalmente dominada e regulamentada e cada vez mais as pessoas estão buscando por economia.”

Dessa maneira, conclui-se que mesmo com alta de 35% em um ano, GNV ainda compensa mais que gasolina segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mesmo com o aumento, o GNV continua mais econômico à longo prazo.

PACHECO GANHOU. E DAÍ?

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“Perdeu, Mané, não amola.”


A vontade era dizer isso para o primeiro direitista, o primeiro bolsonarista que surgisse pela frente.
Mas não há como negar. Essa vontade expressa no fundo a sensação de alívio que esse resultado provocou na esmagadora maioria da base política de Lula.
Tinha-se a expectativa de que Rodrigo Pacheco não apenas ganhasse, mas aplicasse um “chocolate” no bolsonarista Rogério Marinho.

Se não como o resultado de Artur Lira na Câmara, no alto de seus 464 votos, mas também uma vitória acachapante.
Mas, mesmo nas sombras, o foragido ex-presidente resolveu partir para o corpo-a-corpo e, logo, parte da mídia passou a sinalizar com um forte crescimento de Marinho.
Na manhã de hoje, os bolsonaristas chegaram a anunciar uma provável virada.
Há, portanto, sim, o que comemorar no placar de 49 a 32. Afinal, significa 60,5% para Pacheco e 39,5% para Marinho, uma vantagem considerável, capaz de deixar claro que o presidente Lula é majoritário no Senado.
Mas (alto lá!) dá pra dizer que o foragido conseguiu o que talvez lhe bastasse. Número suficiente para que não se duvidasse que ele ainda existe e para encher o saco do governo Lula.
Uma emenda constitucional exige justamente 49 votos. Ou seja, cada senador que votou em Pacheco tende a cobrar caro pelo apoio nesse tipo de votação.

E ficou claro que a extrema-direita, sob controle do ex-presidente tem número bem acima dos 27 (um terço) exigidos para convocar uma CPI.

Fica claro o relacionamento confortável que Lula terá com a Câmara dos Deputados, bastando ajustar as contas com o presidente Artur Lira.
Mas o Senado vai exigir cuidados especiais, dele e do presidente Pacheco. Além do que essa relação com os senadores será naturalmente ditada também por sua interação com a opinião pública.


Boa sorte, Lula!


Por: Fernando Tolentino