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Brasília comemora 64 anos com roda de choro na rua

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Grupo Choro Livre se reuniu no Eixão Norte para celebrar a data

Conhecida como a capital do rock na década de 1980, Brasília deixou de ser lembrada no cenário cultural apenas pelo sucesso das bandas Legião Urbana e Capital Inicial.

Todos os domingos, o grupo brasiliense Choro Livre se reúne no Eixão Norte, uma das principais avenidas da cidade, para tocar os clássicos do ritmo brasileiro. Conhecido como Eixão do Lazer, a avenida é fechada para carros aos domingos, quando a população aproveita para fazer caminhadas, andar de bicicleta e participar de eventos culturais.

Para comemorar o aniversário de Brasília, o grupo reuniu convidados em mais uma edição do Choro no Eixo. O evento teve transmissão ao vivo da Rádio Nacional de Brasília, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Enquanto ouvia os clássicos do choro, o público apreciava as barracas de comidas e buscava as sombras das árvores para fugir do calor de aproximadamente 27°C.

Reunidos em roda comandada pelo cavaquista Márcio Marinho, os artistas receberam convidados e tocaram canções próprias e clássicos do choro.

Marinho afirmou que o objetivo do Choro no Eixo é levar a cultura para a população. “A gente continua fomentando esse projeto. É sempre importante mobilizar a cultura popular brasileira, porque ela está sempre em transformação. O que estamos fazendo aqui é história, transformando a cultura brasileira”, acrescentou.

Durante o evento, a Articulação dos Povos Indígenas (Apib) aproveitou para mobilizar a população a se posicionar contra o marco temporal de suas terras. Uma barraca foi montada para distribuição de panfletos destinados à conscientização sobre a causa indígena. Cerca de 8 mil indígenas estão mobilizados em Brasília para 20° Acampamento Terra Livre, cujas atividades começam nesta segunda-feira (22).

“Simbolicamente, se juntam os povos indígenas e o choro, símbolo da cultura brasileira, para fazer uma luta pela democracia, pela sociedade e pelos povos indígenas”, afirmou Kleber Karipuna, representante da Apib.

O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass, também participou do evento e lembrou que o órgão reconheceu neste ano o choro como patrimônio cultural imaterial do país.

“Agora a gente vai para as escolas, para as praças, ruas e todos os lugares”, completou.

Por Agência Brasil – Brasília

 

Grupo Fujioka comemora 60 anos de uma história entrelaçada com a nossa capital

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Oferecendo serviços de fotografia, a marca chegou a Brasília em 1979. O estúdio se tornou um ponto de encontro entre os moradores para registrarem suas memórias

Há pouco mais de seis décadas, nascia do sonho de Dom Bosco, a capital da República. Brasília completa 64 anos com uma pluralidade de público, sotaques e costumes. Em meio aos anos de resistência, estão as antigas lojas da cidade que vencem as adversidades e fazem parte desta história. Um exemplo é o Grupo Fujioka, que não só se mantém ativo nos mesmos lugares, mas também amplia sua atuação.

A história do Fujioka em Brasília começou em 1979, com a criação de um estúdio completo para atender aos profissionais da fotografia. Na época, uma nova loja dedicada à revelação de fotos foi aberta ainda com o nome “Foto Sakura”. Essa pequena loja, localizada no centro do Plano Piloto, foi o embrião do que seria o Fujioka que conhecemos hoje.

Naquela época, a capital ainda era uma cidade em construção e a loja rapidamente se tornou um ponto de encontro para os brasilienses, eternizando momentos especiais e contando as histórias da cidade através de imagens. “Na época, a publicidade e o boca a boca eram as formas de divulgação do negócio, então fizemos diversos investimentos em promoções para trazer o cliente ao estúdio. Os pôsteres, por exemplo, eram financiados em até 10 pagamentos”, comenta Dvair Borges, diretor comercial do Grupo Fujioka.

Vendas para todo país

Tudo começou com um pequeno laboratório de fotoacabamento que atendia todo o interior de Goiás. Com o nome “Foto Sakura”, o Fujioka iniciou suas atividades em Goiânia em 1964. Uma loja pioneira na região do Centro-Oeste com revelações em até 1 hora e, logo depois, passou a contar com o maior laboratório fotográfico colorido da região e do país.

“A intenção era desenvolver ações pioneiras, algo que sempre fez parte da nossa marca. Queríamos oferecer tudo o que era possível no campo da fotografia, desde o registro do nascimento e crescimento das crianças até fotos para documentos e em estúdio”, afirma Dvair Borges, diretor comercial do Grupo Fujioka.

Hoje, o Grupo conta com mais de 14 lojas no segmento varejo, em Brasília. A rede mantém ativo dois e-commerces com vendas para todo país. Assim como no off, existe um canal voltado para o varejo e outro para vendas com CNPJ. “O negócio, que nasceu como uma empresa familiar e a partir da fotografia, é hoje uma referência nacional no segmento de distribuição de produtos de tecnologia. E agora estamos trabalhando intensamente para aumentar a nossa capilaridade e mix de produtos também em informática”, comenta Dvair.

Novo modelo de negócio

Dentre essas seis décadas, além de ter expandido significativamente suas lojas físicas, o Fujioka ostentava, em paralelo aos seus sessenta anos no varejo, um modelo de mercado diferenciado: o Fujioka Distribuidor. Há pouco mais de um ano, esse novo modelo chegou a Brasília. O diferencial dessa unidade reside nos preços diferenciados para CNPJs, sem a exigência de quantidade mínima de compra.

O modelo de negócio é uma novidade por garantir boas oportunidades para todos os tipos de negócios, seja para o micro, pequeno ou médio empresário que queira utilizar o produto para uso próprio ou na operação de um estabelecimento. O modelo foi pensado para quem busca a oferta de um grande mix de produtos, inclusive os mais especializados e exclusivos.

Além das lojas físicas, os consumidores podem comprar de qualquer lugar do Brasil, por meio do site. São itens das maiores marcas do mundo relacionados à informática, áudio e vídeo, acessórios, beleza e celulares.

Faces de um velho punk

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É, de certa forma, um caleidoscópio de memórias calhordas, embora a memória de Gilberto esteja indo pras cucuias.

Mas é que não se trata deste tipo de memória dos fatos, mas, muito mais, dos pensamentos, observações e da imaginação de um escritor nem tão velho, nem tão safado, mas que definitivamente aprendeu algumas coisas.

devana babu

*LIDE BRASÍLIA RECEBE DIRETOR-PRESIDENTE DA NEOENERGIA BRASÍLIA E CEO DA EMPRESA NO PAÍS*

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O diretor-presidente da Neoenergia Brasília, Frederico Candian, anunciou investimentos da ordem de R$ 1,4 bilhão até 2028 na capital. Com estes novos aportes, somados aos R$ 800 milhões aportados nos três primeiros anos de concessão, o valor aplicado no sistema de energia elétrica do DF chegará à marca de R$ 2,2 bilhões.

A notícia foi dada nesta terça-feira (16), durante almoço-debate do Lide Brasília, realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada. Além de Candian, também estiveram na palestra o CEO da Neoenergia, Eduardo Capelastegui, e executivos da empresa.

Em sua apresentação dos convidados, o presidente do Lide Brasília, Paulo Octávio, relembrou a história da Brasília entre o final dos anos 1950 e os anos 1960. “Na construção da cidade, não havia energia, apenas geradores e improvisações. Fico imaginando o que os candangos passaram naquele período de mil dias”, destacou, acrescentando que apenas em 1968 foi inaugurada a Companhia Energética de Brasília (CEB), que geriu por 52 anos o fornecimento de energia da cidade.

Paulo Octávio também destacou que a privatização no setor de energia veio no momento certo. “A Neoenergia pagou R$ 2,5 bilhões para comprar CEB Distribuição e tem procurado investir nas cidades. Esse encontro do Lide é impactante, pelo compromisso da Neoenergia em investir mais nas cidades”, afirmou. “Brasília está em crescimento. Além disso, cidades novas estão surgindo e nós somos a capital que mais cresce no Brasil. A Neoenergia tem um compromisso de acompanhar esse crescimento, porque sem energia não se constrói absolutamente nada”, destacou.

O presidente do Lide Brasília também lembrou que a CEB foi mantida, mas com um novo direcionamento: cuidar mais da iluminação pública. “A CEB, sob a presidência do Edison Garcia, vai bem. Conseguiu um lucro de R$ 200 milhões no ano passado. Hoje, temos duas empresas saudáveis: a Neonergia, empresa mundial, com capacidade de investimento e que quer investir em Brasília, e a CEB, responsável pela iluminação pública da cidade, e que está prestando um belíssimo trabalho e sendo lucrativa”, avaliou.

Antes da palestra de Frederico Candian, o CEO da Neoenergia, Eduardo Capelastegui, fez uma linha do tempo e
uma análise da atuação da empresa no Brasil. Controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, ela atua há 26 anos no País, a partir de investimentos em distribuição de energia elétrica na Bahia e no Rio Grande do Norte. “Somos o primeiro operador elétrico europeu e o segundo mundial. Conseguimos aproveitar todo esse conhecimento obtido no mundo e trazer para o Brasil. Nos últimos três anos, estamos em toda a cadeia de energia, inclusive na renovável”, detalhando a operação nas diferentes regiões do Brasil. Hoj, a empresa atende mais de 45 milhões de clientes em todo o País.

Em seu balanço aos empresários, o diretor-presidente da Neoenergia Brasília, Frederico Candian, revelou, além dos investimentos, que a empresa já regularizou a ligação de energia para 37 mil famílias nos três primeiros anos de operação na capital. A empresa pretende estender o benefício a outros 40 mil lares no DF, nos próximos cinco anos.

“Levamos cidadania, desenvolvimento socioeconômico e uma rede mais segura e com qualidade para essas famílias”, observou, acrescentando ainda o foco na geração de emprego e renda, com a formação de novas turmas da escola de eletricistas, que tem levado equidade de gênero e empoderamento feminino em um segmento antes dominado pelos homens.

Segundo o executivo, o almoço-debate do Lide Brasília fez uma ponte com o setor produtivo do Distrito Federal. “Por isso, falamos dos avanços da Neonergia na capital, além de anunciar investimentos, melhorias e compromissos com a população para os próximos anos”, definiu. Frederico Candian destacou que o maior beneficado será o consumidor.

“Nosso investimento está diretamente ligado à ampliação do fornecimento de energia elétrica, à modernização para melhoria da qualidade de energia para a população, à infraestrutura do sistema elétrico e à regularização”, enfatizou. “Sabemos da necessidade do Distrito Federal e o nosso compromisso é continuar investindo em modernização e em digitalização da rede, para melhorar a qualidade de energia para a população do DF até 2028”, acrescentou.

O diretor-presidente da Neoenergia Brasília disse ainda que a empresa se alinhou completamente com a necessidade do consumidor do DF. “Já melhoramos o tempo do atendimento ao consumidor em 24% e também a quantidade de interrupções, que foram reduzidas em 33%”, relatou.

Presente ao encontro, o governador Ibaneis Rocha foi chamado por Paulo Octávio ao palco e fez um balanço da atuação da empresa e do processo de privatização. “Nós temos que ressaltar o presidente Edison Garcia, da CEB, que fez um belíssimo trabalho na privatização. Ultrapassamos todas as fases, junto ao Tribunal de Contas, e o leilão foi um sucesso. Tanto que arrecadamos quase que o dobro do valor que tinha sido avaliado inicialmente”, relembrou.

“E demos muita sorte também na empresa que venceu. A Neonenergia vem fazendo um investimento que já chega perto de R$ 1 bilhão nas redes de energia do Distrito Federal. As melhorias estão acontecendo a todo momento”, destacou o governador.

Para Ibaneis Rocha, a Neoenergia ampliou o atendimento a todas as classes, em especial às mais carentes. “A gente tem de agradecer por este atendimento social. E continuamos cobrando, enquanto governo, para que a gente possa chegar, dentro de poucos anos, a um nível de eficiência que a cidade merece”, completou.

“Nós estamos na capital da República e merecemos uma energia de qualidade. Graças a Deus, mesmo com os problemas este ano, mesmo com as chuvas que tivemos, um período muito longo e muito forte. Tivemos menos problemas que nos anos anteriores, graças a esse investimento que vem sendo feito pela empresa. É continuar acompanhando, cobrando esses investimentos para que Brasília tenha essa energia de qualidade que a gente merece”, completou.

Entre as autoridades presentes estiveram a vice-governadora Celina Leão; os secretários José Humberto (Governo), Giselle Ferreira (Mulher), Cristiano Araújo (Turismo), Marcelo Vaz (Habitação), Ney Ferraz (Economia), Rodrigo Delmasso (Família e Juventude), Walter Casimiro (Obras), Thales Mendes Ferreira (Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda), Zeno Gonçalves (Tranporte e Mobilidade), Weligton Moraes (Comunicação) e José Eduardo Pereira Filho (consórcio Brasil Central); os deputados distritais Chico Vigilante (PT), Pastor Daniel de Castro (PP), Eduardo Pedrosa (União Brasil), Robério Negreiros (PSD) e Thiago Manzoni (PL); os federais Fernando Monteiro (PP-PE), Rafael Prudente (MDB-DF), Gilvam Máximo (Republicanos-DF), Reginaldo Veras (PV-DF) Antonio Brito (PSD-BA) e Ismael Alexandrino (PSD-GO); e os senadores Izalci (PL-DF), Eduardo Gomes (PL-TO) e Vanderlan Cardoso (PSD-GO), além de representantes de diversas entidades empresariais.

*Sobre o Lide*
Fundado em junho de 2003, o LIDE – Grupo de Líderes Empresariais é uma organização de caráter privado, que reúne empresários em nove países e quatro continentes. Atualmente tem 1.300 empresas filiadas (com as unidades nacionais e internacionais), que representam 49% do PIB privado brasileiro. O objetivo do Grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Brasil e no exterior, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas comunitários. Para isso, são realizados inúmeros eventos ao longo do ano, promovendo a integração entre empresas, organizações, entidades privadas e representantes do poder público, por meio de debates, seminários e fóruns de negócios.

Tai Chi em Brasília: Cinco Décadas de Saúde e Harmonia com o Mestre Moo Shong Woo

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Desde 1974, o legado do Grão Mestre transforma vidas e fortalece a comunidade com práticas de bem-estar e equilíbrio.

No ano de 1974, Brasília tornou-se o novo lar do Grão Mestre Moo Shong Woo. Todos os dias, ao nascer do sol, ele era visto no gramado da Entrequadra Norte 104/105, na SQN 105, onde dedicava uma hora à prática de Tai Chi Chuan e Chikung. Esses momentos não eram apenas exercícios físicos, mas um mergulho nas filosofias de vida que o mestre prezava.

Acompanhado inicialmente por figuras como o padre Mira e outros amigos e vizinhos, Woo não se limitava a praticar: ele compartilhava e ensinava. A despeito do frio matinal, que poucos ousavam enfrentar, sua persistência lentamente atraiu mais pessoas. O que começou com poucos curiosos, gradualmente se transformou em uma congregação significativa, ganhando força e visibilidade.

A prática, que combinava movimentos de Tai Chi com exercícios respiratórios e outros ensinamentos orientais, foi batizada pelo Mestre Woo de Tai Chi Being Tao. Esta não era apenas uma rotina de exercícios, mas um caminho para o equilíbrio do corpo, mente e espírito, que eventualmente levou à formação da Associação Being Tao.

O impacto dessa prática foi tão profundo que, em 2007, o governo distrital reconheceu-a como Patrimônio Cultural de Brasília, nomeando o local das práticas como Praça da Harmonia Universal. O reconhecimento continuou a crescer, e em 2010, a praça teve a honra de receber Bill Douglas e Angela Wong, fundadores do Dia Mundial do Tai Chi e Chikung, celebrado no último sábado de abril.

Mestre Woo, com um currículo repleto de títulos e honrarias tanto nacionais quanto internacionais, reflete a essência da humildade e da simplicidade, apesar de sua vasta erudição em medicina tanto ocidental quanto chinesa. Suas contribuições vão além do ensino das técnicas, alcançando o coração de sua comunidade através de um sorriso sincero e um abraço acolhedor.

A influência do mestre e sua prática transcenderam gerações, cada uma com suas próprias histórias de transformação e bem-estar derivados do Tai Chi Being Tao. Agora, ao celebrar o cinquentenário da prática e o Jubileu de Prata do Dia Mundial do Tai Chi e Chikung, a Associação Being Tao convida todos em Brasília a se juntarem nas celebrações, reforçando o legado de saúde, paz e fraternidade que Mestre Woo promoveu durante sua vida.

Senado discute PEC que altera política de drogas no país

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Proposta prevê tratamento diferenciado para usuários e traficantes, mas critério ainda é controverso

A PEC das Drogas será votada no Senado Federal nesta terça-feira, após cinco sessões plenárias de discussões preliminares. A proposta, defendida pelo presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), criminaliza o porte e a posse de drogas em qualquer quantidade. Antes da votação final, está prevista uma sessão de debates temáticos na segunda-feira, com a participação de especialistas como o Dr. Dráuzio Varella e o coordenador do GT Cannabis, Ubiracir Lima.

O relator da PEC, senador Efraim Filho (União-PB), destacou a relevância da medida para as áreas de saúde e segurança pública. “O tema das drogas afeta diretamente a vida das famílias brasileiras, e é nossa responsabilidade abordá-lo com seriedade”, comentou. A proposta já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e, se aprovada em dois turnos pela casa, seguirá para apreciação da Câmara dos Deputados.

A PEC propõe tratamento e penas alternativas para usuários, enquanto mantém a severidade para traficantes, embora o critério de distinção entre esses ainda necessite de

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definições mais claras. Este ponto foi enfatizado por uma emenda do líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), que pede que a diferenciação seja feita baseada nas “circunstâncias fáticas do caso concreto”.

Enquanto avança no Senado, a expectativa dos legisladores é que haja um amplo quórum e maioria sólida a favor da proposta durante a votação. No entanto, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), sinalizou que o governo ainda não definiu uma posição clara sobre a matéria e está em discussões com líderes partidários para estabelecer um consenso.