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Minissérie ‘Brasília: cidade turística e cinematográfica’ será lançada no Cine Brasília

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Programação traz mostra de filmes, pipoca e refrigerante gratuitos 
Reduto da sétima arte brasiliense, o Cine Brasília sedia, na segunda-feira (27/02), a partir das 18h, o lançamento da minissérie “Brasília: cidade turística e cinematográfica”, idealizada por Atanagildo Brandolt, presidente do Instituto Latinoamerica, e dirigida pelo produtor cultural Fernando Toledo.

O projeto tem como objetivo despertar o interesse pela Capital Federal como cidade turística e ressaltar seu potencial para a produção de filmes. “Apresentar Brasília como cenário cinematográfico é uma ideia inédita e ainda pouco explorada.

Queremos destacar toda a sua potencialidade e mostrá-la como uma cidade moderna e futurista, através de ângulos únicos de uma arquitetura também singular, que é rodeada por uma natureza exuberante”, explica Atanagildo Brandolt, presidente do Instituto Latinoamerica, idealizador e realizador do projeto.

Em cinco episódios, a minissérie traz entrevistas sobre diversos assuntos ligados à sétima arte candanga, além de produções realizadas fora dos eixos do Plano Piloto. “Nesta minha estreia na direção de documentário, foi desafiador entrevistar e colocar profissionais do cenário audiovisual de Brasília e do Entorno em frente às câmeras, para falar como eles fazem quando estão por trás das lentes”, explica Toledo, que também assina a produção de locação. O trabalho teve início em setembro e envolveu uma equipe de mais de 50 pessoas. Foram mais de 20 entrevistas com diversos profissionais do cenário audiovisual brasiliense, como Vladimir Carvalho, André Lavenere, Peterson Paim, Iberê, Ricardo Movitis, Cibele Amaral, Maíra Carvalho, Renato Barbieri, Walter Sarça, Marcelo Diaz, Pedro Lacerda, Sarah Noda, Tércio Garófalo, André Carvalheiras, Antonio Balbino, dentre outros.


Lançamento – 
A programação tem início às 18h, com uma mostra de filmes que trazem a Capital Federal como cenário. Às 20h, ocorre a cerimônia de lançamento da minissérie “Brasília: cidade turística e cinematográfica”. A pipoca e o refrigerante são de graça.

O evento contará com a presença de autoridades locais, do trade turístico, de profissionais da cadeia produtiva e criativa do DF, além dos profissionais do audiovisual que participaram do documentário.

A minissérie Brasília: cidade turística e cinematográfica é uma realização do Instituto Latinoamerica com fomento da Secretaria de Turismo do Distrito Federal. Após o lançamento, os episódios serão disponibilizados no canal do YouTube e nas redes sociais do Instituto.

SERVIÇO
Lançamento da Minissérie Brasília: cidade turística e cinematográfica
Onde: Cine Brasília – EQS 106/107 – Asa Sul
Quando: 27/02. Segunda-feira, a partir das 18h
Quanto: entrada franca
Saiba mais: http://www.il.art.br/ | Facebook: @latinoamericabsb | Instagram: @latinoamerica_bsb
PROGRAMAÇÃO 27/02 – SEGUNDA-FEIRA18h – Mostra de filmes:Memória viva – Eco história do Planalto CentralCerrado: Caixa d’água do BrasilDireção: Caco Schimitt | Produção – CenaUm Producoes20h – Lançamento série ‘Brasília: cidade turística e cinematográfica e mostra de cinema’

EXIBIÇÕES INSTITUTO LATINOAMERICA:
Link: https://www.youtube.com/@InstitutoLatinoamerica
1º/03 – Episódio 1 – Locação conta história? – exibição pelo YouTube e redes sociais | Disponível para download em 02/03 no site do Instituto
08/03 – Episódio 2 – O cinema fora dos Eixos – exibição pelo YouTube e redes sociais | Disponível para download em 09/03 no site do Instituto
15/03 – Episódio 3 – A fotografia na estética do Cinema Candango – exibição pelo YouTube e redes sociais | Disponível para download em 16/03 no site do Instituto
22/03 – Episódio 4 – A arte no cenário de Brasília – exibição no YouTube e redes sociais | Disponível para download em 23/03 no site do Instituto
29/03 – Episódio 5 – Vladimir e Brasília, inseparáveis – exibição no Youtube e redes sociais | Disponível para download em 30/03 no site do Instituto

CARNAVAL EM CASA? 

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DICAS DE LIVROS E FILMES PARA CURTIR NO FERIADO

 O Carnaval 2023 já chegou (junto com a chuva), e a folia não para. A boa do feriado para quem vai evitar aglomerações nos próximos dias é aproveitar para ler, assistir bons filmes e relaxar. E, nada melhor do que aprender e absorver conteúdo de qualidade durante o processo. Um bom livro pode ser uma excelente pedida. Pensando nisso, a Fundação PoliSaber preparou duas sugestões especiais com opções que podem acompanhar de jovens a adultos nesse período de descanso:
1       – A Geografia do Samba na Cidade de São Paulo – Alessandro Dozena.Resultado de três anos de estudo, o livro do geógrafo Alessandro Dozena traz uma análise sobre como nasceu e se desenvolveu o ritmo do samba na cidade de São Paulo e de que maneira evoluiu e caminhou para outras regiões da capital. Trata-se de uma pesquisa detalhada sobre o samba paulista, que traz o que há de melhor para os amantes do gênero.
2       – Educação e Esperança: sete reflexões breves para recusar o biocídio – Mario Sergio CortellaO livro é uma transcrição editada da palestra de Mario Sergio Cortella para alunos e professores do Cursinho da Poli no dia 30 de setembro de 2009. A reflexão retoma ideias contidas em outros livros do autor.
Para dicas de filmes, o professor Fernando Rodrigues, do Cursinho da Poli, selecionou alguns para quem gosta de samba e também de história:
1 – As damas do samba: um documentário que não só conta um pouco da história do samba no Brasil, mas a participação das mulheres nesse estilo musical, como compositoras e intérpretes.2 – RRR – sobre o imperialismo inglês na Índia, na década de 1920.3 – Crash – no limite – sobre racismo e intolerância étnica nós EUA do início do século XXI.4 – 1985 – sobre o final da ditadura na Argentina.5 – Relatos Selvagens – esse é para relaxar mesmo, não aborda nenhum contexto histórico específico, mas faz boas reflexões sociológicas e políticas.6 – No – não em espanhol, sobre um plebiscito realizado no Chile nos anos 1980, sobre a continuidade ou não do governo ditatorial. 

Especialistas pedem mudanças na legislação após caso Lojas Americanas

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Lei em vigor não distingue gestão fraudulenta de crise comum

Desencadeada pela descoberta de dívidas estimadas em R$ 43 bilhões, a recuperação judicial das Lojas Americanas enfrenta a suspeita de ser o maior escândalo da história do capitalismo brasileiro. O caso, segundo especialistas, aponta as limitações da legislação atual, que pouco distingue crises comuns de empresas em dificuldades financeiras geradas por gestões fraudulentas.

Os principais gargalos, segundo advogados e juristas especializados em direito empresarial, dizem respeito a dificuldades em separar a responsabilidade de maus administradores e controladores da atuação dos funcionários. Eles também citam a falta de mecanismos eficientes para proteger acionistas minoritários e pequenos fornecedores.

Mestre em direito empresarial e cidadania, o advogado Alcides Wilhelm, com atuação em reestruturação de negócios, fusões e aquisições e direito tributário, diz que o caso das Lojas Americanas se tornou uma exceção entre os processos de recuperação judicial.

“Em tese, a recuperação judicial é um processo onde os credores são chamados a ajudar a empresa no reerguimento. O caso das Americanas acaba sendo sui generis, uma exceção. A gente ainda não pode afirmar 100%, mas tudo indica que a empresa entrou em dificuldade mediante fraudes, com demonstrações contábeis que não espelhavam a realidade. Isso é diferente de uma empresa em crise por causa da disparada do dólar ou de decisões erradas de negócios”, diz Wilhelm.

O advogado defende mudanças na legislação para que, em caso de fraude comprovada, os administradores ou controladores sejam responsabilizados como pessoas físicas, com a empresa mantendo as atividades. “Precisaríamos ter uma legislação que punisse os maus empresários, em vez da empresa”, destaca.

“Nesses casos, o dono seria afastado da administração, perderia o controle dela, o Judiciário colocaria um administrador judicial para continuar as operações e pôr a companhia à venda. Ela cobre todos os prejuízos que causou. Se sobrar dinheiro, o ex-proprietário recebe. Seria uma forma de punir os maus empresários com a perda do negócio”, explica.

Segundo Wilhelm, se essas mudanças valessem, as empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato teriam as atividades preservadas, com apenas os executivos sendo punidos e milhares de empregos sendo preservados. “As Lojas Americanas são uma empresa grande, com importante função social. A separação entre as pessoas físicas que cometeram irregularidades e a empresa seria o ideal para preservar as atividades”, avalia.

Minoritários

Jurista que participou da elaboração da nova Lei de Falências e está envolvido no projeto do Novo Marco Legal do Empreendedorismo, o advogado Renato Scardoa considera necessária a reformulação da legislação societária. Segundo ele, as mudanças devem conceder mais direitos a acionistas minoritários, afetados pela gestão dos administradores e controladores.

“Hoje, a gente não tem uma ferramenta mais célere e efetiva para que os acionistas minoritários possam processar administradores que ajam de maneira indevida. É muito difícil um acionista minoritário responsabilizar uma conduta indevida dos administradores. O ideal é uma ferramenta que facilite uma ação coletiva dos acionistas minoritários contra os administradores. E, havendo uma participação ou omissão indevida dos controladores, também contra os controladores”, explica.

Em relação a fornecedores, Scardoa diz que a nova Lei de Falências suprimiu um artigo que dava prioridade a micro e pequenas empresas no recebimento de créditos dentro da classe de credores composta por empresas. A nova lei acabou com a distinção, fazendo os fornecedores de menor porte receberem junto das grandes empresas. Segundo ele, o projeto do novo Marco do Empreendedorismo, destinado a criar uma legislação especial para negócios de menor porte, buscará restabelecer a preferência.

Divergências

Apesar da necessidade de mudanças na legislação, os especialistas divergem sobre como ela se daria. Wilhelm defende a separação entre a atuação de executivos, diretores e controladores do restante da empresa. “Nos meios doutrinários, começou-se a questionar se o instituto da recuperação é para uma empresa que possa ter cometido um crime ou uma fraude em relação a seus credores ou se a falência deveria ser buscada diretamente nesses casos, com a venda da companhia para terceiros”, disse.

Scardoa não concorda com uma reformulação da Lei de Falências. Para ele, o principal problema não está na legislação atual, mas no fato de que as Lojas Americanas têm o controle pulverizado, nas mãos de muitos acionistas em vez de poucos donos. “As respostas nesse caso estão na legislação. Na verdade, o que poderíamos encontrar seria talvez uma alteração na legislação societária, para que os acionistas minoritários processem os controladores e os administradores, e não necessariamente mexer na recuperação judicial”, diz.

Carnaval: Devo levar meu cachorro para a folia?

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Geneticista e consultora em comportamento canino traz recomendações para esta época agitada do ano

O mês de fevereiro é esperado por muitas pessoas devido às festas e aos bloquinhos de carnaval, sendo vários deles realizados em espaços públicos e ao ar livre.

Por isso, é comum os donos levarem seus cachorros à folia com as melhores intenções, inclusive fantasiados, para “entrarem no clima” e, assim, deixá-los fazer parte de um momento considerado divertido para os humanos.

Mas será que esses ambientes são adequados aos peludos? Segundo Camilli Chamone, geneticista, consultora em bem-estar e comportamento canino e criadora da metodologia neuro compatível de educação para cães no Brasil, esta não é uma opção interessante e nem proveitosa para os cachorros.

“Apesar de muitos carnavais serem ao ar livre, a música geralmente é bem alta e há um aglomerado de pessoas, o que pode assustá-los, além de encontrarmos restos de comidas e bebidas facilmente espalhadas pelo chão, que ao serem ingeridas, podem fazer mal”. 

Outro ponto a se considerar é a época do ano em que as festas ocorrem: em pleno verão, com altas temperaturas no Brasil.

“Sair com seu peludo em horários de pico do sol, principalmente entre 9 e 17 horas, vestindo fantasia, pode ser perigoso para a sua saúde”, alerta Chamone. 

Os cães regulam a temperatura do corpo através da respiração – ou seja, eles respiram para eliminar ar quente de dentro do organismo e inspirar ar frio. Porém, se o ar externo já está muito quente, eles não conseguem resfriar seu próprio corpo.

“Com isso, podem, literalmente, morrer de calor – essa condição é chamada hipertermia”. Assim, o ambiente carnavalesco reúne diversos elementos considerados estressores – e até arriscados – à espécie canina.

“Cachorros têm comportamentos naturais diferentes dos nossos, que envolvem, por exemplo, farejar, roer, e cavar – e nada disso será proporcionado, a eles, em festas de carnaval”, afirma. E mais: todos esses estímulos das festas podem ocasionar (ou piorar) o estresse em seu organismo.

“Ao humanizarmos demais os animais, levando-os a ambientes criados para pessoas ou vestindo-os com fantasias, por exemplo, negligenciamos suas necessidades reais.

Por isso, vemos muitos deles com problemas de comportamento atualmente, como latir ou se lamber demais, comer as próprias fezes, se coçar por ansiedade, não conseguir ficar sozinhos sem sofrer… tudo isso é decorrente do estresse por não poderem ser quem são: cães”, lamenta a consultora.

“Folias” para os cães
Para proporcionar bons momentos ao peludo neste feriado, Chamone indica outro tipo de “folia”, que respeite as necessidades dele.

“Um passeio no parque ou uma viagem com muita natureza trará a ele cheiros diferentes, estimulando o olfato, considerado o seu principal sentido, além de ações como cavar e marcar território.

São formas saudáveis de gastar energias física e mental e passar longe do estresse”. Se ainda assim você for uma pessoa adepta às festas, a sugestão é curti-las e deixar o cachorro no conforto de sua casa, mas com atrações que o deixará com o bem-estar elevado. 

“É possível enriquecer o ambiente ao esconder petiscos pela casa, por exemplo, colocando o olfato para trabalhar, ou deixar um osso para roer.
Assim, todos podem curtir aos seus modos, com o respeito aos gostos e às necessidades de cada espécie”, finaliza a consultora.

Jardim Botânico publica normas para visitação e uso público

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Conjunto de regras tem como objetivo evitar impactos negativos que comprometam a fauna e a flora preservadas

Agência Brasília | Edição: Claudio Fernandes

O Jardim Botânico de Brasília (JBB) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal(DODF) desta quinta-feira (16), a Instrução Normativa nº 01, de 15 de fevereiro de 2023, que torna públicas as normas a serem seguidas pelos visitantes durante a visitação a fim de evitar impactos negativos que comprometam a fauna e a flora preservadas, assim como a integridade dos demais visitantes e servidores do JBB.

“O seguimento das normas de conduta previstas na instrução normativa é indispensável aos visitantes de forma a promover uma experiência agradável nos espaços de contemplação e preservação das coleções vivas do Jardim Botânico”, pontuou a diretora do Jardim Botânico de Brasília, Aline De Pieri.

Entre as atividades permitidas no JBB, estão a realização de piqueniques e pequenas reuniões, sem a necessidade de reserva prévia, em áreas específicas, destinadas para tais atividades; o uso de bicicletas nas trilhas Mater, Tamanduá-Bandeira e Tamanduá-Mirim; o registro fotográfico da visita para arquivo pessoal, desde que as imagens não sejam utilizadas para fins comerciais; e a realização de eventos, exclusivamente, de caráter educacional, cultural, institucional e empresarial, obedecendo às normas de conduta e as regras de
locação de área pública.

Já as proibições incluem a permanência de visitantes que estejam visivelmente alcoolizados ou entorpecidos; a permanência de visitantes com roupas de banho; o acesso de crianças menores de 12 anos desacompanhadas; o acesso ao perímetro da Estação Ecológica do Jardim Botânico de Brasília; a entrada de objetos que possam danificar o patrimônio público e ambiental ou perturbar a boa ordem; a introdução de plantas ou partes delas, da flora nativa ou exótica, e o plantio de qualquer espécie vegetal nas coleções botânicas, exceto quando autorizado pela Diretoria Executiva; entre outras.

*Com informações do Jardim Botânico de Brasília

Pela primeira vez, boneco gigante de Renato Russo desfila na Terça-Feira de Carnaval em Olinda (PE)

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O evento acontece dia 21/02 e terá concentração a partir das 9h na frente da Igreja do Guadalupe

Estreando no tradicional e conceituado desfile dos bonecos gigantes, o cantor e ídolo Renato Russo terá seu próprio boneco cruzando as ladeiras de Olinda na terça-feira de Carnaval, dia 21 de fevereiro.

A concentração será na frente da Igreja do Guadalupe, a partir das 9h.

Um momento histórico para todos os amantes da música e dessa grande festa da cultura brasileira, o boneco foi idealizado pelo Fã Clube Legionários Recife em homenagem ao grande artista que conquistou e ainda conquista fãs de todas as gerações.

O boneco gigante foi confeccionado por Silvio Botelho, que é considerado um dos maiores artesãos bonequeiros do país, nome referência e mundialmente conhecido por sua arte. 

Vale ressaltar que fundado em 1988, o Fã Clube Legionários Recife é o maior e mais antigo fã clube do norte e nordeste dedicado à banda Legião Urbana em atividade no país e faz tudo de forma totalmente independente.

Para mais informações, acompanhe o fã-clube ‘Legionários Recife’ no Instagram:@fclegionariosrecife