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Inscrições abertas para curso gratuito de desenho, graffiti e fotografia

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A terceira edição do Trupe Urbana, realizado pela Trupe S.A. Crew de Planaltina, vai oferecer 26 aulas em formato presencial e online
A Trupe S.A. Crew, coletivo de Planaltina fundado em 2016, abre inscrições para curso gratuito que vai promover um ciclo de formação em arte urbana durante sete meses, com 26 aulas em duas turmas. O curso integra o projeto Trupe Urbana que chega em sua terceira edição, e receberá inscrições até 28 de fevereiro por meio do formulário online disponível no Instagram @trupesacrew. Não é necessário conhecimento na área artística e os interessados precisam ter a partir de 14 anos de idade.Nesta terceira edição, o curso vem com novidades. Agora serão duas turmas, uma em formato presencial em Planaltina com aulas às segundas-feiras das 14h30 às 17h30, e uma em formato virtual com aulas transmitidas ao vivo às segundas-feiras das 9h às 12h. O projeto vai oferecer ainda todos os materiais necessários no formato presencial para os alunos e proporcionar saídas de campo para prática do graffiti.Ao final, será realizada uma exposição virtual com trabalhos realizados pelos alunos.

Foto: Caren Henrique 

As aulas vão abordar conteúdo teórico-práticas focado na história da arte urbana, desenho, pintura, escultura, customização, lambe lambe, stencil, fotografia e bases do graffitti. O projeto contará com intérprete de libras para ampliar a acessibilidade ao curso. Não há exigência de pré-requisito e a didática inclui material didático exclusivo.
“O impacto social é aproximar pessoas que se interessam por desenho, formando um coletivo regional que se ajuda e aprende junto. O impacto pessoal é que é um curso profissionalizante, que vai ajudar quem deseja seguir carreira na área de artes e economia criativa, seja buscando uma faculdade ou mostrando profissões possíveis nessa área. Vamos incentivar os alunos na prática do desenho, no aprendizado e também a aprofundar técnicas, além de produzir obras que podem ser vendidas, utilizadas e até presenteadas”, destaca Iasmim Kali, proponente, produtora e professora no curso.O projeto Trupe Urbana Online é desenvolvido com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.

Mais informações sobre o projeto e inscrições podem ser encontradas nos perfis da Trupe S.A. Crew no Instagram
@trupesacrew e
Facebook /Trupesa

Aula gratuita do projeto Redes DigitALL ensinará como tornar a internet mais acessível para PCDs

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Iniciativa da Fundação Bunge trará o Movimento Web para Todos para abordar diretrizes, soluções e casos práticos e diversos de acessibilidade.O projeto Redes DigitALL, iniciativa da Fundação Bunge, realizará no dia 2 de março, das 19h às 21h, uma aula em parceria com o Movimento Web para Todos sobre como superar os desafios da acessibilidade digital para construir uma internet mais inclusiva para pessoas com deficiência.
O encontro é virtual (via Teams), gratuito e aberto ao público interessado em aprender sobre conceitos básicos e conhecer, na prática, como quem vive com deficiências variadas interage na web.
As inscrições podem ser feitas clicando aqui.

Serão duas horas com o conhecimento de Simone Freire, idealizadora do Movimento Web para Todos, que reúne dezenas de organizações; e o embaixador do Movimento, Leonardo Gleison, atualmente Engenheiro de Software no Nubank e dono do Inclunet, um canal no YouTube onde divide com sua esposa, Camila, também cega, a apresentação de experiências de um casal que não enxerga na sociedade contemporânea.

Leonardo Gleison abordará as principais barreiras e o papel de profissionais de desenvolvimento na modificação desse cenário. Também mostrará na prática a diversidade de pessoas e deficiências que precisam ser levadas em conta para uma internet mais acessível, que promova também inclusão social. “O computador e a Internet representam um enorme passo para a inclusão de pessoas com deficiência, que podem estudar, trabalhar, fazer compras, pagar contas, compartilhar experiências e conhecimento, sem necessidade de deslocamento”, lembra Cláudia Buzzette Calais, diretora-executiva da Fundação Bunge, sobre a importância deste acesso.

A participação de Simone Freira será para descomplicar as Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAGs, em inglês). Ela vai mostrar como está estruturado o documento que reúne as principais instruções adotadas internacionalmente, além de mostrar exemplos práticos de como aplicá-las, orientações sobre como validar o trabalho realizado e indicações de fontes de informação que profissionais de desenvolvimento devem ter sempre por perto.

Acessibilidade Digital é a eliminação de barreiras na Web para que sites e portais sejam projetados de modo que todas as pessoas possam perceber, entender, navegar e interagir de maneira efetiva. No Brasil, segundo o Censo Demográfico do IBGE de 2010, há aproximadamente 45 milhões de pessoas que apresentam pelo menos uma das deficiências investigadas. Esse número representa 23,9% da população brasileira. 

O Projeto Redes
Reforça a empregabilidade como ferramenta de inclusão social por meio de formação e apoio. O Redes DigitALL é uma parceria com o Programa Oracle Next Education e é focado na área de tecnologia. O projeto é direcionado a maiores de 18 anos que tenham concluído ou estejam cursando o Ensino Médio. Também é necessário que o(a) interessado(a) tenha um computador com acesso à internet disponível para seu uso, pois as aulas são online (e gratuitas). Na seleção, são priorizados grupos minorizados como mulheres e pessoas negras.
A formação inclui conteúdo técnico (disponibilizado pelo Programa Oracle Next Education), empreendedorismo e aspectos socioemocionais com desenvolvimento pessoal. Os currículos dos alunos integram os bancos de vagas da Fundação Bunge e do Programa Oracle Next Education e serão trabalhados por um agente de empregabilidade do projeto Redes, que busca eventuais oportunidades de emprego na área de tecnologia.

Sobre a Fundação Bunge
A Fundação Bunge, entidade social da Bunge no Brasil, há mais de 60 anos atua em diferentes frentes com o compromisso de valorizar pessoas e somar talentos para construir novos caminhos. Suas ações estabelecem uma relação entre passado, presente e futuro e são colocadas em práticas por meio da preservação da memória empresarial (Centro de Memória Bunge), do incentivo à leitura (Semear Leitores), do voluntariado corporativo (Comunidade Educativa), do desenvolvimento territorial sustentável (Comunidade Integrada) e do incentivo às ciências, letras e artes (Prêmio Fundação Bunge). 

  Pierre Cardin Young Designers Contest vai apresentar novo talento da moda nacional

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Após México e Estados Unidos o concurso chega ao Brasil com prêmio de estágio em Paris para o grande vencedor.

Estão abertas as inscrições para a etapa  brasileira do Pierre Cardin Young Designers Contest 2023, que vai até o dia 03 de março. O concurso acontece agora em território nacional, após México e Estados Unidos em 2022, e ainda deve passar por  mais 7 países. 

Voltado exclusivamente para alunos que estão cursando o último ano de faculdade de moda em curso reconhecido pelo MEC, o concurso internacional foi criado pela Maison Pierre Cardin e tem como objetivo identificar novos talentos da moda ao redor do mundo, além de homenagear seu icônico fundador.  Os alunos são convidados a desenvolver um croqui que possa reinterpretar de uma maneira pessoal, o estilo único de Pierre Cardin.

Após as inscrições, 40 estudantes terão seus croquis selecionados na primeira etapa do processo pelo time de Pierre Cardin em Paris. No dia 08 de maio esses graduandos terão a oportunidade de participar de um  workshop em São Paulo com o time da maison e com a  presença de Rodrigo Basilicati-Cardin.

No dia 09 de maio acontecerá um desfile especial da marca para convidados na capital paulista, apresentando a nova coleção de Pierre Cardin vinda exclusivamente de Paris para a ocasião. Neste evento os 40 graduandos estarão presentes, e os jurados do concurso elegerão os 10 croquis finalistas.

Na mesma noite o grande vencedor do concurso será anunciado durante o evento, sendo contemplado com um estágio de 2 a 3 meses em Paris com o time de Pierre Cardin, passagem de ida e volta, acomodação, alimentação e ajuda de custos para despesas pessoais. 

@pierrecardin                 
@pierrecardinbr

Sabe quando você não esta esperando nada e, de surpresa, vindo no vento, chega na sua casa um envelope diferentaço, quase sorrindo e pedindo: me abre, me abre que tem boas novas aqui dentro.

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Pois isso aconteceu hoje com uma correspondência enviada pelo poeta-irmão Nicolas Behr a mim.

Dentro, um histórico tabloide de quatro páginas que editamos em Brasilia em 1981 (42 anos, portanto) l- o BRASILLIS, cuja manchete era: “libertários, uni-vos!”

Na capa, cifras do reggae “Um telefone é muito pouco”, música ? de Renato Matos que fez sucesso na época e chegou a ser gravada por Leo Jaime.

E mais chamada: “macuna aí que eu macuno aqui” de Regina Bittencourt (embaixo de uma estampa do herói sem caráter vigiado por um general.

Uma foto da “Progressalia” e todos os 16 participantes.

Na outra, a figura de Renato Matos tentando dar seu alô pelo telefone gigante.

Na capa de trás, seis (6) postais com geniais colagens de Paulo Andrade, com indígenas de várias etnias ocupando de forma sadia vários prédios de Niermeyer.

Nas páginas internas, além do editorial da professora de Letras da UnB Maria Christina Diniz Leal, datado de setembro de 1981, um conjunto de poemas com seus grafismos.

No seu texto- editorial, que vale um estudo da época (Brasilia nas Diretas Já, fim da ditadura militar) a mestra anuncia que o disco de RM “Um telefone é muito pouco” é “outro marco da história do processo cultural de Brasília, assim como o grupo Cabeças, o Grande Circular de artes visuais, o Orgasmo da Década, a Progressália e as Noites Brasilianas.

O título do editorial é a palavra “introdução” repetida por 5 vezes com um “in” solto no final.

Tudo era poesia e conceitos.

As duas páginas internas estampam fotos de Renato Matos, das Ministêricas, e um poema-desenho de Zuca Sardana – A Odalisca, desenhado pelo mestre.

Na outra página, poemas de TT Catalão, Marlene dos Santos (mãe de RM), Ézio Pires, Luis Martins, Mancasz, Chico Alvim, Ariosto Paz, João Borges, Juan Pratiginestos, e uma tradução da letra da musica “Woman”, de John Lennon, feita por Luis Turiba para Lúcia Leão,

Nicolas Behr

O poeta Nicolas Behr estampou nesta página a surpreendente frase: “Um antropólogo que tentasse fazer um estudo do inconsciente coletivo do brasiliense deveria antes passar uma semana andando de Grande Circular, ininterruptamente.

Grande circular era o ônibus que ficava rodando pelas Asas Sul e Norte.
Tempos depois, acho que em 1983, lançamos a revista de poesia “ Grande Circular” que por sua vez deu origem a Bric-a-Brac.

O Brasillis tinha como editor-final este que vos escreve; Luis Turiba. A programação visual de Regina Ramalho; logomarca de Selma Bloch (Mangala) e Produção de Lúcia Toribio (depois Lucia Leão)

Se alguém for estudar as origens da Bric-a-Brac não pode deixar de citar o Brasillis, embrião de um projeto que se tornou histórico. Ali nasceu uma geração que fez história em Brasília.

Luís Turiba – Poeta e jornalista

Projeto de lei permite que maiores de 16 anos dirijam

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Jovem poderá tirar permissão para conduzir que valerá por dois anos, só então poderá obter a carteira de motorista.

O Projeto de Lei 314/23 altera o Código de Trânsito Brasileiro, reduzindo de 18 anos para 16 anos a idade mínima para obter a Permissão para Dirigir. Autor da proposta, o deputado Roberto Duarte (Republicanos-AC) lembra que maiores de 16 anos já podem votar e participar ativamente da vida política nacional. Diante disso, ele considera “incongruente que ainda perdure a proibição de que jovens de 16 anos venham a conduzir carros ou motocicletas”.

Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, ao candidato aprovado será conferida a Permissão para Dirigir, válida por dois anos. Para os maiores de 18 anos, a permissão continuará a ser válida por um ano, como ocorre hoje.

A Carteira Nacional de Habilitação será entregue ao condutor ao término do prazo da Permissão para Dirigir, desde que, no período, ele não tenha alcançado a contagem de pontos estipulada no Código de Trânsito para a suspensão do direito de dirigir.

O código prevê a suspensão do direito de dirigir sempre que o infrator atingir, no período de 12 meses: 20 pontos, caso constem duas ou mais infrações gravíssimas na pontuação; 30 pontos, caso conste uma infração gravíssima na pontuação; 40 pontos, caso não conste nenhuma infração gravíssima na pontuação.

“O jovem que não demonstrar bom comportamento no trânsito deverá aguardar a maioridade para voltar a dirigir”, destaca o parlamentar.

Atos infracionais
Ainda segundo a proposta, os adolescentes portadores de Permissão para Dirigir estarão sujeitos às disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“É certo que o Código de Trânsito exige a imputabilidade penal, mas essa é uma exigência que precisa ser derrubada pois, se não é possível aplicar a lei penal, aplicável aos adultos, o Estatuto da Criança e do Adolescente já prevê a caracterização como ato infracional das condutas descritas como crime ou contravenção penal, o que inclui os crimes de trânsito”, argumenta Roberto Duarte.

A Câmara já analisa o Projeto de Lei 571/11, que autoriza maiores de 16 anos, desde que emancipados, a obter habilitação de motorista.

Tramitação
A proposta ainda será despachada para as comissões permanentes.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Desfile das Campeãs do Rio: seis escolas voltam à Sapucaí neste sábado

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É esperado público de 100 mil pessoas. Ingressos estão esgotados

Neste sábado (25), apaixonados pelas escolas de samba vão ter a oportunidade de ver mais uma vez as seis primeiras colocadas do carnaval no Desfile das Campeãs. A expectativa é de Sambódromo lotado, com presença de mais de 100 mil pessoas, segundo a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa). Os ingressos para as arquibancadas, cadeiras, frisas e os camarotes da Passarela do Samba na Marquês de Sapucaí, no centro da cidade do Rio, se esgotaram ainda na quinta-feira (23).

Programação do desfile

O Desfile das Campeãs está marcado para iniciar às 21h30 e seguirá as normas dos desfiles oficiais. Cada agremiação deverá se apresentar no tempo mínimo de 60 minutos, e máximo, de 70 minutos. Sem a pressão de não poder errar diante dos jurados, torna-se um momento de descontração e alegria para os componentes das escolas de samba.

A ordem de apresentação é inversa à classificação da escola, ou seja, a primeira a desfilar será a sexta colocada. O desfile é encerrado com a grande campeã do carnaval de 2023.

Confira abaixo a ordem de apresentação:

1) Grande Rio, com o enredo que homenageou o cantor e compositor Zeca Pagodinho;

2) Mangueira, com o enredo As Áfricas que a Bahia canta, que trouxe a ancestralidade negra na terra em que nasceu o samba;

3) Beija-Flor, com o enredo Brava Gente, o grito dos excluídos no bicentenário da Independência e relembrou o 2 de julho de 1823, quando soldados brasileiros derrotaram tropas portuguesas que ainda estavam na Bahia, mesmo após o grito de Dom Pedro I às margens do Ipiranga;

4) Vila Isabel, com o enredo Nessa festa, eu levo fé!, que celebrou as diversas crenças e festas religiosas;

5) Viradouro, vice-campeã de 2023, com a história de Rosa Maria Egipcíaca, a primeira mulher preta a escrever um livro no Brasil e que foi esquecida pela história;

6) Imperatriz Leopoldinensegrande campeã do grupo especial de 2023, traz o enredo O aperreio do cabra que o excomungado tratou com má-querença e o santíssimo não deu guarida, que imaginou a volta do cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião, à Terra depois de não ter abrigo no inferno e no céu.

A verde e branco de Ramos estava sem ganhar um título há 22 anos. O carnavalesco Leandro Vieira se inspirou na literatura de cordel para desenvolver o enredo, que agradou a comunidade da escola e animou o público que assistia ao desfile oficial.

Quem chegar cedo à Sapucaí poderá ainda assistir a uma exibição da Embaixadores da Alegria, escola de samba formada por pessoas com deficiência, entre elas um grupo de cadeirantes que integram a equipe da Lei Seca, do Detran-RJ.

Como surgiu o desfile

O radialista Rubem Confete, apresentador do programa Histórias do Confete, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, conta que o Desfile das Campeãs teve início na década de 80, depois da inauguração do Sambódromo no carnaval de 1984.

Naquele ano, para cada dia de desfile, um no domingo e outro na segunda-feira, era escolhida uma escola campeã. As escolhidas foram Portela e a Mangueira, respectivamente. No sábado seguinte, as duas disputaram com as melhores do grupo de acesso. A verde e rosa ganhou o título de Supercampeã, que aliás é o único, pois no ano seguinte o título deixou de ser concedido.

No lugar dessa disputa, foi criado o Desfile das Campeãs, com as seis primeiras colocadas após a apuração das notas dos jurados.

“Foi aí [1984] que começou a história do Sábado da Supercampeã. Foi [uma ideia] da Riotur [ Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro], aliada à direção da Associação das Escolas de Samba. Não havia a Liesa [Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro]”, explica Confete, chamado de griô ou griot do samba, que na cultura africana é a pessoa que mantém viva a memória do grupo, contando as histórias e mitos daquele povo.