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Ministério da Saúde reafirma segurança de vacinas contra covid-19

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Brasília (DF) 28/02/2023 Vacinação contra COVID 19

Governo desmente notícias falsas e reafirma segurança dos imunizantes

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, desmentiu, nesta quinta-feira (20), conteúdos de desinformação sobre as vacinas Astrazeneca e Janssen contra covid-19. Notícias falsas afirmam que o imunizante foi banido no Brasil e condenam os imunizantes. “Esse episódio eu classifico como uma fake news. Na verdade, não há nenhuma recomendação de não uso dessas vacinas. Ao contrário, são vacina eficazes”.  

Nísia Trindade esclarece que houve uma recomendação do Ministério da Saúde para que elas sejam usadas na população que tem a partir de 40 anos. “Nesse momento, eu reafirmo o que o ministério tem dito: todas as vacinas que tiveram a autorização de uso ou registro definitivo, que é o caso da vacina Astrazeneca, são vacinas que oferecem segurança e que nós indicamos a uma faixa etária onde há menos chances de eventos adversos, que são raros, mas isso é feito sempre considerando os momentos de uma epidemia e as vacina disponíveis. É uma prática que não tem nada de excepcional.” 

A declaração foi dada a jornalistas, durante a divulgação do relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em Brasília, que aponta redução na vacinação de crianças entre 2019 e 2021. 

Importância da vacinação 

A ministra lembrou que todas as vacinas contra a covid-19 usadas no Brasil foram fundamentais para redução da hospitalização e do número de mortes pela doença.  E destacou a “importância da vacinação em todas as faixas etárias, tal como preconizamos a vacinação infantil. A vacinação seguindo o calendário definido pelo Ministério da Saúde”, finalizou a ministra. 

Fiocruz 

Em nota divulgada em 14 de abril, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) veio a público desmentir informações falsas que circulam há dias em redes sociais sobre Nota Técnica publicada pelo Ministério da Saúde, em dezembro de 2022. “Com a publicação da Nota Técnica em questão [do Ministério da Saúde], as vacinas de vetor viral, que incluem o imunizante produzido pela Fiocruz, passaram a ser recomendadas preferencialmente para pessoas acima de 40 anos. Não há, portanto, contraindicação ou proibição para o uso desta vacina para a faixa etária de 18 a 40 anos. O Ministério poderá voltar a recomendar a vacina para essa faixa etária no futuro, se assim considerar necessário”.

Brasília 63 anos: patrimônio cultural da era modernista

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Brasília 60 Anos - Passarelas subterrâneas de pedestres

Professor traz história da construção e peculiaridades da capital

Em homenagem ao aniversário de 63 anos de Brasília, comemorado neste 21 de abril, a Rádio Nacional traz um pouco da história da construção da capital federal, revelada em conversa com Frederico Flósculo, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília.

Rádio Nacional: A construção muito peculiar da capital federal no Planalto Central conferiu a cidade características que vão desde aspectos monumentais à arquitetura inovadora, o que conferiu a cidade em 1987, o reconhecimento da UNESCO como Patrimônio da Humanidade. O que torna o conjunto urbanístico arquitetônico de Brasília tão especial?

Frederico Flósculo: Brasília é um episódio extraordinário da história brasileira, porque sobretudo foi a realização do sonho republicano de transferência da capital da República para o interior do Brasil. Isso era um sonho até anterior à República. Foi um sonho expressado por José Bonifácio, por líderes brasileiros que viam a necessidade de bem defender a capital brasileira, mas bem administrar um país gigantesco. Então, finalmente, Juscelino Kubitschek conseguiu fazer isso e a história desse sucesso é uma história muito particular, porque se deveu muito, tanto aos trabalhos do próprio [Getúlio] Vargas, porque Vargas quase cria Brasília, ele criou comissões de estudos e montou todo o grupo praticamente que depois foi usado pelo próprio Juscelino, mas também por Juscelino Kubitschek que foi assim o grande herói de Brasília porque ele enfrentou uma oposição política, extraordinariamente, agressiva contra a realização da cidade.

Mas Juscelino teve a seu favor a contribuição de um extraordinário arquiteto. Oscar Niemeyer. que ele já conhecia desde os tempos de prefeitura de Belo Horizonte, desde a década de 30. Oscar Niemeyer e Juscelino tinham uma amizade, uma sólida confiança mútua e Juscelino confiou ao Oscar o projeto de Brasília. Só que Oscar Niemeyer, cuidadosamente, sabiamente, recusou. Oscar Niemeyer era ligado a OAB, propôs a realização de um concurso público nacional e nesse concurso nacional, em 1957, foi vencedor outro extraordinário urbanista carioca, Lúcio Costa. Embora nascido na França, Lúcio Costa era mestre de Oscar Niemeyer, um grande reformador do ensino brasileiro, criador do Iphan. Na verdade, o Serviço Nacional depois se tornou o Instituto Nacional do Patrimônio Público, Histórico e Artístico Nacional. E aí, é a proposta de Lúcio Costa, extraordinária, que vai começar realmente a concretizar Brasília. Então Lúcio Costa propõe uma cidade muito simples o traçado, dois eixos que se cruzam, um eixo descendo assim na direção do lago que já estava definido e outro eixo, fazendo o abraço do grande morro do Cruzeiro. E é ao longo desse eixo que faz o abraço que estão distribuídas as superquadras residenciais. E no eixo que desce o morro na direção do lago ele se tornou o eixo monumental onde são colocadas as principais zonas, setores tanto da capital da República, quanto de apoio e atração as funções fundamentais da cidade.

Brasília 60 Anos
Horizonte de Brasília – Marcello Casal JrAgência Brasil

Rádio Nacional: O senhor mencionou a história do concurso do plano piloto e eu gostaria de saber quais os principais destaques do projeto de Lúcio Costa e como ele foi colocado em prática.

Frederico Flósculo: E aí é uma história, extraordinária, do próprio concurso. Lúcio Costa quando propôs, ele propôs realmente de todos os planos que tinham sido apresentados, o mais elegante, ele propôs uma cidade parque que foi escolhida pelo júri que tinha membros internacionais ,eles escolheram por causa da simplicidade e viabilidade e extrema beleza do plano. O Juscelino queria que o Oscar fizesse os prédios, os edifícios, o projeto de arquitetura. E teve um urbanista vencedor do concurso que eles dois teriam que trabalhar juntos. E o Juscelino conhecia muito bem arquiteto e urbanista. Sabe como é essa turma que não se concilia, que não é muita amiga, você vai ter um inferno na terra. Aí ganhou esse presente aí. Realmente a escolha foi isenta e um grande mestre e companheiro de Oscar foi o vencedor. Os dois, então, fizeram a cidade que é tanto do Lúcio quanto do Oscar.

produção de fotos para matéria de aniversário de Brasília
Congresso Nacional visto da Rodoviária do Plano Piloto- Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Há vários episódios em Brasília, no Congresso Nacional em que se você ficaria espantada em ver como por exemplo aquele jogo belíssimo de formas das duas cúpulas, uma virada pra cima, os dois edifícios gêmeos, tudo aquilo foi concebido simultaneamente por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. A gente atribui só ao Oscar, mas quem começou a desenhar, fez a primeira proposta do Congresso Nacional, foi Lúcio Costa. E Oscar duplicou e aí começa uma sucessão de realizações extraordinárias em pouco mais de dois anos de trabalho, de projeto de execução, graças também a um grande engenheiro chamado Israel Pinheiro. Então é algo que emociona a brasilidade, se você pensar que, em cerca de mil dias, essa equipe heroica conseguiu entregar para o Brasil no dia 21 de abril de 1960, a capital com o presidente instalado, com os poderes instalados em condição de começar a fazer com que o governo brasileiro se manifestasse e fizesse a gestão do Brasil desde o Planalto Central. Um momento de imensa emoção. E a partir daí, o Brasil começou a conhecer Brasília. Porque ninguém sabia que coisa era aquela, que eles conheciam por algumas fotografias da obra, por alguns desenhos da obra. A brasilidade ao longo daqueles anos 60, 70, veio, desceu, veio de todo o planeta Brasil para trabalhar em Brasília, nas suas embaixadas, nos seus ministérios. Virou um centro de brasilidade, assim, que nos orgulha. Não há cidade, capital, no mundo, que tenha a beleza, a integridade, a elevação de Brasília. É por isso que no final dos anos 80, acabamos sendo distiguidos pela UNESCO com o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. O único Patrimônio Cultural da Humanidade que é modernista, que é do século 20.

Brasília 60 anos - Palácio do Planalto
Palácio do Planalto – Marcello Casal JrAgência Brasil

Rádio Nacional: Professor Flósculo, pelos aspectos urbanísticos, como a cidade se transformou ao longo desses 63 anos de existência?

Frederico Flósculo: Estamos num processo agora de preservação desse núcleo porque contra, digamos, a integridade daquela Brasília de JK, de Oscar Niemeyer, de Lúcio Costa, de Israel Pinheiro, há muitos inimigos, eu coloco meio que entre aspas, representados pelos especuladores imobiliários. Pelos oportunistas, pelos grileiros, por várias ondas de pessoas que pensam poder impor à Brasília o mesmo tipo de derrota urbana que foi imposta, em especial, ao Rio de Janeiro. Então nós temos esse estigma também. De não permitirmos que aquilo que aconteceu no Rio, que ainda continua a aterrorizar a antiga capital, isso aconteça em Brasília, mas infelizmente já está acontecendo. Nós temos desde aquele momento de inauguração em 21 de abril de 60, até hoje, esses 63 anos que se passaram, várias descontinuidades que foram quase fatais pra Brasília. Continuidades  cruéis como da ditadura militar. E quase mata Brasília. Quase que os militares conseguiram arrebentar com todo aquele impulso de criação da cidade, de republicanismo. Isso foi muito importante porque com a retomada da democracia em meados da década de 80, nós tínhamos uma democracia interrompida. E nós tivemos a seguir uma sucessão de governadores, francamente, desastrosa. Brasília não teve sorte, até hoje, com sua democracia porque os governadores não tem mostrado, digamos assim, identidade e consciência da grandeza do projeto da cidade, ao contrário, Brasília se tornou cada vez mais objeto fácil de projetos pessoais, de projetos menores, de especulação e, até mesmo, de corrupção do uso do seu território.

Construção de prédios residenciais e comerciais no Setor Noroeste em Brasília
Construção de prédios residenciais e comerciais no Setor Noroeste. em Brasília – Marcello Casal JrAgência Brasil

Rádio Nacional: Para encerrar, o senhor pode comentar sobre o que avançou em termos de ocupação da cidade, a exemplo de políticas como planos de preservação do conjunto urbanístico de Brasília, que espera há dez anos por finalização.

Frederico Flósculo: Nós chegamos no ano de 1993, quando Brasília já tinha autonomia política desde 88, nominalmente, pela Constituição Federal e desde 90, pela eleição do primeiro governador. E é aí que, em 93, nós temos a Lei Orgânica do Distrito Federal, definindo a necessidade de um PPCUB, e um plano de preservação do conjunto urbanístico de Brasília. Desde 93 até hoje, 2023, nós temos aí um lapso de 30 anos. 30 anos de lapso, em que Brasília não conseguiu fazer o seu PPCUB. Quer dizer, era um dos primeiros planos a terem sido feitos em 93, nunca foi feito. Por quê? A razão é: governadores em sucessão, até os dias de hoje, não queriam fazer com que a preservação travasse seus negócios. Quer dizer, é quando o planejamento faz mal a política. E isso, infelizmente, acontece no nosso país. Não termos um PPCUB é algo escandaloso e é indício de péssima gestão pública. Nós temos aí, às vésperas de ter um PPCUB péssimo, na minha avaliação, o PPCUB, o primeiro PPCUB já vai ser cheio de maus movimentos do governo. Com coisas inacreditáveis, loteamento do eixo monumental, de lotes gigantescos destinados a restaurantes, a shoppings, a um monte de coisas que seriam muito bem-vindas nas cidades, nos bairros, nas administrações e não no eixo monumental.

Brasília comemora 63 anos com shows gratuitos e atrações pela cidade

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Entre os artistas convidados, estão as duplas sertanejas Enzo & Rafael e Maiara & Maraisa, os sambistas do Fundo de Quintal, além da cantora Joelma, ex-Calypso

Uma grande festa com shows de música popular, música clássica, além de vários eventos e atrações espalhados pela capital que vão atender a todos os gostos, estilos e idades. É o que promete o Governo do Distrito Federal (GDF) com as festividades em torno do 63º aniversário de Brasília, que este ano estarão concentradas em palco montado na Praça da Torre de TV. Entre os artistas convidados, estão as duplas sertanejas Enzo & Rafael e Maiara & Maraisa, os sambistas do Fundo de Quintal, além da cantora Joelma, ex-Calypso. Atrações locais como o grupo Coisa Nossa e o cantor Nego Rainer também participam do encontro. Tudo de graça.

A expectativa é receber cerca de 20 mil pessoas por dia durante a programação. O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, destaca o lado resiliente da cidade, exalta suas belezas e lembra as palavras do líder da Legião Urbana, banda ícone do rock nacional nascida em Brasília.

“Nossa capital chega aos 63 se reinventando, depois de tudo o que passamos recentemente. Tantas paisagens, tanto céu, tanta arquitetura, mostrando que Brasília segue como uma cidade viva em um DF em expansão. Impossível não lembrar as palavras de um poeta intrinsecamente ligado a esta terra, Renato Russo, que um dia cantou um verso até hoje repetido em todas as regiões deste imenso país: “Meu Deus, mas que cidade linda”, lembra Bartolomeu.

Para o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, as comemorações valorizam o potencial turístico e econômico da cidade. “Brasília é a capital do nosso país e merece essa comemoração. Durante estes 63 anos, Brasília cresceu muito. As regiões administrativas ganharam força e, hoje, movimentam a economia criativa e o setor produtivo da capital. O turismo vem crescendo de forma expressiva, com destaque para o avanço nas áreas rurais. Isso mostra a vocação para o desenvolvimento e o potencial turístico do DF. O GDF está trabalhando para a valorização da capital para o mundo. Esperamos que os moradores do DF e visitantes aproveitem as comemorações do aniversário de Brasília”, afirma o titular da pasta.

No dia 22, será a vez da cantora Joelma embalar os brasilienses nos 63 anos da capital | Foto: Divulgação

Mesmo antes de ser inaugurada, Brasília foi batizada pelo ministro francês André Malraux como “a capital da esperança”. A frase foi proferida pelo intelectual durante sua visita à cidade em agosto de 1959.

Um festival de eventos

Após três anos, por conta da pandemia, esta é a primeira celebração com grandes atrações no aniversário da cidade. E a comemoração em torno da data começou antes, já no início do mês, com as atividades do Abril Indígena que serão realizadas até dia 25 no Memorial dos Povos Indígenas (MPI). A programação inclui oficinas, contação de histórias para crianças, debates e feira de artesanato, reunindo a riqueza cultural de diversas das etnias espalhadas pelo Brasil.

“É a valorização das culturas dos povos originários não apenas em um dia do ano, mas em um mês inteiro dedicado a essa pujança cultural, a essa sabedoria ancestral e a essas manifestações culturais tão importantes para a formação do povo brasileiro”, destaca o assessor especial da subsecretaria de Patrimônio Cultural da Secec, Felipe Ramón Rodriguez.

“Hoje, no Brasil, somos mais de 1,6 milhão de indígenas. Cada um com uma forma de organização própria, de economia, sistemas de parentesco, religiões e mitologias diferentes. Quando se falava em índios, se tinha uma ideia abstrata, mas são pessoas importantes, cidadãos com direito de livre escolha, o direito do pleno exercício civil e político e que têm cultura!”, defende o gerente do MPI, David Terena.

Já no Espaço Cultural Renato Russo (ECRR), uma semana inteira de atrações artísticas com exibição de filmes, concerto sinfônico, atividades infantis, feira cultural, exposições e até baile de aniversário, além de homenagem ao jornalista, escritor, poeta e agitador das artes de Brasília, TT Catalão. Os eventos acontecem entre os dias 16 e 23 e trazem como principal marco um ano da Gibiteca, cativo espaço dos fãs de quadrinhos e mangás.

“A Gibiteca TT Catalão tem a segunda maior coleção de gibis, HQs e mangás do Brasil, servindo à comunidade não apenas pelo acervo, mas pelas atividades que realiza, incentivando e inspirando as pessoas para outras atividades como literatura e cinema”, comenta o subsecretário de Patrimônio Cultural, Aquiles Brayner.

Oficinas, contações de histórias, apresentações musicais, debates, palestras, batalha de rap, meditação e sessão de autógrafo marcam a programação das bibliotecas Nacional e Pública de Brasília. As programações começam no próximo dia 18.

“O conceito atual de biblioteca pública defendido pela Unesco é de biblioteca viva, que agrega as funções de preservação da memória e disseminação da informação e por isso deve desenvolver novos serviços antenados com as necessidades locais, assumindo, inclusive, o papel de centro cultural de sua comunidade”, avalia a gerente da Biblioteca Nacional de Brasília, Marmenha Rosário.

Tradicional palco do audiovisual da capital, o Cine Brasília celebra o aniversário da cidade com a mostra Brasília, Duas ou Três Coisas que Eu Sei Dela, com exibição de 11 filmes, entre longas e curtas-metragens de diferentes épocas, num painel surpreendente para o público. Uma pérola da mostra é a redescoberta do curta-metragem Brasília – A Cidade da Alvorada, do sueco Torgny Anderberg, filmado em 1959, com imagens impressionantes e inéditas da capital ainda em construção.

Brasília, Duas ou Três Coisas Que eu Sei Dela apresenta diferentes abordagens”, explica o jornalista e programador do Cine Brasília, Sérgio Moriconi, curador do evento. “Exibe a cidade no sentido mais amplo possível, como distintas paisagens humanas, como construções imaginárias e simbólicas que transcendem a geografia concreta de ruas, casas e indivíduos”, complementa.

O evento será gratuito, mas para participar será necessário realizar a retirada da cortesia, com antecedência, pelo Sympla, neste link.

Confira a programação:

21 de abril 

→ 10h as 18h: atividades infantis da cidade KIDS
→ 14h: Enzo e Rafael
→ 16h: Maiara e Maraisa
→ 18h: Melão
→ 20h: Fim do evento

22 de abril

→ 10h as 18h: atividades infantis da cidade KIDS
→ 16h: Nego Rainner
→ 18h: Joelma
→ 20h: Fim do evento

23 de abril

→ 10h as 18h: atividades infantis da cidade KIDS
→ 14h: Fundo de Quintal
→ 18h: Orquestra Teatro Nacional
→ 20h: Fim do evento

*Com informações das secretaria de Cultura e de Turismo

Presidente romeno visita Memorial JK e se encanta com a história da capital

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O presidente da Romênia, Klaus Werner Iohannis, visitou o Memorial JK, no começo da tarde desta terça-feira (18). Recebido pelo vice-presidente André Kubitschek, um dos bisnetos de JK nascidos em Brasília, ele conheceu o museu dedicado à memória do fundador de Brasília e ficou encantado com o espaço.

Durante a visita, o presidente romeno ficou impressionado ao saber dos detalhes da história da construção de Brasília e se disse admirado com o Memorial, presidido por Anna Christina Kubitschek, que também o acompanhou. “Se fôssemos fazer Brasília hoje em dia, demoraríamos 300 anos”, comentou Klaus Iohannis.

Segundo André Kubitschek, a visita valorizou o maior museu particular da capital. “O primeiro compromisso do presidente Iohannis ao chegar em Brasília foi a visita ao Memorial, o que é uma homenagem tocante que a Romênia fez ao fundador da cidade, ao Brasil e a Brasília, na semana do aniversário da cidade. Foi uma visita bem positiva, em todos os sentidos”, avaliou.

Para Paulo Octávio, também vice-presidente do Memorial JK, a presença do presidente da Romênia tem um legado importante. “Acho que todo presidente que vem ao Memorial sente a importância que é ocupar este cargo e o que tem de deixar um legado para as futuras gerações. O que se vê no Memorial é um presidente que, em cinco anos, deixou um legado para história, um legado de democracia, de boa governança e de realizações”, afirmou.

Após a visita ao Memorial JK, o presidente da Romênia seguiu para um almoço com o presidente Lula, no Palácio Itamaraty, para debater a intensificação dos contatos políticos e a cooperação em temas ambientais e econômico-comerciais — em especial, na agricultura e aeronáutica. Em seguida, Klaus Iohannis viajou para o Rio de Janeiro, onde teria encontros com autoridades estaduais e municipais.

Conheça a história do Espaço Jasmine Estética Integrativa, no coração de Brasília.

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Mirelle Silva, filha única de mãe solo, tem dois filhos, a Yasmin (19) e o Bernardo (08). Sempre estudou em escola pública, trabalhava em casa de família e cursou técnico em enfermagem, com muita dificuldade, mas também com muita fé e esperança.

Teve sua primeira experiência com as Terapias Integrativas em um SPA onde trabalhou já como técnica em enfermagem e depois de alguns anos atuando na área, foi cursar fisioterapia. Trabalhava à noite em plantão e estudava durante o dia. Por muitos momentos achou que não conseguiria terminar. Mas teve o apoio da família e de todos no trabalho.

“Não é só sobre estética, é sobre ter saúde e qualidade de vida”.

Em meio à pandemia, houveram momentos de dúvidas e incertezas, mesmo precisando dar uma pausa, conseguiu apresentar seu TCC, concluir o estágio e participar de sua tão esperada festa de formatura.

Em 2021 já formada e realizando atendimentos à domicílio, percebeu que essa rotina estava consumindo o seu dia a dia e não estava mais realizada, surgindo assim a vontade de ter um espaço para atender suas clientes. Investiu em um ambiente na casa da sua mãe ( no Paranoá) e assim nascia o Espaço Jasmine, com o objetivo de atender terapias integrativas e massagens.

Sempre em busca de conhecimento, Mirelle não parou de estudar, com isso surgiu a ideia de fazer pós-graduação em fisioterapia dermatofuncional e acupuntura, pois já atuava com auriculoterapia e ventosaterapia e queria ampliar seus atendimentos voltados à estética corporal. Ela conta que busca se especializar e estudar frequentemente.

“Estou terminando mais uma pós-graduação que já está agregando ao trabalho trazendo melhores resultados nos tratamentos”, comenta.

Já em 2022, no dia 03 de setembro, a brasiliense inaugurava com um Coffee Break para amigos, o Espaço Jasmine Estética Integrativa no Setor Comercial Sul, com o propósito de ajudar as pessoas a melhorarem a autoestima unindo os conceitos de saúde, estética, bem estar e qualidade de vida. Faz parte da equipe sua amiga e também fisioterapeuta Tatianny, que auxilia nos atendimentos e realiza alguns procedimentos.

As clientes encontram uma grande variedade de procedimentos no Espaço entre Terapêuticos e Estéticos, dentre os terapêuticos, a auriculoterapia, ventosaterapia, cone hindu, massagem relaxante, liberação miofascial e escalda pés. Nos estéticos, harmonização corporal com tratamentos para gordura localizada, flacidez, estrias, celulite, depilação à laser e logo clareamento íntimo.

Hoje, o Espaço trabalha com avaliação e protocolos individualizados para cada paciente e tem como objetivo um atendimento integrativo, cuidando da saúde de dentro para fora.

“Não é só sobre estética, é sobre ter saúde e qualidade de vida”.

Em cada atendimento usamos os benefícios de ativar os cinco sentidos, fazendo o paciente ter uma experiência sensorial que faz grande diferença nos resultados.

“Eu costumo dizer, que nenhum paciente vai deitar na minha maca e sair do jeito que chegou”, diz Mirelle.

Nas massagens, por exemplo, são utilizados óleos essenciais de acordo com a queixa e o objetivo à ser alcançado. A fisioterapeuta (Crefito 11 338420-F), fala sobre a importância da consulta estética integrativa, realizando uma avaliação para conhecer o paciente, saber suas queixas, objetivos e traçar o plano de tratamento personalizado.

“Não são utilizados protocolos prontos, pois cada paciente tem uma necessidade e um objetivo diferente”.

Para ter bons resultados tanto nos tratamentos estéticos e também nos terapêuticos, como profissional, Mirelle entrega 100% do seu conhecimento, recursos e tratamento e o paciente também deve entregar 100% realizando o que foi proposto durante a consulta, como mudança de hábitos, alimentação, atividade física, qualidade do sono e outros. O objetivo é proporcionar saúde e qualidade de vida, a estética física é só consequência dessa mudança de dentro para fora.

o Espaço Jasmine Estética Integrativa no Setor Comercial Sul.

O apoio fundamental para conciliar a carreira e a vida pessoal, ela recebe de seu companheiro, sua mãe e seus filhos que são seus grandes incentivadores, dando suporte e fazendo com que a vida de empreendedora, mãe e dona de casa se torne um pouco mais leve.

Ficou interessado em conhecer melhor os procedimentos realizados no Espaço Jasmine Estética Integrativa?

Entre em contato conosco e agende seu horário.

Todos os atendimentos ocorrem com agendamento prévio.

Serviço:
Espaço Jasmine Estética Integrativa
SCS Quadra 05 Bloco C Sala 118
Galeria Nova Ouvidor
http://@espaco_jasminedf
WhatsApp 61 99821-3858

Gastronomia no ritmo das linguagens culturais

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O projeto Gastronomia no Ritmo das Linguagens Culturais enxerga a atividade gastronômica enquanto arte e cultura e não apenas como mercado e profissão. A proposta relaciona culinária a música, literatura, cinema e artes visuais, numa construção cultural e histórica da sociedade contemporânea. 

Com receitas criadas exclusivamente pela baseadas em peças culturais, a Chef Natália Sávio desenvolve uma desconstrução da alta gastronomia com produtos acessíveis com simbolismo de afeto, agradecimento e, principalmente, como engajamento na valorização de receitas com insumos das cinco regiões do Brasil. Enquanto obra de arte, a obra O Ovo, de Tarsila do Amaral, parece uma tela simples tal qual pensamos que é fazer um ovo à primeira vista. Mas fazer ovos é uma das aulas mais complexas da gastronomia, pois, além das inúmeras maneiras de ser preparado (ovo cozido, frito, mexido, recheado, omelete, ovo poché, etc), ele precisa ser entendido também dentro da química de alimentos como um ingrediente de fundamental importância no resultado de uma preparação. 

O ovo tem uma função importante na reação química na preparação de um bolo. Por exemplo: as claras em neve são responsáveis por fazer o bolo criar volume e maciez e as gemas, função espessante no preparo de um creme de confeiteiro clássico, além de conferir sabor e coloração. A tela O Ovo será uma das ilustrações temáticas dentro debates com convidados especiais para o projeto. Além do trabalho de Tarsila do Amaral, as receitas serão acompanhadas de profissionais os quais debaterão sobre a obra de Alceu Valença, Machado de Assis, Cora Coralina e outros.

 Para este projeto, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC), do Governo do Distrito Federal, a Chef Natália Sávio convida para esta edição os artistas Cristina Moysés, Andrey do Amaral, Laís Fong, Ana Maria Freitas Coelho, Kekeu Aragão, Antônio Leitão para os quais destinamos uma receita típica de uma região do Brasil com artistas que citam essas iguarias em suas obras. Este é um projeto também acessível com intérprete de LIBRAS e audiodescrição nas apresentações.

·         Dia 23/4 (domingo)*: Natália Sávio e Andrey do Amaral (romance/Sudeste)
Em Memórias póstumas de Brás Cubas, há inúmeras referências gastronômicas. Faremos um arroz doce ou arroz de leite em desconstrução.

·         Dia 06/05 (sábado)*: Natália Sávio e Antônio Leitão (artes visuais/Norte)
A obra O Ovo ou Urutu, de Tarsila do Amaral, também estará dentro deste projeto. Pode parecer simples, mas fazer um ovo não é tarefa fácil.

·         Dia 13/05 (sábado)*: Natália Sávio e Ana Maria Freitas Coelho (poesia/Centro-Oeste). Com leveza, vamos criar um menu de doce (compotas) baseado no poema Todas as Vidas, de Cora Coralina.

·         Dia 20/05 (sábado)*: Natália Sávio e Kekeu Aragão (música/Nordeste)
Com ritmo e sabor, a música Tropicana, de Alceu Valença, é uma aula sobre uma infinidade de frutas brasileiras. Faremos uma salada tropical na cadência pernambucana.

·         Dia 03/06 (sábado)*: Natália Sávio e Cristina Moysés (cinema/Sul)
No audiovisual Estômago, ensinaremos um macarrão à carbonara tal qual o personagem do filme que descobriu seu talento com massas.

*Programação sujeita a alteração sem aviso prévio

Gastronomia no ritmo das linguagens culturais

·         Evento acessível e gratuito

·         Local: A Banka – Qd 10, BL A, Cruzeiro Velho-DF

·         Horário: 16h

·         Informações: gastronomiacomocultura@gmail.com