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Dia da Educação: caminhos para a construção de uma escola antirracista

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Segundo o Instituto DACOR, ações devem envolver desde a formação de educadores até a criação de protocolos para situações de racismo

Existe um consenso no país sobre a necessidade avançar em qualidade a educação brasileira. No entanto, há diferentes perspectivas sobre os caminhos para alcançá-la. Segundo a Base Nacional Comum Curricular, o documento que norteia o currículo escolar, a educação de qualidade está ligada principalmente à formação de indivíduos em suas dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica. Partindo desses princípios, o desenvolvimento pleno está totalmente ligado à estruturação de caminhos para uma educação antirracista.

“A escola, assim como outras instituições, estruturam e são estruturadas pelo racismo, que afeta negativamente o desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos estudantes ao criar um ambiente de exclusão, desvalorização e falta de oportunidades equitativas. Para ela se transformar em um ambiente capaz de promover a valorização das diferenças, são necessárias políticas sistêmicas em âmbito de rede de ensino”, afirma Helton Souto, presidente do Instituto DACOR, organização sem fins lucrativos que atua na produção, integração e disseminação de dados, conhecimentos e evidências sobre o racismo no país.

Para contribuir neste caminho, o Instituto DACOR atua por meio de formações e assessorias nas redes de ensino pública e privada, promovendo ações sistêmicas de enfrentamento do racismo em parceria com outras organizações. Em dois anos de história, já esteve presente em todas as regiões do Brasil apoiando a construção de planos de formações personalizados, de acordo com a realidade de cada local.

“Muitos têm a percepção de que a escola é um lugar protegido de violência. No entanto, a experiência da criança e do adolescente negro é repleta de traumas e indutora de novas discriminações. Ao falar de combate ao racismo nesse ambiente, precisamos pensar em currículo e formação de gestores e de professores, e principalmente na articulação de dados e metas que promovam um olhar amplo sobre a comunidade local”, aponta Helton Souto.

Neste Dia da Educação, comemorado no dia 28 de abril, veja caminhos elencados pelo Instituto DACOR para apoiar a construção de uma educação antirracista:

Dados e monitoramento: É importante que gestores, educadores e estudantes reconheçam o racismo estrutural e entendam como ele afeta as relações sociais. Pesquisas sobre o tema podem apoiar esse entendimento e sensibilizar sobre a necessidade de implementar medidas concretas para combatê-lo, incluindo políticas e práticas que promovam a diversidade, a inclusão e a equidade. Além disso, o levantamento de dados na própria instituição deve ser o ponto de partida para a criação de estratégias de promoção da equidade da organização.

Combate ao preconceito: As escolas devem tomar protocolos e medidas para lidar com situações de racismo de forma a garantir que essas situações sejam tratadas de maneira adequada, justa e transparente, proporcionando um ambiente escolar seguro e acolhedor para todos. Isso envolve uma avaliação detalhada das políticas e práticas atuais da escola, a especificação de medidas adotadas em caso de situações de racismo e a abertura de canais de denúncia.

Formação: Ao criar um protocolo de combate ao racismo para toda a comunidade e promover treinamentos regulares para todos os membros da equipe, é necessário também monitorar regularmente a sua eficácia, coletando dados e feedback dos estudantes, pais e equipe escolar, e realizando ajustes e melhorias conforme necessário. As escolas devem ainda avaliar regularmente seus programas e políticas para garantir que estão promovendo a equidade e a inclusão. Isso pode incluir a coleta de dados sobre o desempenho dos alunos, a taxa de desistência escolar, a diversidade do corpo docente e outros indicadores relevantes. Construir uma educação antirracista requer esforços contínuos e colaborativos por parte de todos os membros da comunidade escolar e da sociedade em geral.

Diversidade e inclusão: Outro passo importante é fomentar a atuação de pessoas negras na gestão e investir na formação de professores em letramento antirracista. “É fundamental que a comunidade escolar tenha acesso a uma trilha formativa capaz de transformar as relações e construir uma rede de aliados da causa. Isso inclusive ajudará os educadores a reconhecerem o racismo quando ele ocorrer na sala de aula e a tomar medidas para combatê-lo”, afirma Helton Souto.

Currículo: Além de ter um corpo docente diverso, que represente a diversidade da população, a escola deve repensar o currículo de modo que todos possam se reconhecer e valorizar suas identidades. Isso envolve incluir a história, cultura e perspectivas de diferentes grupos étnicos e raciais. Desde 2003, ao artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas brasileiras. No entanto, ela ainda não é aplicada pela maior parte das escolas, como aponta umestudo do Instituto DACOR feito em parceria com estudantes do Insper, que deu luz aos instrumentos jurídicos e institucionais para o cumprimento da lei nas capitais e estados brasileiros. A aplicação é importante para garantir o respeito e a promoção da igualdade racial na educação, promovendo a formação de cidadãos críticos e conscientes da importância da diversidade étnico-racial.

Sobre o Instituto DACOR (https://institutodacor.ong.br/)

Criado em 2020, o Instituto DACOR é uma organização não governamental que nasceu da vontade de ser um propulsor de ações para combater o racismo no país. Atua por meio da reunião, integração e disseminação de dados e conhecimentos em projetos para fomentar políticas públicas e privadas por equidade racial.

Espaço Cultural Renato Russo tem espetáculo sobre solidão e transformação

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Peça “Yurusanai”, da artista e pesquisadora Elise Hirako, traz vários elementos da cultura nipônica

Um espetáculo performado por uma atriz de origem nipônica retratando danças e elementos da Terra do Sol Nascente chega ao Espaço Cultural Renato Russo, nesta sexta-feira (28). A peça Yurusanai, da artista e pesquisadora Elise Hirako, será apresentada pela primeira vez em formato teatral. Ela foi criada a partir de um trabalho acadêmico da autora, que resultou também na publicação do livro Yurusanai – Práticas Interculturais. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) da ordem de R$ 100 mil.

“A peça mostra uma mulher que, ao ser abandonada, precisa sublimar essa sensação de solidão. Alguém que busca o autoconhecimento para ser feliz”Elise Hirako, atriz

Doutoranda em Artes Cênicas pela UnB, Elise é autora da pesquisa Performance Intercultural em Situação de Solidão – Japonicidades no Processo Criativo, que deu origem ao espetáculo. No palco, a atriz interpreta uma gueixa em estado de fúria que precisa lidar com o abandono. Yurusanai em bom japonês significa “eu não posso perdoar”. Assim, a apresentação se propõe a ser um ritual de transformação em que questões imperdoáveis passam a ser desveladas.

Yurusanai em japonês significa “eu não posso perdoar” | Foto: André Kazuo Okubo/ Divulgação

“A peça mostra uma mulher que, ao ser abandonada, precisa sublimar essa sensação de solidão. Alguém que busca o autoconhecimento para ser feliz”, conta Elise. “E, assim, eu apresento as danças do Japão, os comportamentos do povo. E elementos da cultura como o barco, a máscara hannya e o origami tsuru, que é o mais conhecido no Brasil”, acrescenta, referindo-se à ave feita por dobradura. O espetáculo terá um intérprete de libras e audiodescrição.

O espetáculo tem a direção musical de Guilherme Mayer e direção artística de Soraia Silva, que orientou a pesquisa acadêmica de Elise e inspirou todo o processo. No sábado (29), dia seguinte à apresentação teatral, o livro Yurusanai – Práticas Interculturais será lançado no Clube Nipo.

Serviço:
Espetáculo Yurusanai
Data: Sexta-feira (28), às 18h
Local: Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) – Sala Marco Antônio Guimarães
Entrada franca, por meio de ingressos retirados no Sympla
Classificação indicativa: 12 anos.

Felicidade tem cheiro de quê? 

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LENVIE responde à pergunta com lançamento de collab sensorial com a Smiley 
Com duas fragrâncias totalmente veganas, as marcas transformam dois sentimentos em perfumes para casa e corpo 
Para você a felicidade tem cheiro de quê? A LENVIE, empresa de perfumaria autoral, se uniu com a marca símbolo da positividade no mundo, a Smiley, para desenvolver uma collab sensorial, que apresenta elementos que deixam as pessoas mais alegres e energizadas.

Para traduzir tudo que a Smiley representa, a neurociência foi um grande aliado da perfumista da LENVIE, Fanny Grau, que desenvolveu as fragrâncias: Happy Place e Energy Place. Ambas contam com velas, difusores e Eau de parfum.

Alegria e um toque energizante compõem o topo da fragrância Happy Place que possui notas de limão, bergamota e mandarina combinadas com um toque exótico e picante de pimenta negra. O corpo combina pétalas de Rosa com Hedione acompanhado pelo caráter marcante do cedro no fundo, e pelo aconchego do Musk com Cashmeran.

Já Energy Place traz no topo notas de capim limão, laranja, erva doce e limão, além de um toque energizante. O corpo contém um elegante e agradável mix de pétalas de Gerânio, Íris e Hedione, acompanhado pelo caráter marcante do cedro no fundo e pelo aconchego do Musk.

“A missão da Smiley é criar um mundo mais gentil e consciente, com inclusão e diversidade no centro. Estes valores estão muito alinhados aos valores da LENVIE, uma empresa que acredita na liberdade das pessoas serem e sentirem. Liberdade que é traduzida na criação dos nossos perfumes”, comenta Fabio Ottaiano, CEO da LENVIE, sobre a parceria.

LENVIE é a única marca na comemoração de 50 anos da Smiley no segmento de perfumaria para casa e corpo, entre todas as ativações criadas desde 2022, em razão do aniversário da embaixadora da felicidade no mundo.

Para encontrar os produtos da collab basta acessar: www.lenvieparfums.com 

Sobre a LENVIEFundada em 2011, a LENVIE traz uma proposta diferente das existentes no mercado. A marca apresenta de maneira disruptiva criações construídas de forma independente e criativa, com a assinatura do casal de perfumistas Fanny Grau e Isaac Sinclair. A marca conta com mais de 200 produtos para a casa, divididos em seis coleções de velas perfumadas, difusores, home spray, sabonetes líquidos e sachês, além de uma iniciativa inovadora e cheia de personalidade que traznove opções genderless de perfumes de uso pessoal.@lenvie_parfumswww.lenvieparfums.com

Sobre Smiley
Smiley (como o conhecemos hoje) foi criado em 1972 pelo jornalista francês Franklin Loufrani, que lançou uma campanha de notícias de bem-estar em vários dos principais jornais da Europa. Por 50 anos, Smiley moldou como compartilhamos felicidade e nos expressamos por meio de produtos icônicos.Smiley é uma marca de estilo de vida perene que, ao longo dos anos, se tornou a figura de proa de uma geração de novos otimistas, influenciando gerações musicais, movimentos sociais, cultura popular e a busca pela positividade por meio da criatividade.Cinco décadas depois, Smiley se tornou mais do que apenas um ícone, uma marca e um estilo de vida: agora é um espírito e uma filosofia, lembrando às pessoas o quão poderoso um sorriso pode ser.www.smiley.com

RECEITA DE PANNA COTTA COM IOGURTE 

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A “panacota” ou “panna cotta” é uma sobremesa típica da região de Piemonte, na Itália. A receita original é feita com nata de leite, açúcar, gelatina e especiarias, como a canela. Ela também pode levar pedaços de frutas ou chocolate. 

A versão da chef confeiteira Walkyria Fagundes é feita com iogurte, geleia de frutas vermelhas e granola artesanal. A chef é a responsável pela confeitaria do seu restaurante, AE! Cozinha, localizado em São Paulo, e traz no currículo passagens por restaurantes e escolas da Itália e Espanha, como a Le Cordon Bleu espanhola.
 
Em 2020, ela e o marido, Ygor Lopes, com quem é sócia no AE! Cozinha, ganharam o título de chefs revelação pela revista Veja São Paulo, no Prêmio “Comer & Beber”, sendo a primeira vez que um casal conquista o título na história da revista.
  
E em 2022 foram chefs convidados para disputar o reality “Iron Chef”, da Netflix.

Confira abaixo o passo a passo da receita na versão da Chef Walkiria:

INGREDIENTES PARA FAZER O SEU PRÓPRIO IOGURTE: 

200G de iogurte natural 1 litro de leite
 
MODO DE PREPARO DO IOGURTE: 

Ferva o leite. Desligue o fogo e deixe que o leite chegue a 45 graus. Em seguida, adicione, adicione o iogurte e misture. Deixe fermentar por 1 dia em temperatura ambiente. 
 
INGREDIENTES PARA FAZER A PANNA COTTA:

200g de creme de leite fresco 40g de açúcar 6g de gelatina 5g de baunilha 300g de iogurte natural 

MODO DE PREPARO DA PANA COTTA: 

Ferva o creme de leite com açúcar. Hidrate a gelatina seguindo as orientações da embalagem. Em seguida, coloque a gelatina hidratada e a baunilha no creme de leite fervido.  Você pode bater a mistura com um mixer de mão para ficar bem diluída. Em seguida, adicione o iogurte e mexa um pouco mais. Se a mistura não ficar totalmente lisinha é só usar um mixer até ela ficar bem diluída.

Números frios não refletem os dramas da realidade na Saúde

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O Distrito Federal supera todos os estados brasileiros quando o assunto é quantidade de médicos em relação ao total de habitantes. Somos, segundo o Conselho Regional de Medicina do DF, 18.258 profissionais com registros ativos para uma população de 3.167.502 pessoas, o que faz uma razão de 5,76 médicos para cada 1.000 habitantes. Sendo bem claro: tem médicos suficientes no Distrito Federal, no serviço público é que falta.

No serviço público de saúde são 2,79 médicos para cada 1.000 habitantes. E isso tirando da conta 29,4% da população que têm plano de saúde, que ainda assim usam o SUS quando não conseguem os atendimentos que precisam – e isso acontece sempre! Se considerarmos os médicos que atendem o SUS em relação ao total da população a razão cai para 2,16/1.000.

O estudo Demografia Médica no Brasil 2015 apontou que, em média, 21,6% dos médicos brasileiros trabalham exclusivamente em serviços públicos de saúde e 51,5% trabalham tanto no setor público quanto no privado. Ou seja, pela média, o SUS empregava 73,1% dos médicos do Brasil. Aqui no DF a tendência é inversa: só 37,4% são contratados pelo GDF para atender pelo SUS.

De 2013 para cá, a população do DF cresceu 19,59% e o número de médicos, 68,65%.O número de médicos com vínculo de trabalho estatutário com a Secretaria de Estado de Saúde do DF, os concursados, caiu de 5.546, para 4.943 médicos nesse período.

A demanda pelos serviços públicos aumentou (pelo próprio crescimento da população), as instalações das unidades de saúde se desgastaram, as condições de trabalho pioraram, faltam meios para dar um bom atendimento aos pacientes e exercer a profissão com dignidade e orgulho. Nem segurança jurídica o profissional tem. O ambiente de trabalho ficou mais inseguro e agressivo e os salários pagos pelo GDF desvalorizaram mais de 50%. Só aumentaram o volume de trabalho dos profissionais de saúde, a insatisfação e o sofrimento da população.

Em uma reunião no Sindicato dos Médicos do DF, na qual discutimos os problemas da pediatria, a secretária de Saúde informou que entre os aprovados no último concurso, só 30% assumem o cargo quando convocados. E desses, boa parte desiste quando encontra prédios degradados, equipamentos velhos (quando não faltam), falta de insumos e medicamentos para dar um atendimento adequado aos pacientes. De 30 que passam no concurso, 10 assumem, mas só quatro permanecem no serviço público.

Os médicos novos pedem demissão. Os mais antigos, se apressam para se aposentar. Enquanto isso, a rede privada de saúde cresce e oferece remuneração e condições de trabalho mais atrativas. Ou seja, para o GDF cumprir a obrigação constitucional de oferecer assistência à saúde do conjunto da sociedade, tem que mudar a estratégia para atrair profissionais. Os médicos querem, sim, trabalhar no serviço público de saúde. Mas para isso, o governo tem que oferecer condições de trabalho dignas e segurança física e jurídica, garantir o que é necessário para que se possa dar a assistência de que o paciente precisa e salários condizentes com a realidade

Por: Dr . Gutemberg Fialho

Empreendedorismo de sucesso: 4 livros que vão te inspirar para uma trajetória lucrativa

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CEO de e-commerce de moda aponta dicas de leitura para quem quer empreender e ter o próprio negócio

O empreendedorismo feminino cresceu 41% durante a pandemia, de acordo com dados do LinkedIn. Ainda existem muitas mulheres que estão iniciando a trajetória do próprio negócio e procuram ferramentas para se aprofundar e conhecer mais sobre a arte de empreender. Bruna Havresko, CEO e fundadora da Modab, e-commerce de moda feminina criado por uma mulher, para todas as mulheres, também começou aos poucos; ela trabalhava com fotografia e decidiu empreender, alcançando seu sonho de ter uma loja de sucesso.

“Empreender é um desafio contínuo, ainda mais quando somos mulheres e nos colocam à prova a todo momento. Mas é possível mergulhar nesse universo buscando apoio em materiais sobre como criar, gerenciar e consolidar um negócio. Certos livros ajudaram a aprimorar o meu empreendimento com reflexões e técnicas que, sem dúvidas, usarei durante toda a minha trajetória”, conta a fundadora da Modab.

Assim, Havresko aponta 4 livros para quem deseja ser empreendedora com uma trajetória de sucesso. Confira:

1- Princípios, de Ray Dalio (2018)
Conhecido como o “Steve Jobs dos investimentos” e fundador da Bridgewater Associates, Ray Dalio aponta técnicas para auxiliar qualquer pessoa ou empresa a alcançar seus objetivos. Dalio fala sobre as “verdades fundamentais”, que servem como parâmetros para tomar as melhores decisões.
 
2- A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne (2019)
Com mais de 3,6 milhões de exemplares vendidos, o livro explica que o êxito duradouro de uma empresa não decorre mais da disputa entre concorrentes. Ele apresenta uma nova estratégia: a criação de “oceanos azuis”, novos e intocados espaços de mercado, prontos para o livre crescimento sem competição.

3- Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso, de Carol Dweck (2006)
Professora de psicologia na Universidade de Stanford, Dweck alega que a maneira como lidamos com os nossos objetivos determina como o sucesso vai ser alcançado. Para ela, o mindset adequado é crucial para os bons resultados e um fator decisivo para explorar todo o potencial empreendedor.

4 – Empresas feitas para vencer, de Jim Collins (2018)
Em seu livro, Jim Collins responde a uma importante pergunta: “Como empresas boas, medianas e até ruins podem atingir uma qualidade duradoura?”. O autor mostra como as companhias triunfam no decorrer do tempo e como o desempenho sustentável de longo prazo pode ser inserido no DNA de uma organização.