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Aprenda a fazer Cupcake de Chocolate com Merengue Italiano

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A confeiteira Bruna Rebelo ensina a preparar o doce

A confeiteira, que faz maior sucesso nas redes sociais com seus doces e bolos, ensina a preparar um cupcake de Chocolate com Merengue Italiano. É para comer também com os olhos, pois fica lindo e uma delícia.

Ingredientes da massa: 
70g cacau
110g açúcar Mascavo
300g café coado 
120g manteiga sem sal
50g óleo 
240g açúcar refinado
150g ovos ( em média 3 ovos médios)
240g farinha de trigo
8g fermento
4g bicarbonato de sódio
3g sal

Ingredientes do Merengue Italiano:

150g de açúcar 
60g de água
70g de claras Gotas de suco de limão (opcional) 

Ingredientes Ganache:

100g de chocolate ao leite 
100g de creme de leite

Passo a Passo da Receita da Massa:

Em uma panela coloque o café coado e uma parte do açúcar mascavo, leve ao fogo só até derreter todo o açúcar. Na batedeira, bata todos os ingredientes secos com a manteiga até virar uma farofinha, depois entre com todos os ingredientes líquidos e bata até sua massa ficar homogênea. 

Coloque a massa nas forminhas de cupcake e leve para assar a 180 graus por aproximadamente 17 minutos.

Depois de pronto e frio, eu recheei os cupcakes com um creme pronto da daBella, que chama Cremeo. Mas você pode rechear com o recheio que mais gostar. 

Para fazer o merengue italiano, primeiro coloque em uma panela o açúcar e a água, misture antes de ligar o fogo e aqueça até chegar em uma temperatura de 112 graus.  Na bateira bata as claras em neve, e adicione a calda aos poucos no cantinho da batedeira, com ela batendo, adicione também a pasta de baunilha e deixe bater até ficar no ponto de merengue. 

Agora é só colocar em um saco de confeitar e decorar seu cupcake. 

Para finalizar, faça a ganache para decorar, basta derreter o chocolate no microondas e misturar ao creme de leite até ficar homogêneo. 

Depois do cupcake recheado, finalizado com o merengue, utilize um saco de confeitar e coloque a ganache por cima do merengue.

Rende 20 cupcakes
Créditos das fotos Divulgação/ Bruna Rebelo

Lira e a direita derrotam governo ao aprovar marco temporal das terras indígenas

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Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados👆🏽

A frágil e incipiente articulação política do governo do presidente Lula, na Câmara dos Deputados, revelou-se mais uma vez no início dessa legislatura, com a aprovação do projeto de lei 490/2007 (marco temporal), por 283 votos a 155.

Como resultado, o governo Lula sai derrotado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Houve tentativa dos governistas de adiar essa votação e esperar o julgamento do tema no STF (Supremo Tribunal Federal), previsto para 7 de junho. Mas, Lira não abriu mão, indo além, ao se pronunciar favoravelmente à proposta antes de começar a sessão. Agora, o projeto segue para apreciação do Senado.

Com a aprovação, pela Câmara, fica aplicado o marco temporal de 5 de outubro de 1988 para demarcação de terras indígenas. Em um dos destaques derrotados, na noite desta terça-feira (30), a federação Psol-Rede queria excluir justamente a restrição de demarcação de terras ocupadas pelos povos indígenas até a data da promulgação da Constituição Federal.

Caráter permanente

De acordo com o texto, para serem consideradas terras ocupadas tradicionalmente deverá ser comprovado objetivamente que essas terras, na data de promulgação da Constituição, eram, ao mesmo tempo, habitadas em caráter permanente, usadas para atividades produtivas e necessárias à preservação dos recursos ambientais e à reprodução física e cultural.

Dessa forma, se a comunidade indígena não ocupava determinado território antes desse marco temporal, independentemente da causa, a terra não poderá ser reconhecida como tradicionalmente ocupada.

foto: Joédson Alves/ Agência Brasil

Supremo

Em sessão marcada para o dia 7 de junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) pode votar uma ação sobre o tema, definindo se a promulgação da Constituição pode servir como marco temporal para essa finalidade. O STF já adiou por sete vezes esse julgamento. A última vez ocorreu em junho de 2022.

Segurança Pública

Já no Senado, a oposição continuou fustigando o governo Lula. Em pronunciamento nesta terça-feira, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) cobrou dos líderes governistas o cumprimento de acordo, feito com a bancada do DF, que prevê reajuste de 18% à área de segurança pública do Distrito Federal.

No discurso, Izalci lembrou que no final de abril deste ano foi feito um acordo com o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), determinando que até 31 de maio seria enviado o projeto com o reajuste de 18% à Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBM-DF) do DF. E para ser efetivado, o governo Lula precisa editar uma medida provisória.

Senador Izalci Lucas cobra governo federal da tributa do Senado. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Polícia DF em 20º lugar

“No acordo firmado com o governo, retiramos o destaque [dos 18% à segurança pública do DF] numa votação com essa condição. Hoje, estamos em vigésimo lugar [no Brasil] em termos de remuneração da Polícia Civil”, disse Izalci Lucas.

Ainda segundo o senador do DF, ao participar de almoço com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, cobrou o cumprimento do acordo pelo governo

Cia Street Cadeirante celebra 5 anos com oficina virtual gratuita

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100 vagas estão disponíveis para as aulas de dança destinadas a pessoas em cadeira de rodas e deficiência física de todo o país
Pioneira em danças urbanas com bailarinos em cadeira de rodas no Brasil, a companhia brasiliense de dança Street Cadeirante completa cinco anos de atividades em 2023. Para celebrar com a alegria característica do grupo, a oficina gratuita Street Virtual, que permite a participação de pessoas com deficiência física de todo o país, abriu inscrições. Essa é a segunda edição do projeto, que inicia a partir de 06 de maio, por meio da plataforma Zoom.

Serão seis meses de curso com professores-coreógrafos renomados no mercado nacional. As aulas serão com Fiakra, Eduardo Amorim e Fernando Perrotti, que atualmente participa do quadro Dança dos Famosos, do Domingão com o Huck, como par da influenciadora Rafa Kalimann. Bailarinos cadeirantes experientes da companhia também estarão nas oficinas como monitores para ajudar no desempenho dos participantes.

Para se inscrever, os interessados em se movimentar com acessibilidade, ritmo, e coreografias sincronizadas devem preencher o formulário disponível nas redes sociais da Cia Street Cadeirante (@streetcadeirante) ou no site streetcadeirante.com/danca2023. Até 100 pessoas com deficiência física poderão participar desta temporada.

Formado atualmente por Ana‌ ‌Cláudia‌ ‌Fiche‌, Carla Maia, Delma Ferro, Estevão ‌Lopes, Julliana Lindsem, Kássia Gomes, Léo Friedrich, Mariana Guedes, Maria Piedade e Wal Coimbra, o grupo Street Cadeirante iniciou em Brasília, com encontros presenciais. A expansão das aulas pela internet ocorreu durante o período de isolamento social da Pandemia de Covid-19, conta Carla Maia, jornalista e bailarina fundadora da companhia. O resultado foi um maior alcance do trabalho, que permitiu a integração de pessoas de diversos estados e, até, de outros países.

“O Street Virtual consegue incluir mais pessoas nesse sonho de viver a dança e os movimentos. É uma libertação e uma renovação de perspectivas, para uma vida que antes vinha sendo compreendida a partir da imobilidade”, ressaltou Carla que já era bailarina aos 17 anos quando sofreu uma lesão medular e adquiriu uma tetraplegia.

TRAJETÓRIA DE SUCESSO

Desde que foi criada, Cia de Dança Street Cadeirante já se apresentou para grandes públicos em eventos de destaque em Brasília, como Capital Moto Week e o Festival Na Praia. Em 2021, foi premiado no Festival Funarte AcessibiliDança Virtual, que propiciou contar no ESPETÁCULO documentário “Rodas em Dança: Livres e Lives”, o protagonismo da Companhia no enfrentamento à pandemia e na oferta de aulas gratuitas, e ao vivo, por plataforma digital. Com direção artística de Eduardo Amorim, o documentário foi lançado em exibição que lotou o Cine Drive In, em Brasília. 

Em 2022, foram 93 aulas gratuitas, com mais de 1200 participações.  O Street Cadeirante Virtual não tem fronteiras, e alcançou pessoas com deficiência de vários locais do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Sergipe, Pará, Bahia, Goiás, Paraíba, Distrito Federal, e também de fora do país, como do Paraguai. 

O projeto Street Virtual é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, e tem apoio da Agenda Cultural Brasília, do Instituto Levvo, da Mais Brasal, da Companhia Athletica, do Grupo Coqueiro Materiais para Construção, e da In9ve Contabilidade. A elaboração, gestão e assessoria de imprensa do projeto são da Agenda Cultural Brasília. O Street Virtual terá audiodescrição nas divulgações e disponibilizará no site do projeto o aplicativo de acessibilidade V-Libras, criado pelo Ministério do Planejamento, para atender também pessoas com deficiências visual e auditiva.

SERVIÇO:
Street Virtual – Oficina de dança online, para cadeirantes e pessoas com deficiência físicaInscrições: gratuitas e limitadas a 100 pessoas. Formulário de inscrição online, em link disponível nas redes sociais do Street Cadeirante e no site streetcadeirante.com/danca2023
Aulas: começaram 6 de maio, aos sábados, às 17h.
Duração: 6 meses
Instagram: https://www.instagram.com/streetcadeirante/
Facebook: https://www.facebook.com/streetcadeirante

Harry Potter, Star Wars e Batman: veja lições de finanças da cultura pop na segunda edição do livro “Negócios de Nerd” 

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No livro do escritor André Charone os filmes, desenhos e séries não servem apenas para entreter, mas podem também ajudar seu bolso.

A segunda edição do livro “Negócios de Nerd” do contador e empresário André Charone, é uma obra que oferece uma abordagem única e envolvente sobre o mundo dos negócios, gestão, liderança e finanças.  
Com analogias e metáforas inspiradas em personagens icônicos da cultura pop, como Harry Potter, Luke Skywalker, Batman e Super Mario, o livro desperta o lado nerd e empreendedor dos leitores. 

O livro segue a linha da primeira edição, mas agora com ainda mais conteúdo e uma diagramação muito especial, que torna a leitura mais agradável e didática. Passando de 74 para 120 páginas, o livro ganhou uma boa encorpada, apresentando novas lições e conceitos importantes para o sucesso empresarial. 
O autor apresenta ao leitor como cuidar das finanças com o Tio Patinhas, inovar na sua empresa com base nas estratégias da Marvel e gerir o negócio com base nas lições do Mestre Yoda.

O livro é repleto de referências divertidas, que levam os leitores em uma jornada emocionante de aprendizagem. 

Além disso, o livro oferece uma abordagem inovadora ao mundo dos negócios. Ao invés de tratar o assunto com a formalidade e rigidez típicas do mundo empresarial, “Negócios de Nerd – 2ª edição”, convida os leitores a explorar o universo da cultura pop para encontrar lições valiosas para os negócios. 
As histórias de filmes, séries e desenhos também podem ensinar muito sobre contabilidade, gestão e empreendedorismo, e é uma obra atualizada e indispensável para empreendedores, gestores, estudantes e qualquer pessoa que deseja explorar novas abordagens para o mundo dos negócios e da gestão de forma descontraída.   O livro está disponível nos principais sites de vendas online do país. 

Sobre André Charone:   

Contador, professor universitário, Mestrando em International Business pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA).    
É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e dezenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional.   
André acaba de lançar o volume dois do seu livro “Negócios de Nerd”, que na primeira versão vendeu mais de 10 mil exemplares.  
Instagram: @andrecharone    
Fotos: divulgação/consultóriodafama 

O TEATRO BRASILIENSE ESTÁ NA EUROPA

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Vejam só.

O Coletivo Levante é um grupo de teatro brasiliense composto pelos atores Lucca Marques, Rafael Salmona e Vinícius Facó. 
Depois de apresentar “Uma Crônica para quem não deveria AMAR”, de Rafael Salmona, em
Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, o grupo saiu do Brasil em março, para encenar a peça em Portugal e Espanha, para isso contando com o apoio do FAC.

Depois de apresentá-la em Porto, Lisboa, Barcelona e mais 3 cidades portuguesas, o grupo foi selecionado para levar a peça outra vez a Porto, Oeiras, Póvoa de Santa Iria e Sintra.

Com o sucesso alcançado, o Coletivo Levante foi convidado para encenar outras duas peças em Sintra, Setúbal, Barcelona, Oeiras, Povoa de Santa Iria e Porto. “Sombrio”, de Lucca Marques e Rafael Salmona, que terá a direção de Fernando de Carvalho, e “O Jogo de Júlia”, uma adaptação do autor sueco August Strindberg, publicada originalmente no século XIX com o título de “Miss Julie”.

A direção de “O Jogo de Júlia” é de Salmona e estarão no elenco Maria Léo Araruna e Vinicius Facó.

O grupo já apresentou “O Jogo de Júlia” em Brasília, mas a estreia de “Sombrio” será na Europa.

O grupo atualmente está mobilizando um financiamento coletivo para conseguir executar a circulação dos novos espetáculos.

As informações podem ser obtidas pela página do grupo nas redes sociais, @ocoletivolevante.

Governador e bancada do DF arrancam declaração de Omar Aziz em favor do fundo constitucional

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Por Paulo Santos

Nesta terça-feira (30), parte da bancada de senadores e de deputados federais do Distrito Federal e o governador Ibaneis Rocha (MDB), procuraram o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator do arcabouço fiscal (PLP 93/23), que tramita no Senado após a provação na Câmara dos Deputados. A reunião foi na casa do senador em Brasília.

Além do governador, participaram do encontro os senadores Izalci Lucas (PSDB), Leila Barros (PDT), o deputado Alberto Fraga (PL) e o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz Júnior.

FCDF é essencial

A comitiva do DF foi mostrar a Omar Aziz os impactos na base de cálculo do fundo constitucional após a inclusão no novo regime fiscal. Segundo dados do GDF, o prejuízo chegará a R$ 87,8 bilhões até 2033, se a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados entrar em vigor.

“Expliquei ao senador Omar que o FCDF é essencial para mantermos a segurança pública dos três poderes e garantirmos a qualidade de vida dos brasilienses. O senador Omar se comprometeu a ouvir a bancada do DF e os governos federal e local”, contou a senadora Leila Barros (PDT-DF).

Medida injusta

O relator do arcabouço fiscal classificou como “injustiça” a inclusão Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) no teto de crescimento do novo regime aprovado pela Câmara dos Deputados. Aziz se mostrou preocupado com o risco que a medida representa para a manutenção de serviços essenciais de Brasília, custeados pela União por meio do FCDF.

Articulações intensas

Apesar da visível sensibilização do senador Omar Aziz, o governador Ibaneis Rocha reconhece a dificuldade em retirar o fundo constitucional do DF da proposta do arcabouço fiscal. Por conta disso, o chefe do Executivo prometeu intensificar as conversas e negociações os demais senadores, assim como buscar uma reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PDS-MG).

“Vai ter muita negociação com o governo federal e senadores. Temos que trabalhar muito. Estou conversando com o Rodrigo Pacheco para marcar horário e irmos lá com a bancada fazer essa conversa com ele. Temos falado com vários outros senadores também”, disse Ibaneis ao Metrópoles.

Estratégias

O projeto de lei complementar vai tramitar na Comissão de Assuntos Econômicos antes de ir ao plenário.

De acordo com o senador Izalci Lucas, a bancada do DF tem duas linhas de ação para retirar o FCDF do arcabouço fiscal que está no Senado: por meio de um destaque e, em acordo com a Câmara dos Deputados, aprovar essa modificação.

A segunda saída, em caso de aprovação do projeto como veio da Câmara, é negociar com a liderança do governo para que o presidente Lula vete o item quando a matéria sair do Senado.