Início Site Página 1543

Sob nova direção, Centro Hípico Lago Sul renova pista de salto e eleva nível de competições no DF

0

Prova inaugural de hipismo contou com a participação do cavaleiro olímpico Vitor Alves Teixeira, que desenhou e comentou percursos em tempo real

Palco de grandes competições de hipismo no Distrito Federal (DF), o Centro Hípico Lago Sul (CHLS) conta agora com uma novíssima pista de salto, feita de areia e dentro dos padrões internacionais. A iniciativa é da nova direção do espaço, que há menos de seis meses à frente do projeto, impulsiona a hípica para a prática da equitação, seja para esporte, lazer, terapia ou turismo. Montaria é recomendada para crianças a partir dos 7 anos.

Campeã brasiliense de amazonas em 2017 (categoria mirim / 1m20) e vice-campeã do Concurso de Salto Nacional Agromen em 2016 (categoria pré-mirim / 1m20), Mariana Moreira da Conceição aprovou o novo investimento, que é somado a outras duas pistas de salto, um picadeiro aberto e uma pista de adestramento. Para a atleta de apenas 14 anos, a novidade significa mais motivação, segurança e resultados para os conjuntos (cavalos e cavaleiros/amazonas).

“Agora os nossos treinos são mais bem aproveitados, com o maior conforto possível para os nossos cavalos. Com certeza é muito mais empolgante treinar ao saber que temos uma pista com tanta qualidade”, afirma ela, que treina diariamente e compete com dois cavalos.

A colega de picadeiro, Bianca Monteiro, destaca que a nova pista acompanha a modernização da prática do esporte e também eleva o nível das competições. Com 16 anos, a amazona coleciona vitórias importantes para o hipismo brasiliense, como no Concurso de Salto Nacional Chevaux de 2017 (ouro na categoria 1m20) e no Conjunto Festival Hípico (prata na mesma categoria, no ranking da Federação Hípica de Brasília).

“Esta mudança foi de extrema importância, pois como o esporte está sempre se modernizando e o nível está cada vez mais alto, esse cuidado foi fundamental para acompanhar o nível dos animais, a modernização das hípicas e para que continuemos entre as melhores hípicas de Brasília.”, avalia Bianca, que vê o hipismo como uma ferramenta de superação.

Nova direção

Atleta e empresária, a aluna do CHLS que hoje ocupa a direção do estabelecimento junto a um grupo de empresários, Adriana Andreoli explica que a intenção da nova diretoria, que assumiu em maio desse ano, é tornar a única hípica do Lago Sul referência dentro e fora do DF. Sobre a nova pista, ela revela a adoção de uma manutenção diferenciada que garante a homogeneidade do picadeiro, com umidade e quantidade de materiais soltos adequados, sem falar no uso de traços e obstáculos convidativos.

“Nossa proposta é fornecer uma estrutura de primeiro mundo. Temos um espaço único, que é um ambiente rural no meio da cidade. Lugar agradável para cavalos e cavaleiros, e frequentadores em geral”, diz a gestora, que ingressou como atleta na hípica em 2013, após ser influenciada pelos filhos Catharina e Cristiano.

BOX

Inspiração dentro e fora do País, Vitor Alves Teixeira participou da prova inaugural da pista de areia do CHLS, em agosto. Na ocasião, o cavaleiro olímpico fez elogios e recomendações, deixando uma mensagem especial aos atletas brasilienses.

“Mesmo os grandes campeões perdem mais do que ganham. É somente errando que nós temos a condição de aprender. E é com o erro que podemos pegar experiência e podemos evitar erros futuros. Dedicação, trabalho, disciplina e humildade são fundamentais para este esporte. Tendo tudo isto, certamente a vitória será uma consequência e é importante saber que mesmo que sejamos perfeitos, existe um ser vivo conosco que devemos saber perdoar quando cometer falhas”.

Vitor Teixeira participou dos Jogos Olímpicos de 1984 (Los Angeles), 1988 (Seul) e 1992 (Barcelona), e dos Jogos Pan-Americanos de 1991 (Havana), 1995 (Mar del Plata) e 1999 (Winnipeg), com dois bronzes. Foi técnico do Paraguai e, por último, da Argentina, quando este país conquistou de forma inédita a oitava colocação na competição de saltos por equipes nos Jogos Olímpicos de Atenas (Grécia), em 2004. À frente da Argentina, na condição de treinador, também conquistou a prata nos Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto (Canadá).

Serviço:

Centro Hípico Lago Sul

(61) 3339-0852 / 9 8159-1331  
secretaria.hipicalagosul@gmail.com

Maternidade e Depressão pós-parto

0

A depressão pós parto é um fenômeno muito amplo, no entanto, muitas vezes tratado de forma reducionista, e ainda causa um grande estranhamento o fato de que a gravidez e o puerpério podem ser vividos de maneira sofrida, adoecida. Como o nascimento de uma criança (que desejada ou não, é uma promessa de vida) pode desencadear tamanho sofrimento? A verdade é que há um grande tabu pregando que a mulher deve estar sempre radiante com a experiência da maternidade, ainda que a realidade nos mostre que essa vivência pode ocorrer em meio a muita angústia e aflição.

Tal tabu se reflete em como a sociedade em geral refere-se à depressão pós parto, seja culturalmente ou cientificamente. As considerações acerca do tema costumam se encaixar em alguns eixos: há a tendência biológica, que justifica a DPP por meio do boom de hormônios que acomete a mulher principalmente durante o trabalho de parto, ainda que existam estudos que comprovem a ocorrência de DPP e Baby Blues também em mães adotivas e mães de bebês prematuros (Szejer, 1997). Ademais, se todas as mães estão sujeitas a alterações hormonais durante todo o processo de gravidez, por que só algumas desenvolvem a depressão?

Um dos eixos a ser também considerado diz do preconceito em relação ao sofrimento das mães puérperas, que culmina na banalização da depressão pós parto e faz com o que seja mais difícil identificá-la e, consequentemente, tratá-la. A pesquisa Nascer no Brasil, desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz, constatou que o índice de mães brasileiras com sintomas depressivos é de 26.3%, taxa que além de ser alta por si só, está acima da média para países em desenvolvimento, que é de 19.8%, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde (THEME et al, 2016).

 

Mesmo sendo uma doença grave e um problema de saúde pública, as mães deprimidas se sentem inadequadas e desamparadas, e sofrem triplamente: além de todos os sentimentos conflitantes e negativos em relação à maternidade e ao bebê, elas vivem uma enorme culpa por estarem se sentindo dessa maneira e ainda se privam de compartilhar essa condição, já que a visão romantizada da maternidade acaba não dando espaço para que o sofrimento das mães seja de fato acolhido.

Cientificamente, existe uma prevalência de estudos que abordam a depressão pós parto unicamente a partir da perspectiva do bebê, buscando descrever os sintomas e explicar quais as repercussões da depressão materna no desenvolvimento infantil. Talvez até você mesmo, leitor (a), tenha achado estranho algo escrito sobre a depressão pós parto que fale sobre o lugar da mãe, ao invés de focar nas consequências para o bebê. Essa questão perpassa uma fala muito comum entre as mães, que dizem “agora é tudo sobre o neném, ninguém nem lembra mais de mim”; assim que o bebê nasce, as palavras da mãe se ocultam, é realmente tudo sobre/para/por causa do bebê. Obviamente, é fundamental que a criança seja cuidada e amada, mas essa não é uma demanda unicamente do filho: as mães também precisam de sustentação nesse momento tão delicado.

Em suma, ainda que seja necessário dividir a depressão pós parto em vieses e abordagens diferentes, é preciso tomar cuidado: essa mesma divisão que nos organiza pode acabar caindo numa tendência padronizadora, que ou negligencia a depressão ou a trata exclusivamente pelo que ela tem de comum, que se repete para todas as mães. Como em qualquer experiência, há algo que escapa: de um jeito penoso ou não, a maternidade vai ser vivida de forma única por cada mulher e para cada filho.

Sendo assim, o objetivo deste artigo não é descrever a sintomatologia da depressão pós parto ou propor uma cura, mas oferecer uma visão que ultrapasse a tendência patologizante que permeia o assunto, buscando considerar a gravidez e a maternidade como experiências que revolucionam a constituição subjetiva da mulher e que são capazes de proporcionar uma revolução psíquica na família como um todo, afinal, não existe organização no mundo que um bebê não seja capaz de desorganizar.

Por vezes, deixamos passar batida a magnitude da experiência da maternidade. A começar pela descoberta de que espera um (ou mais) filho (s), até vivenciar a gravidez, o parto e o pós parto, existe essa travessia que a mulher vai realizar, e sempre à sua maneira. Ser mãe é viver constantemente um processo de reconhecimento: de si mesma, de cada nova situação em que se encontra e desse outro ser com quem se encontra – desse filho que é tanto previsto quanto imprevisível.

Muito mais do que algo instintivo, estar grávida é uma experiência única e sem precedentes, e talvez a depressão pós parto faça mais sentido se nos permitirmos encarar a gravidez como a vivência complexa que ela é. Gerar uma nova vida significa, no mínimo: sair do papel de filha para o papel de filha E mãe; construir a própria família; pular uma geração; saltar uma etapa em seu próprio desenvolvimento; desconstruir e reconstruir sua relação com a própria família; se perguntar como foi a sua própria gestação e nascimento; se colocar social e culturalmente como mãe, arcando com todo o peso que esse status é capaz de proporcionar, etc etc etc.

Talvez nem as mães se deem conta da grandiosidade do papel que desempenham, desconhecem seus próprios sentimentos em relação à gravidez, e quando os conhecem, muitas vezes a sociedade não os legitima. Existe toda uma cultura que prega a importância do pré-natal, mas e o pós? O parto é um recomeço, então até quando vamos tratá-lo como um fim?

Quando a mulher dá à luz, ela se coloca à luz; está ali, vulnerável, sabendo que muita coisa está por vir, e mesmo com toda a preparação rumo ao vir-a-ser mãe, no fundo permanece a certeza de que inevitavelmente o ser mãe será inédito. Cabe lembrarmos que o parto é o momento chave no qual o bebê nasce para a vida, mas a mulher sai da gravidez, do estado de plenitude, para se deparar com um vazio no seu corpo e com um novo ser que dependerá exclusivamente dela. Também é o momento no qual as expectativas e ansiedades que acompanharam a gestação tomam uma dimensão real, e vão confirmar ou não tudo que se pensava anteriormente sobre essa experiência e sobre o próprio bebê.

O susto e o impacto do parto caminham paralelamente à descoberta de que o “instinto materno” não tornará fácil a tarefa de ser mãe, e isso pode ser traumático. O tornar-se mãe sempre será desafiador, é lidar todos os dias com as imensas dificuldades e mesmo assim escolher os motivos (que sempre serão subjetivos e singulares) que fazem tudo valer a pena.

Olhar para a maternidade de uma maneira mais sincera e se conscientizar de que ela pode gerar sofrimento em diferentes graus não faz essa experiência perder o brilho, mas pode proporcionar uma compreensão de que ser mãe é trabalhoso tanto fisicamente quanto psiquicamente, e que é preciso olhar para as grávidas e para a maternidade com o devido cuidado.

Não podemos ser radicais a ponto de dizer que a depressão pós parto é apenas uma das maneiras de vivenciar a maternidade, mas negligenciá-la e banalizá-la é um grande desserviço à sociedade. Podemos tentar compreendê-la, atribuir-lhe um sentido, e principalmente, dar voz ao que as mães tem a dizer: elas saberão dizer com propriedade, mas precisam de espaço e de escuta.

 

REFERÊNCIAS:

 

SZEJER, Myriam et al. Nove meses na vida da mulher: uma abordagem psicanalítica da gravidez e do nascimento. Casa do Psicólogo, 1997.

 

THEME, Mariza Miranda et al. Factors associated with postpartum depressive symptomatology in Brazil: the Birth in Brazil national research study, 2011/2012. Journal of affective disorders, v. 194, p. 159-167, 2016.

ESCOLA DE REMO GUAIBA MOVIMENTA O LAGO JK

0

Com barcos que chegam a 18 metros, a Escola de Remo Guaibe está pronta para receber alunos de todas as idades.

Por Luís H Andrade | Fotos: Matheus Bueno

O lago Paranoá possui uma grande gama de atividades aquáticas para todos os públicos e idades. Foi pensando nisso que o gaúcho Breno Manczck resolveu largar tudo em São Paulo e vir para a Capital Federal. Com quase 30 barcos disponíveis para uso, a Escola de Remo Guaíba, está preparada para receber pessoas de todas as idades.

Apesar de só ter turmas com adultos, Breno está empolgado para receber crianças e adolescentes já no primeiro semestre de 2018.

 

Breno Manczck / foto: Matheus Bueno

Mesmo encontrando pequenas dificuldades no Brasil, para achar barcos exclusivos para crianças, Breno garante que não há problemas: “as crianças pegam tudo muito rápido, o Lago Paranoá é bem profundo, com áreas que atingem até 30 metros. Mas existem todos os pré-requisitos de segurança. Os barcos flutuam e há sempre o instrutor junto com aqueles que estão começando,” acrescenta.

A mensalidade é de 190 reais, para aulas de três a quatro vezes por semana, tendo o próprio Breno como um dos instrutores.

Jânio, auxiliar do Breno, é o responsável pela manutenção dos barcos e é um dos poucos construtores de barcos no Brasil.

Atualmente, a escola conta com 30 alunos, que praticam até quatro vezes por semana.

Existem barcos gigantescos, com até 18.4 metros, com capacidade para até dez pessoas.

“O lago é maravilhoso, mas é mal aproveitado. Poderia investir em Remo, vela, canoagem…”

 

Competições

A escola Guaíba participa e incentiva os seus alunos a competirem em campeonatos. O remo, por ser um dos mais antigos e tradicionais esportes, é considerado desde 1900 como modalidade olímpica.

Com uma mistura de técnica, sincronia de movimentos, força e preparo físico. Por isso, o remo acaba sendo considerado uma das melhores formas de desenvolver o bem estar geral.

Foto: Matheus Bueno

Barcos e Remos:

Para praticar o esporte são necessários o barco e os remos. Estes últimos possuem de 250 a 300 cm de comprimento com uma pá de cerca de 50 cm por 25 cm em sua extremidade. Dividem-se em:

Remos “de ponta” ou “palamenta simples”, onde cada remador segura um remo com ambas as mãos, mais longo; Remos “de palamenta dupla”, onde cada atleta segura um remo em cada mão. Os remos clássicos eram feitos de madeira, enquanto os novos, os modernos são construídos em material sintético, especialmente a fibra de carbono.

Foto: Matheus Bueno

Para a competição, os barcos de remos são mais longos, formados por uma secção semicircular, para reduzir a resistência da agua. O atleta senta em um assento que desliza sob trilhos, que estão presos a estrutura do barco.  

Os barcos, assim como os remos, eram construídos em madeira. Atualmente, quase todos são construídos com fibra de carbono e plástico. Porém, os barcos profissionais, podem atingir preços bastante elevados. Alguns custando mais de R$ 50.000,00;

Existem vários tipos de barcos, que são classificados de acordo com:

  • Número de remadores: nas modernas competições, um, dois, quatro ou oito atletas;
  • Palamenta simples ou palamenta dupla;
  • Timoneiro: barcos com timoneiro, na proa ou na ré do barco (frente ou parte traseira do barco), ou barcos sem timoneiro;

    Foto: Matheus Bueno

Com isso, existem oito classes de barcos, sendo três de palamenta dupla e cinco de palamenta simples, conforme a seguir:

  • Single Skiff (1x) – Um remador com dois remos
  • Double Skiff (2x) – Dois remadores com dois remos
  • Four Skiff (4x) – Quatro remadores com dois remos
  • Dois Com (2+) – Dois remadores com apenas um remo para cada atleta e timoneiro
  • Dois Sem (2-) – Dois remadores com apenas um remo para cada atleta
  • Quatro Com (4+) – Quatro remadores com apenas um remo para cada atleta e timoneiro
  • Quatro Sem (4-) – Quatro remadores com apenas um remo para cada atleta
  • Oito Com (8+) – Oito remadores com apenas um remo para cada atleta e timoneiro

 

Serviço:

  • Escola de Remo Gauíba
  • Responsável: Breno Manczck
  • Mensalidade: R$190,00
  • Endereço: SCES – trecho 02 conjunto 31 – Clube ASBAC
  • Telefone: Tel: (61) 9905-4943

Sereismo: Um mergulho na diversão

0

As referências da Cultura Pop criaram um mundo maravilhoso sobre os mistérios do alto mar. Sereias e tritões compartilham muito em comum e criam gerações e gerações de apaixonados pela água

Por Luís H Andrade | Fotos: Thais Picchi

Para muitas garotas ser uma sereia era um sonho distante. Acostumadas com os filmes e contos de fadas da Barbie, A Ariel –  Pequena Sereia e, seriados de televisão como “H2O – Meninas sereias”, e até mesmo em filmes como Piratas do Caribe e Harry Potter, que apresentam espécies diferentes.

Porém, uma onda de diversão atingiu em cheio as garotas: O Sereismo.

Originalmente criado para definir pessoas que gostavam de fazer o Costume Play, ou “Cosplay”, se vestindo com tudo que remetia ao mar, o Sereismo tomou conta mundialmente e virou uma febre, e para muitas um estilo de vida.  Garotas e também alguns garotos estão descobrindo que é possível sim, viver uma fantasia.

E para ser uma sereia completa não precisa de muita coisa. Apenas uma cauda e amor pela natureza.

Curiosamente, as caudas podem ser feitas de neoprene, aquele tecido utilizado em confecções de produtos para nadadores, lycra, silicone e até mesmo com fibra de vidro. A confecção de caudas pode demorar até seis meses e os valores podem ultrapassar os 500 reais.

Não há uma dieta restritiva para adotar esse estilo de vida ou muitas regras. Porém, é necessário gostar e se sentir conectada a natureza, proteger todos os animais e, claro, o mar. Países como Nova Zelândia, Austrália, Filipinas já possuem uma cultura de preservar e estudar o sereísmo.

Aqui em Brasília, por outro lado, temos a Aquamagia. Um espaço especial para todos que buscam se descobrir como nadadores.

Plano Brasília (PB) o que é Sereismo?

Thaís Picchi: O movimento de sereias tem acontecido no mundo todo. Aqui no Brasil, algumas pessoas deram o nome de sereismo. Mas está ligado à moda, aos elementos do mar. No mundo inteiro tem gente que gosta de se vestir, o pessoal do cosplay, numa maneira lúdica. E tem gente que gosta dos livros, dos filmes. Começou assim a ter várias sereias trabalhando em aquários, dentro d’água. É como se fosse uma dança dentro da água.  A gente aprende a se manifestar de maneiras diversas. É uma expressão artística.

Começaram a surgir classes, aulas de sereias porque existem vários tópicos relacionados a mergulho que você aprende. Tanto o mergulho em apnéia, quanto o de movimentação dentro d’água.

Em vários lugares do mundo, como China, Hong Kong, Argentina as pessoas estão dando aula e criando grupos de prática. No Aquário de São Paulo, por exemplo, existem apresentações.

A atuação das sereias está ligada a proteção do meio ambiente. Então muitas utilizam esse encanto a figura, para chamar atenção para que possamos cuidar melhor dos mares. É um trabalho muito importante que a gente faz.

Plano Brasília (PB): Existem restrições para a prática?

Thaís Picchi: Para fazer as aulas em turma é necessário saber nadar. Indicamos a partir de 7 ou 8 anos. Menores precisam de aulas particulares. É necessário, porém, ter alguns cuidados com segurança. Se a pessoa for usar a cauda, mesmo que tenha feito as aulas, sempre vai treinar com outra pessoa junto. É necessário ter a presença de algum adulto no ambiente.

Fotos: Thais Picchi

PB: Como são feitas as aulas?

Thaís Picchi: A aula introdutória é muito legal. Conversamos sobre a ideia que cada uma tem das sereias, como se identificam com elas. Tiramos algumas fotos para fazer um registo. Elas escolhem as caudas, acessórios, colares de pérolas. Podem usar maquiagem não tão convencional até batom azul.

Aprendemos depois a como mergulhar, fazer aquele splash fora d’agua e giros.

PB: Quantidade de pessoas por aula?

Thaís Picchi: São até seis pessoas por turma. É algo mais privado, cuidadoso. Porque elas estão na água, né? com algo diferente no corpo delas. Elas precisam aprender a se movimentar com aquela cauda. Já dei aula para garotos, pré-adolescentes. Há alguns adultos que entram em contato comigo, mas não tive nenhum Tritão adulto. Estou louca para ter.

PB: Há garotos no curso?

Thaís Pichi:

Já dei aula para garotos, pré-adolescentes. Há alguns adultos que entram em contato comigo, mas não tive nenhum Tritão adulto. Estou louca para ter.

Thaís Picchi: O curso intermediário é feito com técnicas de mergulho em apneia, várias movimentações debaixo d’agua, expressão em baixo d’agua, movimentos sincronizados e questões de segurança e emergência.

PB: Qual o valor do curso?

Fotos: Thais Picchi

Thaís Picchi:  Aqui em Brasília nós trabalhamos com o valor de R$ 425 Reais. O preço inclui a caudas, as fotos, a aula prática na piscina e o certificado internacional. Eu sou mergulhadora em apneia e tenho alguns recordes, já fiquei 4,5 minutos sem respirar. Fiz o curso para ser professora de sereia nas Filipinas, em uma das escolas mais tradicionais do mundo.

Nas aulas, as mulheres se realizam. É um sonho de criança. Tem gente que se conecta a figura de sereias de maneiras diversas. Tem gente que sempre se imaginou sereia. Tem algumas que falam sobre ser livre, ser autônoma.

 

Serviço:

Everest: Um novo conceito de ensinar

0

Formar pessoas íntegras, trabalhando em conjunto com suas famílias, para que sejam líderes de ação positiva e construtores convencidos da civilização, da justiça e do amor, segundo os princípios do humanismo cristão. Conheça o colégio Everest.

Por: Diego Tolentino

Dentro do Lago Sul, essa é a localidade do mais novo conceito em ensino de Brasília, o colégio Everest. Com os três pilares, educar, ensinar e formar, o colégio Everest procura sempre desenvolver todas as faculdades intelectuais do aluno para que sejam utilizadas  no processo de construção de conhecimentos. Então, levar os estudantes a aprender a pensar, aprender a se expressar, aprender hábito e técnicas do estudo autônomo é sempre focar suas atenções no aluno.

O colégio surgiu fazendo parte da Rede Semper Altius, um grupo educativo com mais de 60 anos de experiência, que segue o modelo de Formação Integral desenvolvido pelo Movimento Regnum Christi e está presente em 17 países no mundo.  Em Brasília, o colégio teve fundação em 2013 com as turmas da Educação Infantil (kinder) e os 1º e 2º ano do ensino fundamental. A partir de 2018 o colégio irá oferecer do Kinder 1 (alunos a partir de 1 1/2 anos) à 7ª série do Ensino Fundamental II, mas num futuro próximo , o colégio pensa expandir seus horizontes, oferecendo ensino médio aos seus alunos.

Além disso o colégio tem seus diferenciais pautados sempre em:

Formação internacional

Iniciando uma educação bilíngue (português e inglês) para que a criança ainda pequena compreenda que um mesmo objeto terá dois sons, duas escritas e um mesmo significado. Considerando o cérebro em formação, isso tem um significado importante: trabalha a questão do “outro” desde cedo. Mais do que aprender outros idiomas, a formação internacional se firma na crença de que, sendo filhos de um mesmo Deus, diferentes culturas e costumes são pequenas demonstrações da infinidade de capacidades e características do ser humano.

Excelência Acadêmica

Em relação a excelência acadêmica, o colégio entende que a abordagem generalista e conteudista da educação brasileira é, sem dúvida, um dos fatores mais relevantes para que ela esteja em posições tão baixas nos testes internacionais. Por isso, no Everest, seguindo o que é feito nas melhores escolas do mundo, foca o trabalho no aprendizado por competências. O programa acadêmico que desenvolvemos proporciona aos alunos aprendizagem exitosa, tornando-os capazes de relacionar o que aprendem no Colégio com o que veem em sua vida diária

Acompanhamento personalizado

O foco na instituição também está voltado muito no esforço no acompanhamento pessoal. Empregando uma abordagem de equipe para a formação e educação dos estudantes. Enquanto os professores atuam como principais educadores, o conhecimento e o acompanhamento deles em todas as áreas é compartilhado por toda a equipe, entendendo sempre o tempo de cada aluno.

Formação de valores

Os alunos no Everest são formados no respeito, na caridade, igualdade, generosidade, nobreza, humildade e justiça com o intuito de promover a verdadeira felicidade no amor e na ajuda ao próximo, buscando sempre que os professores e colaboradores tenham enraizada a importância desse programa na vida dos estudantes, ou seja, através do Everest, o exemplo será a base da formação de valores.

Estrutura

A estrutura do colégio está construída em primeiro lugar com as famílias dos alunos, ou seja, no Everest os pais, por lei natural, são os primeiros e principais educadores de seus próprios filhos. Com isso, a instituição realiza um trabalho complementar e subsidiário da família na formação dos filhos. Os pais e a escola são aliados no processo formativo.

Com a presença constante dos pais, os alunos se tornam a razão do trabalho de todos no colégio, a eles os esforços para sempre oferecer as suas crianças uma educação e formação de qualidade.

Assim sendo, o docente se torna uma figura fundamental pois o centro da vida escolar está marcado pelo encontro entre o professor e o aluno. O trabalho do docente é tanto uma profissão como uma vocação. A formação integral dos estudantes passa pela formação integral dos docentes. Se acredita no colégio que, se desejamos acompanhar bem aos alunos comecemos por acompanhar aos docentes para que sejam por sua vez formadores que acompanham, e aliados com os diretores e equipe diretiva os esforços são unidos para que todos façam parte da missão formativa do colégio. A equipe diretiva por sua vez,  é responsável, no nível determinado e segundo suas faculdades, pela direção de pessoas e, em suma, para que o colégio realize seus fins. Por último, e não menos importante, dentro do colégio os Sacerdotes, as consagradas e a igreja local também são formadores. Sua presença são um vivo exemplo de coerência de vida, de como dar-se sem reservas e gratuitamente ao serviço dos outros, sem favoritismos, mostrando assim o rosto de Jesus Cristo.

Em relação à estrutura física do colégio,  o espaço da escola não é apenas local que abriga alunos, livros, professores e onde acontecem as atividades de aprendizagem. Os estudantes passam a maior parte da infância e da adolescência na Escola. Pensando nisso, o Everest busca ser mais do que quatro paredes bem-construídas.Busca oferecer clima positivo, espírito de trabalho, produção de aprendizagem, relações sociais e formação de pessoas. O espaço é pensado para gerar ideias e bons sentimentos; despertar interesse em aprender; ser alegre, confortável e seguro; proporcionar interação com a natureza e grande interação humana.

Adaptação

Os alunos que chegam ao Everest são recebidos por uma educação individualizada e personalizada. Desta forma, a equipe acompanha pessoalmente a introdução dos novos alunos e faz todo o possível para se certificar de que todas as ferramentas necessárias estão a disposição daquela criança e família. Quando um novo aluno entra no colégio, não é apenas o aluno que entra, é toda uma família, sabendo disso, o colégio se esforça para que esta adaptação seja feita da melhor forma possível. Não existe um padrão, já que cada criança é diferente e cada pai é diferente, mas na maioria dos casos, a adaptação das crianças acontece de forma bastante tranquila. “Alguns alunos demandam um tempo maior de adaptação e outros se adaptam de forma imediata, mas é preciso respeitar o tempo de cada criança. Da nossa parte asseguramos aos pais que estaremos ao lado deles e de seus filhos durante todo o tempo, e fornecendo todo o apoio que necessitem”, garante Tainah Nóbrega,coordenadora de comunicação.

Sabendo e assim conhecendo um pouco mais da instituição, podemos dizer que seu lema, “semper altius”, traduzido do latim quer dizer “sempre mais alto”” nos leva a acreditar que dentro do Everest é preciso sempre caminhar, subir e se superar, em nome de uma educação de qualidade, pensando sempre e voltada para os alunos e todos aqueles que os cercam.

Menus personalizados para confraternizações

0
Restaurantes com a digital do chef Dudu Camargo oferecem pacotes para os tradicionais encontros de fim de ano

            A temporada de confraternizações já está começando! O final do ano é sempre uma ótima época para reunir amigos, família, colegas de trabalho, da faculdade, da academia, de diferentes grupos de pessoas queridas. Para o momento ser perfeito, vale a pena escolher um lugar bacana, com um ambiente agradável e um cardápio delicioso.

            Que tal organizar uma experiência única, com gastronomia do chef Dudu Camargo? Além de contar com o cardápio à la carte, é possível montar um menu personalizado nos restaurantes Dudu Bar (303 Sul), Dudu Bar Lago (Qi 11) e Simples Assim (Águas Claras). As pessoas podem pedir, por exemplo, um desfile de pratos com miniporções ou uma seleção de aperitivos; as opções variam de acordo com o que o cliente desejar e combinar com a casa. Podemos encontrar opções a partir de R$ 80 por pessoa.

            Para tudo ficar mais animado, as duas unidades do Dudu Bar estão oferecendo o Drink Surpresa (R$ 39,90). Funciona assim: você diz quais são as suas bebidas destiladas preferidas, quais sabores mais gosta, e o barman Del Silva (Asa Sul) ou Paulo Sousa (Lago Sul) cria um drinque baseado nessas informações. Para aumentar o suspense, a bebida chega até a mesa dentro de uma caixa de madeira estilizada e poderá vir acompanhando de um mimo para harmonizar, como um aperitivo. “A ideia é que o cliente seja surpreendido. Um convite a uma saborosa e divertida experiência sensorial. A cada drinque o prazer de misturas únicas e inusitadas”, explica Del Silva.

Drink Surpresa:

            Além do Drink Supresa, as casas estão com uma nova carta de bebidas. Uma das grandes novidades são as coleções de drinques, que apresentam variações de uma mesma bebida. Na Coleção Moscowmule, por exemplo, há uma opção com vodca, suco de abacaxi, caramelo, suco de limão e creme de frutas vermelhas (R$ 29,90) e outra de vodca, licor 43, manga, sorvete de gengibre e pimenta dedo-de-moça (R$ 39,90).

            Há também a Coleção Aperol (aperol, gin, essência de romã e espumante, entre outras variações – R$ 24,90, cada); a Coleção Gin Tônica(gin, maracujá, limão siciliano e folhas de manjericão, entre outras opções – R$ 29,90, cada) e a Coleção Mojito (rum, lichia, limão, hortelã, essência de lichia e espumante, entre outras opções – R$ 24,90, cada).

            Pizza é sempre uma boa escolha

            Outra casa com assinatura do chef Dudu Camargo é a pizzaria Fratello Uno (109 Norte e 103 Sul), que também está com opções especiais para confraternizações. Para grupos de no mínimo 25 e no máximo 50 pessoas, a pizzaria oferece um pacote que dá direito a um sabor de corneccione para entrada (são discos de massa de pizza fina e crocante), oito sabores de pizzas salgadas (4 tradicionais e 4 pizzas do chef, à escolha do cliente e sem limite de quantidade – sem desperdício) e um sabor doce, que pode ser a Chita (de banana, canela e açúcar borrifado com rum) ou a Mineiro de Botas (de queijo coalho e goiabada). Também inclui água, sucos de frutas e refrigerantes servidos à vontade. O pacote sai a R$ 79 por pessoa, de segunda-fei ra a sábado. No domingo, a pizzaria não oferece essa opção. É preciso fazer reserva com antecedência e pagamento de 50% do valor, antecipadamente (transferência bancária ou direto nas pizzarias).

            Para se ter uma ideia das delícias, os sabores tradicionais são a Marguerita, a Portuguesa e a Quatro Queijos, entre outras pizzas clássicas e sempre muito gostosas. Já as pizzas do chef são a Stravaganzze (de pomodori pelati, muçarela com shitake, shimeji, aspargos frescos refogados na manteiga, hortelã, limão, vinho branco, pimenta dedo-de-moça, alho, cebola e orégano), a Atlântica (de pomodori pelati, camarões refogados cobertos com queijo ementhal holandês e ervas frescas) e vários outras criações exclusivas. O cardápio completo pode ser acesso pelo site:https://www.fratellounopizzaria.com.br/cardapio.

 

Serviço

 

Dudu Bar

Endereço: SCLS 303 Bloco A Loja 03 – Asa Sul

Horário de funcionamento: de segunda a quinta-feira, das 12h às 15h e das 18h à 1h; sexta-feira e sábado, das 12h às 02h; e domingo, das 12h às 17h.

Telefone: (61) 3323-8082

Instagram: @dudubaroficial

Facebook: https://www.facebook.com/dudubaroficial/

Dudu Bar Lago

Endereço: QI 11 Bloco I Loja 40/46 – Lago Sul

Horário de funcionamento: de terça a quinta-feira e feriados, das 12h às 15h e das 18h à 1h; sexta-feira e sábado, das 12h às 02h; domingo, das 12h à 0h.

Telefone: (61) 3248-0184

Instagram: @dudubaroficial

Facebook: https://www.facebook.com/dudubaroficial/

Simples Assim

Endereço: Avenida Jacarandá, lote 19, lojas 1,2 e 3 – Águas Claras (Referência – Rua de frente para o Batalhão da Polícia Militar)

Horário de funcionamento: terça a quinta-feira, das 12h às 15h e das 18h às 23h30; sexta-feira e sábado, das 12h às 23h30; e domingo, das 12h às 17h

Telefone: (61) 3973-0234

Delivery: pelo telefone (61) 3382-8830 ou pelo aplicativo iFood, nos horários de terça a quinta-feira, das 12h às 15h e das 18h30 às 22h; sexta-feira e sábado, das 12h às 22h30; e domingo, das 11h30 às 16h30

Instagram: @simplesassimaguasclaras

Facebook: facebook.com/simplesassimaguasclaras/

Fratello Uno 103 Sul

Endereço: SCLS 103 Bloco A Loja 36 – Asa Sul

Telefone: (61) 3321-3213

Fratello Uno 109 Norte

Endereço: SCLN 109 Bloco D Loja 19 – Asa Norte

Telefone: (61) 3447-3360

Horário de funcionamento de ambas as unidades: domingo a quinta-feira, das 18h à 0h; sexta-feira e sábado, das 18h30 à 0h30.

Instagram: @fratellouno

Facebook: facebook.com/fratellouno

Delivery

Asa Norte/Lago Norte e Noroeste: (61) 3447-8989

Asa Sul/Lago Sul e Sudoeste: (61) 3225-0031

Horário: 18h30 às 23h