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Trânsito muda na Esplanada para celebração de Corpus Christi

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Trânsito muda na Esplanada para celebração de Corpus Christi

Nesta quinta-feira (31), duas faixas próximas do canteiro central das Vias S1 e N1, na Esplanada dos Ministérios, serão interditadas para a celebração de Corpus Christi. A festividade católica ocorrerá das 6h30 às 21 horas.

 

Nesta quinta-feira (31), duas faixas próximas do canteiro central das Vias S1 e N1, na Esplanada dos Ministérios, serão interditadas para a celebração de Corpus Christi. Segundo o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), o bloqueio em frente à Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, na altura dos terceiro e quarto quadrantes, será a partir da noite de hoje (30).

Previsão é que todas as vias sejam liberadas às 22 horas

Por volta das 16h45 de quinta (31), o Detran vai fechar a S1 na altura da catedral para a travessia do clero em direção ao canteiro central e para que o público possa cruzar a via em segurança e participar da missa no gramado, prevista para iniciar às 17 horas.

Às 18h30 — horário em que começará a procissão —, a Via S1 será fechada novamente, e o trânsito, desviado para a L2 Sul e para a ligação L2 Sul-L2 Norte (Buraco do Tatuí).

Durante a caminhada dos fiéis pela Esplanada, permanecerá interrompido o acesso da Via L4 para a Via N1 — interditada na altura do Ministério dos Transportes —, e os veículos deverão desviar para a via de ligação N1-S1.

A S1 continuará fechada até o término da procissão e da dispersão total dos participantes. A previsão é que todas as vias sejam liberadas completamente para o trânsito de veículos às 22 horas.

Da necessidade de se estabelecer normas claras para os concursos públicos ao excesso de regulamentação

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Da necessidade de se estabelecer normas claras para os concursos públicos ao excesso de regulamentação

Pablo da Nóbrega

Nos termos do inciso II do art. 37 da Constituição Federal, com a redação dada pela EC nº 19/98, “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração”. Trata-se de uma norma constitucional que, como destacado, remete à regulamentação legal o estabelecimento das regras a serem aplicadas nos concursos públicos.

Ninguém contesta que a definição de normas claras para esses processos seletivos é fundamental, dentre outros motivos, para preservar a isonomia entre os candidatos e recrutar os melhores quadros, sobretudo diante da relevância de tal instituto na vida das pessoas que optam por uma carreira pública. Mas e quando essa necessidade regulatória gera uma “empolgação legislativa” capaz de criar regras contraproducentes para as seleções públicas? Trato especificamente do Distrito Federal, pioneiro na definição de regras gerais para a realização de concursos públicos, pois há 6 anos está em vigor uma norma destinada a tanto: a Lei nº 4.949, de 15 de outubro de 2012.

A Lei distrital nº 4.949/12 trouxe inegáveis avanços para os candidatos a cargos ou empregos públicos locais, como, por exemplo: a) vedação para que se realizem na mesma data provas para carreiras distintas (art. 6º, VII); b) proibição de concurso público exclusivamente para cadastro de reserva (art. 10, § 1º); c) prazo mínimo de 90 dias entre a publicação do edital no DODF e a realização da prova (art. 11, I); d) valor da inscrição limitado a 5% dos vencimentos iniciais do cargo pleiteado (art. 22); e) previsão para a candidata grávida realizar prova física em até 120 dias após o parto ou o fim do período gestacional, sem prejuízo da participação nas demais fases do concurso (art. 40, parágrafo único).

O problema, a meu ver, se dá quando, a pretexto de aprimorar essas regras, o legislador passa a inserir no diploma dispositivos com pouca efetividade para os candidatos e para a administração pública, mas com relevante potencial contraproducente para o desenvolvimento dos certames. Cito dois casos.

Por meio da Lei nº 5.769/16 foi acrescido o art. 52-A à Lei nº 4.949/12 para “assegurar aos candidatos moradores da mesma residência a realização de provas na mesma instituição”. O leitor pode imaginar, em um primeiro momento, se tratar de uma iniciativa louvável, que ajudaria o deslocamento para as provas dos candidatos que moram na mesma residência. Mas e quanto ao impacto de uma medida dessas na logística de aplicação das provas?

Alguém estimou? É evidente que caso tal dispositivo se mantivesse – foi declarado inconstitucional pelo TJDFT em 2017 –, as organizadoras teriam uma significativa dificuldade adicional para alocar os candidatos nos locais de prova. E convém lembrar que maiores dificuldades de logística resultam em maiores custos operacionais. Por outro lado, a quantidade de candidatos beneficiados justifica esse incremento no custo? Sacrificaria tanto o planejamento dos candidatos que residem no mesmo local a possível realização de prova em lugares distintos? A relação custo/benefício, no meu entendimento, não é nada favorável.

Já através da Lei nº 5.768/16 passou a ser obrigatória a inclusão de dispositivos da Lei Complementar nº 840/11, que estabelece o Regime Jurídico dos Servidores do DF, nos conteúdos programáticos. Ocorre que a Lei nº 4.949/12 também se aplica aos concursos públicos no âmbito das empresas públicas distritais que recebam recursos do Tesouro (art. 1º, parágrafo único), e nessas entidades, por serem constituídas sob regime jurídico predominantemente de direito privado, o quadro de pessoal é celetista, ou seja, não alcançado pelas disposições do Estatuto dos Servidores do DF. Considerando que um dos objetivos buscados com a realização de concursos públicos é a seleção de pessoas mais alinhadas às características do órgão ou entidade, assim como da função a ser desempenhada, qual o sentido em se obrigar a abordagem de um conteúdo que não terá a mínima aplicação na vida funcional do futuro empregado?

São pontos levantados não com o intuito de condenar a regulamentação dos concursos – que entendo ser vital para a segurança jurídica dos candidatos e da própria administração pública –, mas para evitar que sob tal pretexto sobrevenham disposições que dificultem a realização dos processos sem um benefício justificável.

*Pablo da Nóbrega: Professor de Direito Administrativo, LODF e Legislação de Trânsito desde 2005. Servidor público desde 2004.

PANELAS DA CASA REALIZA EDIÇÃO DE SANDUÍCHES GOURMETS

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PANELAS DA CASA REALIZA EDIÇÃO DE SANDUÍCHES GOURMETS

Já em clima de Copa, sabores do mundo é inspiração do evento

C’EST LA VIE

Para quem não resiste a um bom festival gastronômico, a boa pedida para o mês de junho é o Panelas da Casa – Edição Especial de Sanduíches. De 01 a 10 de junho, o os apreciadores dessa delícia poderão visitar um circuito com 14 casas espalhadas pela capital federal. E tem novidade! Juntam-se à confraria, três das mais tradicionais casas da cidade: Dom Francisco (ParkShopping); Marietta & Marvin (Lago Sul) e Beirute (Asa Norte). Completando o time: Belini Café – The Coffee Experience, Belini Pães & Gastronomia, Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável, Café Savana, Cantucci Bistrô, Carpe Diem, Genghis Khan, C’est La Vie Bistrô & Creperia, El Paso, Nossa Cozinha Bistrô e Veloce.

Mantendo o conceito original, que nasceu de uma grande confraria e da troca de conhecimento e experiências entre amigos, o evento investe na valorização dos produtores locais e oferece pratos a um preço bem acessível. Cada casa irá apresentar dois sanduíches, ao preço de R$ 29,00 (cada) com acompanhamento, sendo que uma das opções é vegetariana. E claro que a inspiração não poderia ser diferente, em ano de Copa do Mundo a proposta vai levar as pessoas a uma viagem gastronômica pelos países que já participaram de alguma edição desse campeonato mundial.

MARIETTA CAFÉ

Para surpreender ainda mais os comensais, as receitas foram criadas especialmente para o festival. “Cada chef, cozinheiro e rastauranter exercitou sua criatividade. Escolheu o país que queria homenagear e colocou a mão na massa. O resultado ficou ótimo e bem diversificado. Estão representadas, Itália, Peru, Inglaterra, EUA, Brasil, Alemanha, Arábia Saudita. Japão, Portugal, entre outros. São muitas versões diferentes para saborear”, explica David Letchig, chef e dono do restaurante El Paso.

Confira os combos e embarque neste mundo de sabores:

Veloce – Itália/ Almoço e Jantar

Inspiração: a inspiração partiu de dois ingredientes: a carne de porco e a berinjela. No primeiro, a ideia é mostrar o quanto a carne de porco é saborosa e nutritiva, e vem ganhando espaço na mesa do brasileiro. Já o Melanzane, prato típico Italiano que por muitas vezes é servido até como entrada, ganha espaço no sanduíche da casa.

Panino di Maiale: pão Ciabatta tostado, aioli, porquinho à milanesa, mozzarella e parmesão,  salada de rúcula. Servido com refresco de Frutas Vermelha.

Panino di Melanzane: pão ciabatta tostado, berinjela parmegiana, mozzarella de búfala, molho de tomate Veloce. Servido com refresco de Frutas Vermelhas.

Harmonização: cerveja Colombina Lager (R$ 19,90)

Serviço:

Endereço: Shopping Deck Brasil – Lago Sul

Telefone: 3364-2477

Nossa Cozinha Bistrô – Estados Unidos/ Almoço, durante a tarde e jantar

Inspiração: tendo como um dos carros-chefes a carne suína, o chefe Alexandre Albanese traz uma receita que conheceu nos EUA, o “Pulled Pork BBQ Sandwich”. Aproveitou o conceito do festival como uma nova oportunidade para fazer o sanduíche.

Pulled pork BBQ sandwich: carne de costela de porco desfiada, molho barbecue artesanal, servida em pão de hambúrguer e salada de repolho tradicional americana. Acompanha batata rústica frita e coleslaw (salada de repolho cru).

Pulled veggies BBQ sandwich: cogumelo, cenoura, abobrinha e berinjela em juliene, molho barnecue artesanal, servidos em pão de hambúrguer e salada de repolho tradicional americana. Servido com batata rústica frita e coleslaw ((salada de repolho cru).

Harmonização: cerveja Colombina IPA (R$ 19,90 preço promocional)

Endereço: 402 Norte,  Bloco C, Loja 60

Telefone: 3326-5207

Carpe Diem – Inglaterra/ Almoço e jantar

Inspiração: no Carpe Diem, o chef Fernando La Rocque se inspirou na Inglaterra, país campeão da Copa do Mundo em 1966. A base do sanduíche veio dos assados ingleses tradicionais, onde o bom rosbife, que é feito na casa, será o recheio.

Rosbife Londrino: sanduíche aberto de rosbife caseiro, molho mostarda, aioli, queijo e cebola. Servido com batata chips.

Vegetariano: pesto de tomate, caponata italiana, cogumelo salteado, tomate confitado e queijo parmesão. Servido com chips de batata doce com mel e canela.

Harmonização: cerveja Colombina Weiss (R$ 19,90)

Endereço: 104 Sul / Brasília Shopping / Terraço Shopping e Shopping Casa Park

Telefone: (61) 3325-5301 / 61 3327-2149 / 61 3541-8690 / 61 3263-5970

C´est la Vie- França/ Almoço e jantar

Inspiração: a casa buscou o contraste de sabores e temperos marcantes, características da culinária francesa. A carne de porco e a berinjela são os destaques. A carne vem em um mix de diferentes cortes, bem desfiada e suculenta. Já no vegetariano ratatouille, com um mix de legumes.

Sandwich au porc: pão baguete recheado com blend de carnes suína, coleslaw de maionese picante, cebola caramelizada e creme de queijo. Servido com batatas fritas com crispi de alho poró, ketchup de goiaba e mostarda agridoce.

Vert la Vie: pão baguete recheado com antepasto de ratatouille, queijo brie derretido com geleia de pimenta e folhas verdes. Servido com batatas fritas com crispi de alho poró, ketchup de goiaba e mostarda agridoce.

Harmonização: cerveja Colombina IPA (R$ 19,90)

Endereço: 408 Sul, Bloco A, loja 5

Telefone: 3244-6353

 

Cantucci – Brasil/ Almoço e Jantar

Inspiração: o sanduíche tem como inspiração o tradicional churrasco brasileiro. Afinal, quem não gosta de uma boa picanha? A versão vegetariana se inspira no cachorro-quente servido nas ruas do país, mas com uma “salsicha” de lentilhas e ervilhas.

Brasileiro: pão de batata com gergelim preto, fatias finas de picanha, vinagrete especial, queijo minas maçaricado. Servido com maionese de batata com crispy de couve.

Veggie: pão de batata com deliciosa linguiça de creme de ervilhas e lentilhas, vinagrete especial e queijo prato maçaricado. Servido com maionese de batata com crispy de couve.

Harmonização: cerveja Colombina Tesourinha (R$ 19,90)

Endereço: Setor Comercial Norte Quadra 403 Bloco E, Loja 03

Telefone: 3328-5242

Genghis Khan – Japão/ – jantar

Inspiração:  o Buta (porco) está baseado em um preparo tradicional, o kakuni, uma versão japonesa do Porco de Dongpo, que é feito da barriga suína, com um preparo mais leve, baseada no princípio de atenuar a gordura durante o processo. Já o vegetariano é com o cogumelo favorito dos japoneses: o shitake. O chá escolhido vem da cultura de infusões do Oriente, bem como do uso regular do gengibre com seus benefícios imunológicos.

Genghis Buta: generosa porção de kakuni suíno desfiado ao molho tarê com acelga picante e alho poró na ciabatta ao forno. Servido com batatas ao forno no molho barbecue de café.

Shitake Khan: shitake na manteiga com queijo do reino, alho poró, negui, acelga ao óleo de gergelim e molho barbecue de café na ciabatta ao forno, harmonizado com chá gelado de hibisco com gengibre.

Harmonização: cerveja Colombina Tesourinha (R$ 19,90)

Endereço: 214 Norte, Bloco C

Telefone: 99973-0020

Café Savana – Alemanha/ Jantar

Inspiração: uma homenagem a aquele país que nunca será esquecido pelos brasileiros: Alemanha. O chefe Marcelo Mello se aventurou pelos sabores picantes da rica gastronomia alemã.

Hambúrguer Alemão: hambúrguer de fraldinha com recheio de repolho roxo, picles, queijo emmental, molho de mostarda escura e pão de batata. Acompanha batata rústica com páprica

Hambúrguer Vegetariano: hambúrguer de soja. Acompanhamento: batata rústica com páprica.

Harmonização: cerveja Colombina IPA (R$ 19,90)

Endereço: 116 Norte, Bloco A, Loja 4

Telefone: 3347-9403

Beirute Asa Norte – Arábia Saudita/ Almoço e Jantar

Inspiração: retornando as origens, a casa apresenta sanduíches repletos de especiarias orientais. O comensal poderá sentir um gostinho de Arábia Saudita nas delícias beiruteanas.

Beira  Kafta: pão folha mesclattino recheado com a kafta tradicional do Beira com chanclich e molho de coalhada com hortelã. Servido com 01 Beira Chopp Puro Malte ou 01 MesclaMatte com limão.

Beiralafel: pão folha mesclattino de espinafre com cenoura, recheado com falafel, muçarela e geleia de Pimenta. Servidos com 01 Beira Chopp Puro Malte ou 01 MesclaMatte com limão.

Harmonização: Beira Chopp Puro Malte

Endereço: 107 Norte, Bloco D

Telefone: 3272-0123

Marietta Café Lago Sul – Espanha/ Almoço e Jantar

Inspiração: o restaurateur Rafael Costacurta escolheu a Espanha. Após pesquisar o cardápio de alguns lugares que tinha visitado em Madrid, ele quis sair do convencional. Por lá entre os diversos lugares que servem tapas, os frutos do mar estão sempre presentes. Sendo assim, o desafio foi fazer um sanduíche de camarão, que foge um pouco da combinação jamón, embutidos e queijos, clássica dos bocadillos espanhóis.

Bocadillo de Camarão: ciabatta, maionese de mostarda (molho à base de maionese, mostarda, suco de laranja e alcaparras), tomate fatiado ao azeite, camarão grelhado ao azeite e páprica, limão siciliano, alface e cebola crocante. Servido com gaspacho Marietta.

Wrap de berinjela e shitake: pasta de tofu, mix de berinjela, mix de cogumelos assados, tomate fatiado ao azeite. Servido com chips de raízes.

Harmonização: cerveja Colombina Lager (R$ 19,90)

Endereço: Lago Sul QI 9 Bloco A loja 18

Telefone: 3364 3091

Belini Pães e Gastronomia- Itália/ Almoço e Jantar

Inspiração:  a Belini Pães se inspirou nas comidas de ruas italianas, que são simples, fartas e abusam de sabor!

Di Parma: ciabatta de fermentação natural recheada com prosciutto di Parma e mozzarella di búfala, finalizado com molho pesto da casa. Acompanha cornecciones temperados com sal grosso.

Turim: baguete italiana recheada com queijo brie, tomates secos, rúculas e molho clássico da casa. Acompanha cornecciones temperados com sal grosso.

Harmonização: cerveja Colombina Weiss (R$ 19,90)

Endereço: 113 Sul, bloco D, lojas 35/36

Telefone: (61) 3345-0777

Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável – Emirados Arabes/ Almoço e Jantar

Inspiração: o Bhumi quis usar apenas ingredientes leves, que atendam pessoas que buscam algo diferenciado por terem restrições alimentares ou por apenas por uma opção, que sejam saudáveis e remetam aos sabores árabes atuais.

Sanduba Low Carb:  pão low carb da casa generosamente recheado com hambúrguer de falafel, molho de coalhada natural orgânica temperado com azeite, limão e rúculas. Acompanha chips de batata doce.

Crocante: pão integral de nozes recheado com berinjela e cebola caramelizada finalizadas ao molho de iogurte com salsa e hortelã. Acompanha chips de batata doce.

Harmonização: cerveja Colombina Weiss (R$ 19,90)

Endereço: 113 Sul, Bloco D, Lojas 33 e 34

Telefone: (61) 3345.0046

Belini Café – Austrália/ Almoço e Jantar

Inspiração: aqui a inspiração foram nos brunchs tipicamentes australianos, com influência das cafeterias do país, usando ingredientes como o abacate, a mozzarella di búfala e a linguiça artesanal.

Sausage Barbecue: baguete italiana de fermentação natural recheado com linguiça artesanal, queijo muçarela e molho de mostarda bem forte. Acompanha batata frita.

Avocado Toast: pão levain tostado, leve toque de maionese, finas camadas de abacate e mozzarella di bufala acompanhando ovos caipiras e ruculetas. Acompanha batata frita.

Harmonização: cerveja Colombina IPA (R$ 19,90)

Endereço: 114 Sul, Bloco B, Loja 07

Telefone: 3554 9005

El Paso – Peru/ Almoço e Jantar

Inspiração: o chef David Lechtig se inspirou em seu país de origem, o Peru. Uma homenagem aos jogadores mais queridos de lá e a volta do país à Copa do Mundo. Os sanduíches com recheios de pratos típicos são uma mania do povo, uma comida rápida, aliada aos sabores de raiz que caíram no gosto popular.

Sanguche Perú Guerrero: brioche com farinha de milho, fatias de Filé Mignon flambadas com tomate e cebola roxa, maionese de guacamole e queijo minas. Servido com palha de totopos com mix de ervas.

Sanguche Perú Farfan: brioche com farinha de Milho, Abobrinhas e Champignon Paris flambados com tomate e cebola roxa, maionese de guacamole e queijo minas. Servido com palha de totopos com mix de ervas.

Harmonização: cerveja Colombina Pepper

Endereços: 404 Sul, Bloco. C, loja 145 / 110 Norte, Bloco B, loja 18 / Terraço Shopping

Telefone: 61 3323-4618 /  61 3349-6820 / 61 3233-5197

Dom Francisco – Portugal/ Somente Jantar

Inspiração: a casa conhecida pela excelência no sabor do bacalhau, não poderia deixar a especiaria de fora dessa. O Tiborna de Bacalhau trará o peixe desfiado, refogado com alho poró, tomate san marsano assado, folhas de espinafres refogadas, azeitonas pretas, azeite, sal e pimenta do reino.

Tiborna de bacalhau: ciabatta, bacalhau fatiado refogado com alho poró, tomate san marsano assado com especiarias, folhas de espinafre refogadas, azeitonas pretas, azeite, sal e pimenta do reino. Acompanha chips de batata doce.

Sanduíche Vegetariano: queijo de cabra empanadorelish de cebola roxa, baby rúcula, pão de leite, queijo de cabra empanado. Acompanha chips de batata baroa.

Harmonização: cerveja Colombina Lager

Endereço: SMAS Trecho 1 Park Shopping 246J – Guará

Telefone: 3363-3079

 

Serviço:

Festival Gastronômico Panelas da Casa

Data: 1° a 10 de junho

Valor combos especiais: R$ 29,00 por pessoa

https://www.facebook.com/panelasdacasa/

Instagram: @panelasdacasa

O cisne negro veio de caminhão

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O cisne negro veio de caminhão

Por Fausto Freire

Dizem que a posição antípoda do Brasil está situada, majoritariamente, no Oceano Pacífico, entre as Filipinas e o Japão. Antípoda é a localização geográfica diametralmente oposta a outra. Eu, cá, tenho minhas dúvidas. Para mim, o ponto mais distante do Brasil está situado em Brasília. Aqui, o aconchego do salário certo e generoso, no fim do mês, faz do burocrata de plantão um ser seguro de si mesmo e alheio aos burburinhos alhures. É como um batalhão de Marias Antonietas surpresas pelo clamor da plebe, diante da falta de pão: “Por que não comem brioche?” E eles nem sequer suspeitam que, ato contínuo a essa indagação, ergue-se a guilhotina…

A paralisação do transporte rodoviário por todas as estradas brasileiras era um desastre que não entrava nos cálculos de probabilidade. Mas ele estava latente. A ilusória imagem criada pelo governo Dilma, após a vitória nas eleições de 2013, de que o país voltaria a crescer e que a crise havia ficado para trás, foi o pano de fundo, a rotunda, do último ato da tragédia econômica, política e social que nocauteou o Brasil. Econômica, política e social, nesta ordem, se sucederam os atos do drama, cuja encenação se manteve além do impeachment.

Uma certa euforia, produzida por uma injeção de adrenalina no coração do Brasil, levou uma parcela dos agentes econômicos a investir e contrair dívidas para reforçar seus investimentos. Foi o caso do setor de transportes, encorajado pela redução de IPI e facilidades de crédito. O BNDES comandava a festa, distribuindo vantagens, principalmente para os amigos da rainha de copas.

Michel Temer é apenas mais um protagonista da mesma comédia. Um coadjuvante de pouca monta que roubou a cena, literalmente.

Encastelado no Planalto Central, a milhares de quilômetros de qualquer manifestação da atividade produtiva, Temer iniciou sua jornada em busca de vitórias e aplausos. Cercado pelo encorajamento dos bajuladores, até o santo peca, e Temer não é exatamente o que se possa chamar de santo.

Suas investidas na direção do sucesso foram suficientes apenas para salvar sua pele das duas tentativas de apeá-lo do trono. O tecido político do Congresso, sujo e esgarçado, foi frágil demais para sustentar um projeto de renovação institucional. A frustração diante das reformas, vitais para o país, levou ao rebaixamento da credibilidade nacional junto às agências de classificação de risco.

Temer passou a gerenciar as pequenas causas. Remendar ministérios; investir contra o caos da segurança pública, no Rio de Janeiro; transferir refugiados econômicos da Venezuela, de Roraima para outros estados; fazer pequenos ajustes na educação nacional… nada capaz de elevar a hipotermia de seus índices de aprovação, perante a opinião pública.

Duas façanhas, no entanto, animavam o Presidente: a salvação da Petrobras e os números do Banco Central. De fato, a Petrobras, que já era considerada pelo mercado internacional como uma empresa falida, conseguiu se reerguer e alçar voo. Claro que seu voo não foi o de um condor. Foi apenas um voo com dor. Deixou plumas e muita matéria orgânica para trás, mas foi melhor que o óbito. O Banco Central, por sua vez, conteve a inflação e reduziu a taxa de juros. Entretanto, o preço foi alto. A gangorra dos preços, para manter a inflação baixa, pendeu pelo peso de mais de 13 milhões de desempregados.

A maior taxa de desemprego da história, manteve um contingente de famílias impedidas de consumir, levou insegurança aos que mantiveram seus empregos, achatando salários e reduzindo o consumo a níveis críticos. O comércio e os serviços viram-se impedidos de elevar preços ou, mesmo, corrigir as perdas com a inflação. Esta equação manteve os preços artificialmente contidos.

O mercado é inimigo de artificialidades, por muito bem maquiadas que elas se apresentem. Embora o comércio não tivesse alternativa de crescimento, nem os serviços, de expandir seus horizontes, a inflação baixa camuflava uma bomba cujo potencial explosivo foi ganhando tanto mais força, quanto mais comprimido ele era mantido.

A parcela empregada da população economicamente ativa, foi mantida sob a ameaça de perda iminente de seu emprego, o que impede qualquer cristão, ou ateu, de reivindicar melhoria salarial.

Para um burocrata brasiliense, esse é o melhor dos mundos. Mas esqueceram de combinar com os caminhoneiros. Tanto para autônomos, quanto para empresários, a situação do setor se tornou insustentável. O investimento feito, em 2014, na renovação da frota, embutiu juros pesados. No quadro utópico do crescimento artificial, esses juros se diluiriam no tempo, mas quando a realidade se impôs, a euforia virou ressaca. E a realidade foi cruel: comércio e serviços achatados levaram à redução dos fretes. Corrigir as perdas se tornou impraticável em face de um mercado paralisado. Nessa altura entra a cereja do bolo. A Petrobras passa a corrigir seus preços segundo as flutuações internacionais do dólar e do petróleo, diariamente.

Ora, não é possível manter os preços congelados artificialmente, como fez o governo do PT, não é mesmo? Isso é verdade, mas a forma foi totalmente equivocada. Resulta que os preços no mercado internacional flutuam, tanto do dólar, quanto do petróleo. Porém, essas variações não são simultâneas, nem simétricas. Elas flutuam para cima e para baixo, de forma independente. Já as correções diárias, ditadas pela Petrobras, acompanham essas variações, mas seu resultado no mercado produziu um efeito perverso.

Quando a Estatal eleva o combustível, o novo valor é aplicado imediatamente no posto, antes mesmo da compra do novo produto. Já quando ele cai, ainda que de forma modesta, essa variação não se aplica na ponta. O processo que vai da Petrobras até a bomba, é mediado por várias etapas e todas aplicam as correções para cima, mas, por segurança, não reduzem na mesma proporção. Deste modo, as correções se transformam numa linha de crescimento contínuo.

Não haveria nenhuma perda para a Petrobras, se ela praticasse suas adequações de preço, por períodos mas dilatados. Da mesma forma, ela obteria a segurança diante das perdas. As variações diárias no preço dos combustíveis, tornaram-se um fator de imprevisibilidade insuportável para o transporte. Operando com margens próximas de zero, o risco das variações em períodos muito curtos impedem a empresa de um mínimo de planejamento, o que é totalmente impraticável. Já o transportador autônomo é ainda mas vulnerável, pois não dispõe de capital de giro para amortecer o choque das perdas temporárias.

Os caminhoneiros já viveram momentos de estresse, mas nunca algo como o que ocorre hoje. Ao longo dos anos, o setor aprendeu, com seus próprios erros, como fazer uma paralisação bem sucedida. Hoje, o chofer de caminhão sabe exatamente o que é preciso, em termos de logística, para sobreviver durante um longo período, ameaçado pela repressão policial e até militar. De qualquer forma, o caminhoneiro não tem alternativa. Sua sobrevivência está comprometida e nenhuma ameaça será pior do que a própria realidade atual.

Por outro lado, as ameaças do governo podem impedir que os caminhoneiros obstruam as estradas, mas nada pode obrigá-los a continuar a transportar cargas amargando prejuízos. Essa constatação é demasiado abstrata para um burocrata brasiliense.

A reação explosiva do transporte rodoviário foi o que Nassim Nicholas Taleb chama de Cisne Negro (The Black Swan). Cisnes Negros são eventos que não entram nos cálculos de probabilidade, mas, caso ocorram, podem produzir impactos extremamente elevados. É um bicho raríssimo, na natureza. Uma espécie de outlier difícil de ser observado, mas que pode aparecer um dia e, quando isso acontece, os efeitos são desconcertantes. A imagem do Cisne Negro foi criada pelo filósofo escocês David Hume, nos anos 1700, justamente para questionar o “Pensamento Indutivo”, ou seja, o pensamento que generaliza um fenômeno, ou uma conclusão a partir de uma experiência singular.

Foto: Adriano Machado

O governo Temer não avaliou corretamente o peso deste Cisne Negro. Menosprezou o alcance e a extensão do potencial estrago decorrente da paralisação das estradas. Induziu, erroneamente, que a categoria dos transportadores não representavam uma verdadeira ameaça. Suas primeiras interlocuções com os representantes do setor foram totalmente equivocadas. A mise-en-scène televisiva de Padilha, com os motoristas chapa-branca, produziu efeito contrário ao desejado. A encenação, que pretendeu jogar a opinião pública contra o setor, foi desastrosa. O governo foi incapaz de compreender a situação caótica pela qual o setor atravessa e o quão longe eles poderiam chegar.

Os pronunciamentos do Presidente da República só acrescentaram desgaste à sua imagem desbotada. Os efeitos do Cisne Negro não vão cessar, mesmo após a liberação das estradas. Tudo conspira contra a permanência de Temer no Planalto. O fato de faltarem poucos meses para as eleições, não é uma garantia de vitória do cisne branco sobre o cisne negro.

1º Festival Nacional de Teatro de Bolso

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1º Festival Nacional de Teatro de Bolso

Serão apresentados 8 espetáculos de graça ao público de 05 a 10 de junho de 2018 no Espaço Cultural H2O, que fica no Recanto das Emas

O Festival foi criado no intuito de valorizar a produção cultural das regiões administrativas do DF, representando a autonomia criativa das cidades que estão na periferia de Brasília e dos teatros de bolso, geralmente mantidos pela iniciativa privada dos mais diversos artistas. O coordenador do projeto, Kacus Martins, é ator e produtor. Para este projeto contou com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). A produção é assinada por Albergue Lima. A equipe de curadores que irá avaliar as propostas de apresentação é composta pelos artistas Miquéias Paz, Paulo Russo e Eloísa de Fátima Cunha.

Espetáculos do Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo serão apresentados gratuitamente ao público do Recanto das Emas, promovendo um intercâmbio entre as diferentes linguagens teatrais. Artistas como Claudio Falcão, Renata Bittencourt, Vitor Placca, Lucas Sancho e Djalma Ramalho também estarão na programação. Haverá também premiação de R$2.000,00 para Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Diretor, além de R$3.000,00 para o Melhor Espetáculo. Os jurados serão artistas e representantes da produção cultural brasiliense.

O Projeto possui fomento do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e promete uma programação diversificada.

 

Serviço:

Data: De 5 a 10 de Junho de 2018
Hora: Confira a programação
Local: Espaço Cultural H2O – Quadra 101 Conjunto 12 Loja 07 – Recanto das Emas/DF

 

Programação:

05/06 – TERÇA-FEIRA

17h – Abertura Oficial com Cortejo de artistas na cidade do Recanto das Emas.
18h – Feira de Artesanato com comunidade local.
19h30 – Apresentação do espetáculo convidado “O Felizardo”, com a Cia Ovorini/MG.

06/06 – QUARTA-FEIRA

16h – O Menino Feio (Cia. de Teatro Caricaturas/SP) – Através da manipulação de bonecos, a história narra o conflito de um garoto que dá asas à sua imaginação para criar suas próprias histórias. (Classificação: Livre)
21h – Absurdos (Nenhuma Cia. de Teatro/ MG) – A peça é uma coletânea de cenas inspiradas no Teatro do Absurd e chama a atenção para temas como a vida contemporânea, a monotonia e a relação com os outros. (Classificação: Livre)

07/06 – QUINTA-FEIRA

16h – Você Volta Amanhã? (Trupe Trabalhe Essa Ideia/ DF) – As histórias conflitos e dúvidas de duas amigas levam o público a assistir a apenas uma das personagens, separadas por um muro. (Classificação: Livre)
21h – Dias de Setembro (Núcleo O Ator Maestro/ SP) – Um rapaz num apartamento decide escrever uma carta para o ex-namorado. Na comédia dramática ou drama cômico, o espectador interfere de forma direta no espetáculo, vivendo com a personagem um pouco da derrota do amor idealizado. (Classificação: 14 anos)

08/06 – SEXTA-FEIRA

16h – Aurora (Cia. Mapati de Teatro/DF) – O monólogo de Tereza Padilha narra conflitos de uma personagem que perde o filho e o marido durante a ditadura militar. (Classificação: Livre)
21h – O Desmonte (Vitor Placca e Amarildo Felix/ SP) – O espetáculo trata da chegada de tempos tristes em decorrência do fim de um relacionamento amoroso. Um homem avesso a amigos e a visitas vive só e recebe, na madrugada de mais uma noite solitária, uma visita inesperada: um Rato – que surge para destruir tudo e dar novo sentido à sua vida. (Classificação: 14 anos)

09/06 – SÁBADO

16h – Crônico Cômico (Claudio Falcão/ DF) – O primeiro stand up comedy de Claudio Falcão apresenta suas divertidas personagens em dramas que se tornam inusitadas comédias. (Classificação: Livre)
21h – Quando se abrem os guarda-chuvas (Fernanda Pimenta/ GO) – A peça apresenta a história de Conceição, uma senhora de 75 anos que recebe um telefonema de um amor da juventude, mudando o futuro que ainda lhe resta.(Classificação: Livre)

10/06 – DOMINGO

21h30 – Premiação dos espetáculos
22h30 – Show Musical com o Grupo Terra Molhada – Local: Céu das Artes.

Ingressos
Entrada franca
*Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

Coleção Alto Inverno

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Zinc lança coleção Alto Inverno

A ênfase é nos acessórios em veludo, nos ponchos e nas pashiminas

É chegada a nova coleção Alto Inverno da Zinc (314 sul e Sudoeste), que dá ênfase nos acessórios em veludo, em especial as bolsas, brincos e colares. Ponchos e pashiminas também estão fortemente presentes na coleção, além da sessão de vestidos longos para casamentos.

E, para celebrar a nova coleção em grande estilo, Flávia Oliveira, proprietária da Zinc, recebeu, na última quarta-feira, 23 de maio, às 19h, na unidade da 314 sul, a renomada cirurgiã plástica Tatiana Turini para um bate papo sobre técnicas de tratamentos estéticos de rejuvenescimento e o que há de novo na cirurgia plástica. Tatiana exibe um currículo de peso, sendo Membro especialista e Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Membro da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica e Membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética.

Na ocasião, os convidados desfrutaram de um delicioso coquetel com Buffet da Rosa’s Café e espumante Cava Ramiro II Brut Rosé, da Del Maipo, e ainda puderam tirar dúvidas sobre procedimentos faciais e íntimos. Não houve quem não ficasse encantado com as peças novas, cheias de qualidade e estilo. Jornalistas e influenciadoras digitais também marcaram presença para registrar os achados da noite.