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O AMOR PELO BRASIL EM ALTA NA GASTRONOMIA

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A 8ª edição do Festival Panelas da Casa traz a Brasilidade como temática central dos menus

Mas o que é Brasilidade? Segundo vários dicionários da língua portuguesa, brasilidade significa característica ou particularidade do que ou de quem é brasileiro; natureza do que ou daquilo que é brasileiro; sentimento de simpatia e amor pelo Brasil. E é esse amor pelo Brasil e pela sua riqueza gastronômica, que inspira a 8ª edição do festival Panelas da Casa.

O evento, que acontece de 07 de fevereiro a 03 de março em 11 restaurantes da capital federal, tem uma estreia de peso nesse elenco de casas estreladas, o chef Marcelo Petrarca. A escalação completa conta com: Belini Pães & Gastronomia, Bhumi – Cozinha Orgânica e Saudável, Cantucci Bistrô, Carpe Diem, C’est la Vie – Bistrô & Creperia, Café Savana, EL Paso, Genghis Kahn, Nossa Cozinha Bistrô, Reverso e Veloce Massas.

“O Brasil é um caldeirão de sabores muito particulares, em cada região existe um ingrediente, um modo de preparo que é uma característica única, o que torna a gastronomia do país riquíssima, podendo ser trabalhada de formas diferentes. O desafio foi exatamente esse, fazer com que cada chefe trouxesse para o seu menu ingredientes ou modos de preparos tipicamente brasileiros. O mais bacana é que cada casa conseguiu estabelecer dentro da sua especialidade um toque dessa brasilidade. Por exemplo, no meu caso o ceviche, um prato genuinamente peruano, ganha o toque da siriguela”, explica o chef da rede El Paso, David Lechtig.

Como missão dada é missão cumprida, cada um pegou o conceito e começaram a testar, criar e o resultado foi incrível com pratos exclusivos para o evento. Para se ter ideia tem rabada, carne seca, carne de sol, jabuticaba, seriguela, castanha, queijo coalho, mandioca e muito mais.

É claro que não poderia faltar as deliciosas Cervejas Colombinas a preços bem especiais. Além das Colombinas Larger, Weiss e IPA (R$ 19,90 cada), tem lançamento exclusivo: a Colombina Pilsen (R$ 12,90 a unidade). Um chopp artesanal, puro malte, leve e refrescante com adição de lúpulo Tcheco Saaz, em técnica de late hopping, que traz notas herbais e florais ao aroma. Uma bebida equilibrada.

Não dá para resistir a essa alquimia!

Como tudo começou?

O Panelas da Casa é um festival que nasceu da confraria de amigos. Criada pelo empresário Andrei Prates e pelos chefs Mateus Takano e Alexandre Albanese, o grupo se reúne todos os meses para trocar ideias, experiências e, é claro, um bom bate-papo. Dos encontros surgiu uma vontade comum que foi movimentar a gastronomia de Brasília e levar ao público da cidade algo diferente, e assim mostrar que a capital federal é um grande polo de comida deliciosa de alta qualidade e feita por pessoas que são movidas pela paixão. 

Cada festival se tornou um momento de união entre chefs, cozinheiros e restaurateurs, que colocam em prática toda a sua criatividade na elaboração de pratos saborosos com qualidade gourmet, utilizando ingredientes de produtores locais. Propiciando aos amantes da gastronomia uma experiência prazerosa, dentro de uma faixa de preço acessível.   

Confira os menus completos:

Belini Pães & Gastronomia – 113 Sul 

Inspiração: o feijão, a rabada e o pudim estão presentes em toda boa mesa brasileira, sempre entregando muito sabor e memória afetiva. O objetivo é ativar essas memórias afetivas de cada um e proporcionar uma experiência cheia de sabor e nostalgia!

Almoço e jantar 

  • Entrada:  caldinho de feijão com carne seca desfiada acompanhada de cesta de pães especiais da casa; 
  • Prato Principal:  Riso di famiglia: Risotto di ragu di coda (rabada);
  • Sobremesa:  Pudim de leite: receita familiar da casa! 

Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável – 113 Sul 

Inspiração:  a cozinha do Bhumi sempre foi baseada na sazonalidade e frescor dos ingredientes. Trabalhamos com produtores parceiros locais que nos fornecem produtos diariamente, preservando assim dois fundamentos da casa: sustentabilidade e sabor. Optamos por vegetais e legumes que são amplamente usados na mesa brasileira e nas castanhas, base da entrada e da sobremesa, que são superalimentos usados no Brasil de Norte ao Sul do país. 

Almoço e jantar  

  • Entrada: Cestinha de crostini (sem glúten) com molhos pesto e de castanhas.
  • Prato Principal Caneloni Low Carb: Caneloni de berinjela e abobrinha: recheados com espinafre e nozes ao molho rústico de tomates frescos; acompanha nosso “risotto” de brócolis e sementes (sem arroz) – Low Carb, vegano e sem glúten!
  • Sobremesa: Trufa viva de cacau e castanhas. Vegano e sem glúten!

Café Savana – 116 Norte 

Inspiração:  os ingredientes escolhidos da gastronomia brasileira remetem as raízes do país, onde o queijo coalho do Nordeste se mistura com o mel da cana de Minas Gerais trazendo sabores e texturas bem agradáveis ao paladar.  O prato é um resumo da mistura étnica de Brasília.

Almoço e jantar

  • Entrada: salada tropical com castanhas do Pará (folhas, chester, abacaxi, maçã, aipo e castanha);
  • Prato principal Filé dos Sertões: filé mignon com lâminas de queijo coalho ao molho de melado de cana / acompanhado por quibebe de abóbora e ervilhas frescas;
  • Sobremesa: cheesecake com geleia de laranja e calda de hibiscos.

Cantucci Bistrô – 403 Norte 

Inspiração: o menu começa com uma rabada com polenta e agrião, misturando um preparo dos sertões do Brasil com a tradicional polenta italiana. O prato principal é uma releitura do Nordeste Brasileiro, com a tradicional carne de sol com mandioca virando um angus de sol com um aligot de mandioca. O aligot é um prato tradicional francês que consiste num purê extremamente caprichado no queijo. A sobremesa remete a uma fruta muito tradicional e querida dos brasileiros: a jabuticaba. 

Almoço e Jantar

  • Entrada Ragú e Polenta: polenta grelhada coberta de ragú de rabada com folha de Agrião
  • Prato Principal Angus Ruvido: angus de sol com aligot de mandioca e queijo coalho, tomates salteados, pimenta biquinho e manteiga de garrafa
  • Sobremesa Crema di Jabuticaba: creme de tapioca com calda de jabuticada ao vinho tinto.

Carpe Diem – 104 Sul, Brasília Shopping, Terraço Shopping e CasaPark 

Inspiração: para o chef Fernando La Rocqueas referências da sua história foram fundamentais para elaborar os pratos baseados na cultura brasileira. Ele, que nasceu no Maranhão, traz consigo o contato com as culturas amazônica e nordestina. Para a entrada traz ingredientes muito utilizados na gastronomia nordestina, como a carne de sol, castanha de caju e o melado de cana de açúcar. Já para o prato principal, o chef aposta na releitura das moquecas de banana da terra, utilizando o molho de moqueca combinado com um purê cremoso de banana da terra e uma espetada de camarões grelhados em manteiga de cheiro verde. E para sobremesa uma combinação amada pelos brasileiros goiabada com queijo, transformada em um sorvete de queijo com calda de goiabada, com uma praliné de açúcar queimado polvilhada.

Almoço e jantar

  • Entrada: tornedor de carne de sol de filé, crocante de castanha de caju, molho de pinga e mel de engenho e crocante de bacon
  • Prato principal: espetada de camarão com purê de banana da terra e molho de moqueca
  • Sobremesa: sorvete de queijo com calda de goiabada e praliné.

 C’est La Vie – 408 sul 

Inspiração: De uma origem mineira veio o C’est la Vie, e não poderia ser diferente com relação a nossa homenagem ao Brasil. Como tudo de bom na vida, começamos petiscando um pastelzin, em seguida nosso prato traz uma costelinha empanada com um toque de pimenta e purê de batata baroa. Para finalizar esse menu especial, trouxemos o mais famoso dos doces brasileiros, o brigadeiro na versão com chocolate branco em uma roupagem bem francesa. Na criação, utilizamos o profiterole e para marcar ainda mais nossa brasilidade criamos uma deliciosa calda de maracujá.

Jantar

  • Entrada Pastelzin: Porção de mini pastéis, com sabores, pupunha, queijo da canastra e banana da terra
  • Principal Costelinha crocante: Costelinha suína empanada em farinha panko, acompanhada de purê de mandioquinha e fios de geleia de pimenta.
  • Sobremesa Profiterole mara: Carolina recheada com sorvete de brigadeiro branco, calda de maracujá e uma bolinha de chantili.

El Paso – 110 Norte, 404 Sul e Terraço Shopping 

Inspiração: o chef David Lechtig sempre gostou de misturar os sabores latinos! Nesta oportunidade, além da gastronomia hispano-latina, ele caprichou para homenagear o país que o acolheu há mais de 30 anos e em especial a sua querida Brasília! O chef conta que preferiu usar insumos do cerrado e muito populares da região, pois apesar de conviver com os ingredientes diariamente, confessa que ainda não tinha dado a eles a importância devida. A Pimenta de Macaco é um achado especial, ela, além de arder, faz a língua dormir “de leve” dando uma agradável sensação ao ceviche. Como uma das premissas do festival é ajudar os produtores locais, David não abriu mão da Tilápia de Granja do Cerrado, fresca de carne firme e muito saborosa.

Almoço e Jantar

  • Entrada Ceviche Candango: ceviche peruano de tilápia do cerrado, acrescido de siriguela e pimenta de macaco.
  • Prato Principal Mignon México-peruano-brasileiro: filé mignon flambado no wok ao estilo peruano, com cebola roxa e tomate, molho de chipotle (pimenta mexicana defumada) e manga, numa cama de mandioca crocante e queijo coalho.
  • Sobremesa Tres Leches do Chef: bolo de pão de ló embevecido com calda de creme, baunilha e licor de tequila, coberto com suspiro de limeña e raspas de buriti do cerrado.

Genghis Khan – 214 Norte 

Inspiração:  para entrada, o chef Mateus Takano escolheu um clássico do centro-oeste, que muitas vezes passa desapercebido pelos brasilienses, o delicioso arroz Maria Isabel. No prato principal, ele serve um dos grandes ícones modernos da casa, que fica ainda mais surpreendente com a famosa pururuca brasileira. Para a sobremesa, Takano escolheu a cartola, um clássico do Nordeste que merece seu devido respeito, além de ser uma de suas sobremesas favoritas dele. 

Jantar

  • Entrada Isabel-san:  arroz maria isabel com furikaki
  • Prato Principal Kakuni à Pururuca: tradicional barriga de porco japonesa com a pururuca brasileira, servida com tutu de feijão ao gergelim.
  • Sobremesa Cartola na Brasa: banana na brasa com açúcar e canela, servida com queijo de manteiga e ganache ao gengibre.

Nossa Cozinha Bistrô – 402 Norte 

Inspiração: usamos bases tradicionais de receitas trazidas de outros países com o uso de vários ingredientes nacionais. Esse cardápio foi elaborado dessa forma para mostrar que a maioria dos ingredientes encontrados em nosso país têm personalidade forte, mas se fundem de maneira ímpar a preparos clássicos europeus, asiáticos e Árabes. As carolinas são de origem francesa e vão se unir ao provolone defumado e a linguiça flambada na cachaça. A copa lombo será recheada com camarão, empanada com farinha de origem asiática e será servido com ingredientes tipicamente brasileiros. O malabi é um manjar de leite que em nossa versão será servido com uma compota de goiaba e crocante de gergelim

Almoço e Jantar

  • Entrada Carolina da Nossa Terra: carolinas de creme de provolone defumado e linguiça flambada na cachaça
  • Prato principal Copa Lombo do Festival: copa lombo empanada com panko, recheada com camarão, molho de castanha, dendê e camarão seco, farofa de bacon e arroz cremoso de coco.
  • Sobremesa Manjar dos Deuses Mineiros: malabi com compota de goiaba e crocante de gergelim
  • Reverso– Rua SGCV Sul, Lote 15, Hotel Blue Tree Premium Jade, ao lado do Casa Park

Inspiração: a rapadura inspirou o Chef Marcelo Petrarca, por ele, em sua infância, ter tido uma influência muito grande de muitas pessoas do Nordeste. A escolha também tem uma ligação emocional com as lembranças desse convívio, explica ele, pois muitas vezes, a rapadura era uma das poucas coisas que essas pessoas tinham para comer em casa. E hoje, quando essas mesmas pessoas comem a iguaria num contexto diferente, elas se emocionam. 

Almoço e Jantar

  • Entrada: polenta de milho de pipoca com fondue de blue cheese e melaço de rapadura
  • Prato Principal: entrecôte ao molho de tomilho com arroz biro biro com batata palha caseira
  • Sobremesa: churros de banana com doce de leite caseiro.

Veloce – Deck Brasil 

Inspiração: na entrada servida pelo restaurante a castanha de baru, típica do cerrado brasileiro, vem dar uma crocância ao tradicional prato italiano. O famoso Polpetone da casa é servido com purê de mandioquinha com o toque da couve, muito utilizado na culinária mineira. Para finalizar, a sobremesa é um delicioso tortino recheado com calda de chocolate e sorvete de iogurte, acompanhado com calda de uma das frutas brasileira mais populares, o maracujá

Almoço e jantar

  • Entrada: tagliata di mignon com crocante de baru: fatias de filé mignon com rúcula silvestre, redução de aceto balsâmico, fatias de parmesão e crocante de baru
  • Prato principal: polpetone Veloce recheado com mozzarella com purê de mandioquinha e couve crispy
  • Sobremesa: mini tortino de chocolate com soverte de iogurte e coulis de maracujá.

Serviço:

8ª Edição Panelas da Casa – Brasilidade

Data: 07 de fevereiro a 03 de março 

Menu Completo (entrada + principal + sobremesa): R$52,00

Cerveja Colombina Pilsen (lançamento): R$ 12,90

Cerveja Colombina Larger, Weiss e IPA R$ 19,90

https://www.facebook.com/panelasdacasa/

@panelasdacasa

Apetitá Bistrô recebe exposição Sensações em Formas e Cores

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Mostra de Alan Monteiro vai contar com cerca de 25 ilustrações que materializam o olhar do artista sobre a natureza

Além de um cardápio diferenciado e artesanal, o Apetitá Bistrô (410 Sul) tem como objetivo levar cultura aos clientes e valorizar os artistas locais. A partir do dia 02 de fevereiro, sábado, às 19h, a casa recebe a exposição de ilustrações do artista Alan Monteiro, que foi batizada de Sensações em Formas e Cores. Serão entre 25 e 30 peças expostas para quem quiser apreciar as obras enquanto degusta um dos deliciosos itens do cardápio.
A visitação pode ser feita gratuitamente todos os dias da semana, durante o horário de funcionamento do bistrô, até o dia 10 de março. Para os que se interessarem, as ilustrações também estarão disponíveis para venda. Nada mal curtir uma programação agradável e ainda voltar para casa com uma obra de arte, não é mesmo?


Cores e Formas
As obras são baseadas na observação da natureza aos olhos de Alan, que não vê necessidade em se prender fielmente às formas. Feitas com o uso de técnicas como pastel seco sobre lixa, pinturas em azulejos, tinta gel sobre papel e luminárias com pintura sobre tecido, as ilustrações traduzem o lúdico em muitas cores, traços, pontos e linhas. “Elas expressam as sensações que a natureza provoca em meus sentidos. Luzes, cheiros, toques, sons e gostos que vibram na minha percepção”, explica o artista.


Tudo em casa
Mesmo já tendo exposto seu trabalho em alguns lugares, é a primeira vez que Alan realiza uma mostra em um bistrô. Convidado pelo dono da casa, Adrey Silva, o ilustrador acredita que o projeto trará bons resultados. “É um lugar muito receptivo e de boa energia. Acredito que a experiência será tão gratificante quanto o acolhimento que recebi no Apetitá”, garante.
Outro motivo para tratar-se de uma parceria de sucesso é que o autor, assim como o Apetitá, é paraense. O carro chefe da casa é o açaí puro e tradicional nortista, além dos sorvetes Cairu – marca tradicional de Belém, que conta com sabores típicos como bacuri, castanha do Pará, cupuaçu e tapioca. “O fato do local ter as características de minha região me traz a sensação de acolhimento e calor humano, tão presentes no Norte. Ali, posso dizer estou em um pedacinho de minha terra”, relata o artista.

Serviço
Exposição Sensações em Cores e Formas – Apetitá Bistrô
Local: Comércio Local Sul 410 BL D LOJA 15 – Asa Sul
Abertura: 02 de fevereiro, sábado, às 19h
Visitação (até 10 de março): Seg a Sex das 12h às 21h/Sáb das 12h às 22h/Dom das 13h às 22h

EDUCAÇÃO NA MÃO DE QUEM ENTENDE: INSTITUTO LASNEAUX

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Educação na mão de quem entende: Instituto Lasneaux

Ensino diferenciado do Lasneaux apresenta resultados para todas as idades

Criado em 2016, o Instituto apresenta ideias inovadoras e diversas áreas da ciência, filosofia e, até mesmo, psicologia. Para falar sobre como o modelo funciona, conversamos com o professor Marcello Lasneaux, que nos conta sobre como é a rotina no Instituto.

61 Brasília (61): Quando o Instituto foi criado?

Marcelo Lasneaux (ML): O Instituto foi criado em junho de 2016, a partir da minha completa insatisfação com o sistema de ensino. Soma-se a isso, as muitas ideias inovadoras que gostaria de implementar, mas não havia espaço institucional para isso.

Meu cabide de ideias era extenso, aliando neurociência, pedagogia crítica, psicologia com abordagem centrada na pessoa, filosofia existencialista e fenomenológica. Além disso, aproximei-me firmemente das ferramentas digitais para adequá-las à aprendizagem.

Chamava-me atenção ainda, a enorme pressão exercida sobre os alunos, pressão feita com regras absurdas e a necessidade de notas, resultando em adoecimento geral: muitos alunos tomando medicamentos duas ou três vezes por dia. Eram muitas razões para perceber o quanto antinatural é a escola. Por exemplo, há pesquisas suficientes para mostrar que não atingimos o máximo cognitivo antes das 9h da manhã. Por que as aulas começam antes?

Hoje, o Instituto tem uma unidade na 512 sul e outra na Ceilândia Norte. Em fevereiro de 2018, iniciaremos a primeira escola livre completa do Distrito Federal: Iasnaia Poliana, que funcionará na 512 sul.

61: Qual era a ideia inicial?

ML: Com duas ideias: autonomia e inovação. A maior defesa que faço sobre o aluno é a necessidade do protagonismo dele. O aluno deve gerenciar ativamente sua aprendizagem. Ele deve poder entrar e sair, ele deve falar, ele deve interferir no andamento da programação, na forma de avaliação.

61: Qual método utilizado em aula?

ML: Nos nossos cursos preparatórios, usamos o método de ensino híbrido chamado de sala de aula invertida aumentada (ou método LASNEAUX). Nesse método, dividimos cada tópico a ser desenvolvido em cada um dos componentes disciplinares em três partes: a pré-aula, a aula e a pós-aula.

Na pré-aula, o aluno assiste à aula palestrada em casa (sob forma de vídeo gravado) e recebe uma lista de exercícios. Isso fica hospedado em uma plataforma digital customizada pelo Instituto, com acesso pela web.

Após suas anotações e feito a lista, o aluno vem para a aula presencial. Nela, o professor faz um mapa mental de 15 minutos sobre o assunto, tira dúvidas teóricas e da lista. Na mesma aula, aplica uma segunda lista de exercícios. Essa lista é resolvida individualmente e depois debatida pelos alunos.

Essa parte é chamada de “peer instruction”, desenvolvida pelo professor de física de Harvard, Dr. Eric Mazur. Depois, o professor resolve a lista. Terminada a aula, o aluno, novamente em casa, acessa a plataforma digital e realiza um quizz, sobre o assunto apresentado.

61: Quantos alunos por sala?

ML: Nos preparatórios, trabalhamos com 30 alunos por sala.

61: Quais são os cursos ofertados?

ML: Ofereceremos presencialmente, mas sempre com o apoio de plataformas digitais: PAS 1, PAS 2, PAS 3, pré-vestibular e pré-ENEM. Tanto na unidade da Asa Sul, quanto na Ceilândia.

Oferecemos ainda específicas de biologia e química para preparação em vestibulares.

Todos os cursos são também oferecidos 100% digitais, além de diversos materiais sob forma de e-book no site do Instituto.

61: Próximos passos?

ML: Em 2018, iniciaremos a primeira escola livre completa de Brasília: Iasnaia Poliana. O nome é homenagem a Leon Tolstoi, escritor e pensador e sua fazenda-escola na Rússia do século XIX. Funcionará na 512 sul. Uma escola sem provas, sem recuperação, sem reprovação, sem salas de aulas, sem divisão de turmas. Chamamos de completa porque aceitará alunos de 5 a 17 anos, todos juntos. Teremos um cronograma semanal decidido conjuntamente com os alunos, com oficinas das mais diversas: matemática, eletrônica, física, biologia, química, literatura, desenho, artes cênicas, artes visuais, história, filosofia, geografia, música, programação, robótica, alfabetização, jogos, meditação, leitura, discussão, fotografia, primeiros socorros, medicina forense, medicina básica, sustentabilidade, idiomas em imersão (inglês, francês, alemão, espanhol).

As matrículas estão abertas para turno integral (manhã e tarde, das 9h às 17h) mas também em modos parciais. Cada aluno do integral, será acompanhado ainda em um projeto autoral (decidido pelo aluno, a partir do que mais gosta de estudar) que será orientado por um profissional qualificado.

A escola terá presença de psicólogo e psicopedagogo. O modelo é inspirado nos trabalhos de Carl Rogers e na escola inglesa de Summerhill. Trata-se de uma ruptura contra o modelo competitivo que tomou a escola oficial; modelo esse que interdita a criatividade e a criticidade do sujeito; que é desumanizador, que domestica um país e não nos entrega pessoas críticas, autônomas.

Nossas crianças e adolescentes, no formato da escola tradicional, renuncia sua vontade de ser e fazer, renunciam à sua subjetividade, acreditando que estão sendo preparados para o trabalho e para a vida. Estão sendo enganados. Entrega-nos sim, como diria Paulo Freire: “alunos com medo, com desejo de uma autoridade para lhes guiar e demitidos da vida”. Iasnaia entregará pessoas felizes, com saúde mental e regentes de si. E habilitadas sim, para enfrentar exames, o trabalho e a vida, que ele desejar levar.

Serviços:

Bate papo Solteiros Novamente

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No dia 06 de fevereiro, às 18h30, a psicóloga e psicoterapeuta Ana Maria Coelho comanda o Bate Papo Solteiros Novamente, que abordará  o  tema  “ Superação após perdas e separações – como recomeçar seu projeto de vida”. O encontro será na   Sasse Uniformes, localizada na 710/711 norte. Ana Maria levantará questões baseadas nas abordagens psicodinâmica e sistêmica e sintetiza “é possível ter um recomeço construtivo e sem mágoas, desde que a pessoa consiga perdoar e aceitar a sua história.” A entrada é gratuita e as vagas são limitadas, podendo ser reservadas pelo telefone (61) 99964-1618.

Sobre Ana Maria Coelho:

Psicóloga, psicoterapeuta e mestre em saúde mental, Ana Maria é autora do livro Solteiros Novamente, juntamente de Beatriz Schwab. A obra conta histórias de solteiros recém separados, com reflexões e percepções vividas. O objetivo do livro é ajudar pessoas a refletirem sobre os seus sentimentos, relacionamentos e comportamentos, e como lidam com as perdas e quais aprendizagens podem ter após separações. 

Serviço:

Bate papo Solteiros Novamente

Com Ana Maria Coelho

Local: Sasse Uniformes – SHCGN 710/711 bl. B loja 35 – Asa Norte – DF

Horário: 18h30

Inscrições pelo telefone: (61) 99964-1618

Vagas limitadas / Entrada Gratuita

Ponte aérea Angola x Brasil

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Brasileira radicada em Luanda traz para o país experiência e estudos científicos para o melhor desenvolvimento de ambientes profissionais

Dia 31 de janeiro, às 19h, será lançado no Carpe Diem o livro “Educação Ambiental Empresarial – Um Instrumento de Mudança?”. A autora, Lilhan Ferro Barbosa será a anfitriã e falará sobre o projeto que criou em conjunto com o Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC) de Luanda, em Angola, o qual deu origem à obra que será lançada em primeira mão na capital federal, cidade natal da autora.

Foto:Anderson Corcino

A obra pretende facilitar o entendimento da importância da educação ambiental, como instrumento de gestão ambiental no âmbito empresarial. A ideia é que atue como um facilitador na transformação cultural. “Busca-se de forma inicial, uma fundamentação teórica, por meio de métodos científicos e, depois, segue-se com estudo de caso comparativo sobre a opinião de funcionários, antes e depois da sensibilização ambiental”, coloca Lilhan.

Lilhan é docente do ISPTEC, formada em Economia pela Universidade Católica de Brasília (UCB), pós-graduada em Matemática Aplicada à Economia e Gestão pela Universidade de Brasília (UNB), mestre em Gestão e Auditoria Ambiental pela Universidade de Leon, na Espanha, e doutoranda em Gestão pela Universidade Agostinho Neto (UAN), em Luanda com parceria com o ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa .

Tem publicado diferentes artigos referentes à Angola, com investigação baseada em uma autorreflexão coletiva com a seguinte temática: Fundamentos microeconômicos da macroeconomia com foco na responsabilidade social e ambiental.

Serviço:

Lançamento do livro: Educação Ambiental Empresarial – Um Instrumento de Mudança?

Data: 31 de janeiro de 2019

Local: Restaurante Carpe Diem – 104 Sul

Cappuccino instantâneo: saiba como escolher o melhor e como incrementar a receita em casa

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Muito popular entre os amantes de café, o cappuccino, que originalmente é composto por três partes iguais de café espresso, leite e leite vaporizado, surgiu na Itália entre os séculos XVI e XVII. A primeira receita da bebida é atribuída ao monge italiano Marco D’Viano, logo, acredita-se que a iguaria leve este nome em homenagem aos monges capuchinhos, que na Itália eram chamados cappuccinis. Hoje, há várias formas de apreciar um bom cappuccino. Para aqueles que têm um dia a dia corrido e preferem praticidade, existe a versão instantânea da bebida. Mas como escolher o ideal?


De acordo com a gerente de qualidade do Café do Sítio, Ana Carolina Meireles, o produto deve ter algumas características para garantir a satisfação dos consumidores. “Começa pelos ingredientes: não usar bicarbonato de sódio e utilizar leite em pó de boa qualidade são alguns diferenciais de mercado. Infelizmente, algumas marcas utilizam soro de leite na composição, o que faz com que o resultado não seja tão agradável”, explica. “Nos cappuccinos instantâneos Café do Sítio seguimos este padrão, além de usar um delicioso chocolate belga. Nada de achocolatados”, completa.
Outro ponto importante é deixar claro para o consumidor a existência de algum ingrediente específico na composição, como a canela. “No Café do Sítio, temos o Cappuccino do Sítio Tradicional e o Cappuccino do Sítio Canela. O tradicional tem zero adição de canela, e isto é o certo, pois entendemos que alguns clientes não gostam. Alguns produtos do mercado costumam colocar nem que seja um pouco de canela nos ingredientes, mesmo nas versões tradicionais”, comenta Ana Carolina.

Para dar aquele upgrade

Como tudo que é bom pode melhorar, existem algumas formas de deixar o cappuccino que você faz em casa ainda mais gostoso e cremoso. Uma das principais dicas é, em vez de usar água como o modo de preparo sugere, utilizar leite. Fica ainda mais cremoso se o leite for adicionado já quente e aos poucos. No caso de ainda preparar com água, também é uma opção adicionar uma colher de chá de óleo de coco na primeira mistura, quando for dissolver o pó, e só depois adicionar o restante do líquido. Desta forma você cria uma emulsão cremosa antes de colocar o restante da água.
Depois de pronto, alguns ingredientes extras podem fazer toda a diferença para incrementar a bebida. Nesta hora, o segredo é usar a criatividade: chantilly, creme de avelã na borda, raspas de laranja e até licor de Amarula podem ser adicionados ao cappuccino, dando um sabor especial e personalizado. Em dias mais quentes, vale até consumir a bebida gelada ou acompanhada de bolas de sorvete. Que tal?