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Pensando em viajar? Veja as passagens aéreas saindo de Brasília para as capitais do Nordeste

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O Aeroporto Internacional de Brasília (Presidente Juscelino Kubitschek) é considerado um dos maiores do país e tem um fluxo intenso de pessoas diariamente, por isso a Revista 61 Brasília separou algumas dicas de destinos, já que estamos perde das férias de junho.

Brasília conta com voos diretos para 9 capitais do Nordeste, trouxemos os melhores preços das passagens para esses destinos. O menor preço é da capital para o Recife em voo direto com passagens de ida e volta por R$ 732.

Os outros destaques são as passagens aéreas de Brasília para Salvador por R$ 698, além de voos para Teresina – R$ 858.

Outra promoção é para João Pessoa, as passagens aéreas de Brasília para João Pessoa, em torno de R$ 786 em voo direto.

Lembre-se, as passagens aéreas estão com as taxas de embarques inclusas. Os preços podem sofrer alterações pelo fato de ser uma promoção com número limitado de passagens com descontos por voo.

E ainda falando sobre o Aeroporto de Brasília

O Aeroporto de Brasília fechou o ano de 2023 como o 3° aeroporto fora do eixo Rio-São Paulo que mais movimenta passageiros para o exterior, atrás apenas de Guarulhos (SP) e Galeão (RJ). O fluxo de usuários entre embarques e desembarques para o exterior pelo terminal foi de 560 mil pessoas, um número de passageiros 36% maior em comparação a ano de 2022. Ao longo do ano passado, o tráfego aéreo internacional foi de 3.528 pousos e decolagens.

Já em 2024, o terminal tem uma boa movimentação, em janeiro e fevereiro foi registrado um alto fluxo de voos para Miami e Orlando (Estados Unidos). Mais de 200 pousos e decolagens com destinos para as cidades americanas.

Atualmente, os passageiros podem voar direto de Brasília para seis destinos no exterior: Lisboa com TAP, Panamá pela Copa Airlines, Miami e Orlando com a GOL, Buenos Aires pela Aerolineas Argentinas e Lima operado pela LATAM. Em junho de 2024 a Sky Airline, companhia chilena de baixo custo, inaugurará sua operação no Distrito Federal operando o voo para Santiago, no Chile, com três voos semanais, nas quartas, sextas e domingos. No mesmo mês a LATAM também volta a operar a rota para Santiago com três frequências semanais.

Redefinição da Política Nacional do Ensino Médio no Brasil, é aprovado pela Câmera dos Deputados

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O governador Jose Serra entrega onibus escolares e inaugura a Escola Estadual Jd Mario Covas. Data: 05/02/2010 Local: Americana / SP Foto: Ciete Silvério / Governo do Estado de SP

A Câmara dos Deputados deliberou na última quarta-feira a aprovação do texto-base do projeto de lei destinado à reestruturação do Plano de Política Nacional do Ensino Médio. A nova proposta, ainda em análise, estabelece uma carga horária significativa tanto para a formação geral básica, totalizando 2,4 mil horas ao longo dos três anos, quanto para a formação técnica, com um total de 1.800 horas.

O Ministro da Educação, Camilo Santana, acompanhou os desdobramentos do processo e ressaltou que “a grande virtude dessa proposta é que ela foi fruto de uma ampla negociação”, segundo a Agência Brasil. A iniciativa surgiu como alternativa à reforma implantada no ano de 2017, que previa 1,8 mil horas para a formação básica e 1,2 mil horas para os itinerários formativos, representando as disciplinas escolhidas pelos alunos para aprofundamento de estudos. O atual governo submeteu ao Parlamento uma nova proposta, elevando a carga horária mínima da formação básica para 2,4 mil horas.

Críticas à reformulação

Parlamentares do PT e do PSOL manifestaram críticas em relação a pontos específicos do projeto aprovado. Entre as preocupações, está a possibilidade de profissionais com expertise atuarem na formação técnica, bem como a redução da carga horária para esse tipo de ensino. Tarcísio Motta (PSOL-RJ) enfatizou sua preocupação com a fixação de

1,8 mil horas para o ensino técnico, que poderia resultar na precarização dessa modalidade, levantando a questão de que essa média poderia criar uma dicotomia entre ensino médio e técnico, especialmente para alunos com baixa renda.

A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) criticou a disposição como isso está sendo feito. “Na prática, isso pode favorecer o setor privado em detrimento do público, o que pode ter implicações significativas na equidade do acesso à educação técnica”, ressaltou a parlamentar.

Com a votação dos destaques em curso, que podem influenciar pontos cruciais da proposta, o desfecho deste debate continuará a demandar atenção e análise cuidadosa, refletindo o compromisso do legislativo em promover uma educação de qualidade e acessível a todos os brasileiros.

A íntegra completa do pronunciamento pode ser acessado através do link: Nova Reforma do Ensino Médio – TV Câmara – Portal da Câmara dos Deputados (camara.leg.br)

Dia Internacional da Felicidade: Uma Jornada Pessoal e Coletiva

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Nesta quarta-feira (20/3), celebramos o Dia Internacional da Felicidade, mas o que é felicidade? É importante refletir sobre o que constitui a verdadeira felicidade e como a sociedade pode promover o bem-estar de seus cidadãos, visto que a felicidade tem um significado pessoal. A Assembleia Geral das Nações Unidas escolheu a data em 2012, reconhecendo a importância da felicidade e do bem-estar como metas e desejos universais nas vidas das pessoas.

A felicidade é subjetiva e frequentemente está associada às realizações e satisfações de um indivíduo com a vida. Estudos indicam que fatores como saúde, educação, relações sociais e acesso a serviços básicos são fundamentais para o bem-estar individual e coletivo. Segundo Cloninger (2004), os psiquiatras têm um amplo conhecimento das características biomédicas das pessoas infelizes, mas sabem muito pouco sobre as pessoas felizes.

Para Cássia Tavares, Psicóloga e Terapeuta, a felicidade é mais complexa do que imaginamos. “Um dos objetivos é estar satisfeito com o que se faz, então a felicidade pode e tem suas variantes. As pessoas devem e buscam no cotidiano realizações pessoais que, em tese, trazem o que chamamos de felicidade momentânea”. A especialista ainda afirma que a felicidade não é algo que se conquista de uma vez, mas sim um estado que se constrói e se cultiva diariamente, através de escolhas.

A felicidade não deve ser vista como um “fato” individual; ela também depende de outros fatores, aponta a psicóloga. Por isso, temos países que adotam medidas para avaliar e promover o bem-estar de seus cidadãos, além de indicadores econômicos e tradicionais. No Butão, país asiático, foi criado o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), que segue um conjunto de critérios que incorporam aspectos relacionados à sustentabilidade, saúde mental, cultura, educação e meio ambiente. Outro exemplo é a Finlândia, eleita como o país mais feliz do mundo, segundo o Relatório Mundial da Felicidade de 2020, elaborado pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU. O relatório leva em conta fatores como nível de renda, apoio social, expectativa de vida saudável, liberdade, generosidade e ausência de corrupção.

Mas o que faz um país ser considerado mais “feliz” que o outro? Segundo o relatório de pesquisa da FIB, alguns dos motivos são a alta qualidade de vida, a igualdade social, a confiança nas instituições, a valorização da educação e a proximidade com a natureza. Além disso, países como Finlândia não buscam a felicidade como um sentimento individual, mas como uma conquista coletiva.

A psicóloga menciona que trazemos uma bagagem de sentimentos e experiências envolventes e buscamos saciar nossas necessidades mais básicas. “Esses fatores se relacionam com a interação social e o sentido que encontramos na vida” aponta.

“Todo ser humano deseja a felicidade, escolhendo se comportar de modo a se aproximar desse estado emocional. No entanto, nem todos estão dispostos a encontrá-la, pois envolve renunciar a vontades e prazeres que possuem recompensa imediata. É necessário encontrar um sentido para a ação, que muitas vezes passa por um período de desconforto antes de receber a recompensa (física e/ou emocional)”.

Portanto, considera a felicidade como um não absoluto e universal, mas sim relativo à

cultura. Cada país segue seus critérios e desafios para que a população alcance esse

“status” de felicidade, e cada indivíduo tem suas próprias expectativas e motivação para

alcançá-la. O mais importante é o equilíbrio entre as necessidades pessoais e as

responsabilidades sociais, e valorizar as pequenas alegrias que são proporcionadas. Como

mencionado pelo francês Albert Camus: “Não há vergonha em ser feliz. Mas hoje,

infelizmente, respirar e ser feliz é um dos atos mais originais”.

Nova Carteira de Identidade Nacional é debatida em evento da Promoção do Registro Civil de Nascimento

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Na tarde ontem (19), aconteceu o 11° Encontro Nacional de Promoção do Registro Civil de Nascimento, organizado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). No evento foi debatido sobre a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).

A partir da nova Carteira de Identidade, que possui padrão nacional e CPF com número único, será possível a integração dos dados de forma segura. Com isso, a administração pública conseguirá promover cidadania e melhores resultados na prestação dos serviços oferecidos pelo governo, bem como estabelecer dados íntegros para os cadastros do governo, como o CadÚnico, reduzir as fraudes e ampliar a segurança dos processos de identificação de cidadãos no Brasil.

A nova Carteira de Identidade já está disponível para emissão em 23 estados e no Distrito Federal. São eles: Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Atualmente, quase cinco milhões de CINs já foram emitidas.

Todos os estados têm de adotar o novo modelo baseado no Decreto nº 10.977/22, que já está em vigor desde 11 de janeiro.

Bolsonaro e mais 16 são indiciados por falsificação de cartões de vacina

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Foto: Evaristo Sá/AFP

PGR pode agravar acusações e elevar pena do presidente para mais de 20 anos

Jair Bolsonaro (PL) e outras 16 pessoas foram indiciadas na segunda-feira (18) pela Polícia Federal, no âmbito de uma investigação sobre o suposto esquema de falsificação de cartões de vacina. A Procuradoria-Geral da República irá deliberar sobre a apresentação de denúncia à Justiça ou o arquivamento da apuração.

Na investigação sobre a adulteração de certificados de vacinação contra a Covid-19, a PF já solicitou o indiciamento de Bolsonaro pelos crimes de organização criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação. A expectativa é que a PGR inclua mais crimes na denúncia, o que pode elevar as eventuais penas de Bolsonaro, se condenado.

Caso seja julgado e condenado pelos crimes, Bolsonaro pode cumprir mais de 20 anos de prisão. Segundo o Código Penal, as penas para os delitos são as seguintes: inserção de dados falsos em sistema público – 12 anos e multa; formação de quadrilha – reclusão de um a três anos; falsificação de documentos públicos – reclusão de dois a seis anos e multa; mentir sobre informações relevantes – reclusão de um a cinco anos e multa.

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, deu um prazo de 15 dias para a PGR se pronunciar. O caso será decidido pelos procuradores, que irão avaliar se existem elementos suficientes para levar o caso à Justiça.

O esquema de fraude nos comprovantes de vacinação levou ao indiciamento de 16 pessoas, além de Bolsonaro. Os documentos continuam em segredo.

Mostra Terra Plena

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Abertura da mostra acontece no dia 22 de março (sexta-feira), às 19h no Jardim Potrich

A mostra “Terra Plena”, projeto cultural contemplado pela Lei Goyazes, que tem a curadoria de Tatiana Potrich e Lari Mendes e a participação de 14 artistas, estreia no dia 22 de março no Jardim Potrich.

André Morbeck (GO), Lupe Vasconcelos (GO), Xica (MG), Okun (GO), Bruno Vilela (PE), Sylvana Lobo (GO), Tarcísio Veloso (BA), Sophia Pinheiro (GO), Larovisk (GO), Emília Simon (GO), Guilherme Siqueira (GO), Helena Vasconcelos (MG), Vinícius Figueredo (GO) e Fabiano Nunes (SP) terão suas obras – imagens que exploram a paisagem vibrante da terra e refletem a conexão com o céu que observamos abaixo da Linha do Equador – expostas no espaço multicultural Jardim Potrich, no Jardim Goiás até o dia 26 de abril.

Serviço
Mostra TERRA PLENA
Local: Jardim Potrich – Rua 12, n°12, qd. B21, lote 7 Jardim Goiás
Data da Abertura: 22 de Março de 2024 das 19h às 23h
Data de Exposição: 23 de Março à 26 de Abril
Seg à Sex das 8h às 11h, das 14h às 17h ou hora marcada
Curadoria e Textos  Tatiana Potrich e Lari Mendes
Contato: 62 98177-176 – @jardimpotrich