Avanços tecnológicos em exames de imagens contribuem para diagnósticos e tratamentos mais seguros

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Avanços tecnológicos em exames de imagens contribuem para diagnósticos e tratamentos mais seguros

A Radiologia Intervencionista é uma especialidade médica que utiliza a radiologia não apenas para o diagnóstico, mas também para o tratamento de várias doenças através da associação de princípios clínicos e cirúrgicos. Muito aplicada na área vascular, tanto em doenças do coração como em doenças vasculares do sistema nervoso central, o progresso na utilização dos recursos de imagem tem beneficiado, cada vez mais, médicos e pacientes.

Entre os avanços mais recentes, estão os aparelhos de última geração, que permitem a realização de exames com recursos 3D, melhorando a qualidade de captação de imagens e possibilitando que o tempo de exposição à radiação, tanto do médico como do paciente, seja menor.  Recém-chegado à capital federal, o Azurion 3D F15 é um exemplo disso. O equipamento multifuncional com tecnologia de ponta é capaz de realizar diversos procedimentos intervencionistas de hemodinâmica, eletrofisiologia, neurologia e vascular, tais como: angioplastias, cateterismos e embolizações.

Segundo o cardiologista Thomas Osterne, do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), o aparelho torna o exame mais ágil e eficiente por incorporar três tecnologias, são elas: o Live Image Guidance, que inclui soluções avançadas como angiografia rotativa 3D-RA; o StentBoost e o CardiacSwing. Aplicadas em conjunto ou separadamente, elas possibilitam ao médico direcionar o melhor tratamento e otimizar o fluxo de trabalho.

“A alta qualidade e precisão das imagens permitem que em procedimentos mais complexos, por exemplo, sejam captadas menos imagens, evitando o excesso de exposição à radiação, e também a quantidade de contraste infundida, minimizando as complicações dos procedimentos”, explica o especialista.

Além desses recursos, o aparelho conta um detector plano de 15” e tecnologia de 16 bits, que permite melhor visualização dos vasos sanguíneos, malformações complexas e oclusões. “Com a utilização do detector conseguimos ter uma imagem mais ampla, ideal para procedimentos vasculares e de neuro-intervenção, obtendo-se, com poucas incidências o diagnóstico completo”, finaliza.

 

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