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Profissional de lash design é referência em extensão de cílios

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A extensão de cílios caiu no gosto da mulherada. Dayane Matos, profissional de Lash design, e instrutora com certificação da CNPB (conselho nacional dos profissionais da beleza).

Atua no segmento desde 2018, contando com mais de 20 especializações com certificados internacionais e nacionais, pela Rastelli Beautiful, sempre se aperfeiçoando em diversas técnicas ela foi otimizando o seu tempo que incialmente era de 8h e foi diminuindo para 1h e meia.

Ser lash design era o que realmente ela gostava, juntando com a independência financeira e fato de ser dona do seu próprio negócio e Fascinada pela profissão que transforma cada cliente, ela diz:

“Nós trabalhamos não só com a transformação do olhar, mas também com a transformação interna que esse olhar empoderado traz, porque a autoestima delas ficam lá em cima e o amor próprio fala mais alto. Só quem realmente passou por essa experiência é capaz de explicar como nos amamos e nos sentimos maravilhosas com extensão”. Dayane Matos.

Hoje, pode-se falar que ela é referência em sua cidade e fora também, quando se fala em extensão de cílios. Bastante procurada por lashes do df e fora para tirar dúvidas, a profissional já ministrou diversos cursos, inclusive para alunas que moram em Seattle EUA, Portugal e Canadá.
“Para a aluna de Seattle foi curso online, uma experiência incrível”.
As de Portugal e Canadá, fizeram presencial depois foram embora.

Para manter a saúde dos cílios, é necessário realizar uma boa aplicação, sem excesso de cola. Realizar a higienização diariamente e as manutenções no tempo certo.

Com mais de 6 anos atuando na área, Dayane vem se destacando, não só pelo seu excelente trabalho, mas também pelo seu ótimo atendimento. Vale ressaltar o aconchegante ambiente proporcionado para as clientes.

Ela trabalha desde as técnicas mais naturais até as mais volumosas, fio a fio, telas inteiriças, lash lifting. Os materiais utilizados são autorizados pela Anvisa, todos eles vêm de fora.

Atualmente ela acaba de começar com uma técnica nova, utilizando cola vegana que não arde os olhos, assim o procedimento pode até ser realizado com os olhos abertos.

Importante salientar, que a cliente recebe no fim do procedimento um kit de cuidados para que possam cuidar da extensão, em casa, lembrando que essa etapa é fundamental para garantir que os cílios durem por mais tempo e se mantem lindos e alinhados.

“Realizar estes procedimentos me deixam muito feliz. Saber que estou aumentando a autoestima das pessoas é algo muito gratificante. Cada sorriso recebido, cada cliente que vira amiga é a melhor parte afirma Day”.

Para você que é profissional da área da estética e gostaria de especializar-se ou até mesmo sonha em se tornar uma, Dayane preparou um curso mais que completo, com o material incluso e carga horária de 12h podendo ser realizado em um ou dois dias, conforme necessidade da aluna.

Todos os produtos utilizados pela profissional serão disponibilizados para serem adquiridos no espaço.

Ficou interessada, quer fazer o curso ou garantir a sua extensão de cílios?

Entre em contato com Dayane Matos pelo telefone

(61) 9 8523-8531

Instagram: @dayanematoslashes

Brasília recebe a 30ª Corrida das Pontes do Lago Sul

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A competição acontece em 19 de março, com percurso de 8,5 km. A prova percorre parte dos principais cartões-postais da cidade.

Em 2023, a 30ª Corrida das Pontes do Lago chega ao Distrito Federal atraindo atletas de alta performance e corredores de fim de semana de todo o país. A competição que prevê duração máxima de 2h, acontece em 19 de março, com saída confirmada às 7h. O percurso trata-se de um privilégio à parte para os/as competidores (as): se dá no trecho que circunda o caminho entre a Ponte das Garças e a Ponte Honestino Guimarães, tendo sua largada e chegada no estacionamento externo do clube da AABR e o Lago Paranoá como vista e inspiração. 

Pessoas interessadas em participar podem realizar as inscrições, até 15 de março, por meio da página https://www.centraldacorrida.com.br/corridadaspontes . As vagas são limitadas!

Tradição esportiva 

A competição, já consolidada na capital federal, foi criada em 1989 por Maurício Cavalcanti e desde então, ao longo de seus últimos 33 anos, colocou Brasília entre os principais destinos para a realização de corridas de rua de nosso país. Atletas de projeção nacional e internacional, como Loran Miguelli, Valdenor do Santos, Arnaldo de Sá, Carmen de Oliveira, Solange Cordeiro, Lucélia Péricles entre outros, competiram no trecho que liga as duas pontes.

“No final dos anos 80, eu já morava aqui em Brasília e treinava muito na beira do Lago, onde tinha a ciclovia que passava pelas duas pontes. Naquela época ainda não tinha a terceira ponte. Eu fazia o percurso diversas vezes, me encantei com a paisagem do trajeto, até que um belo dia eu disse: ‘vou fazer uma corrida aqui neste percurso’. E agora estamos aqui, em 2023, na 30ª edição da corrida particular de rua mais antiga da cidade”, relembra e comemora Cavalcanti. 

Turismo Monumental 

A 30ª Corrida das Pontes do Lago Sul, além de um grande evento esportivo, é uma proposta de encontro voltado para a disseminação de práticas de vida mais saudáveis e para a promoção de Brasília como referência turística. Não à toa o percurso escolhido para a realização das provas, além de uma paisagem exuberante, inclui as duas pontes, monumentos simbólicos para a história e para a arquitetura do país.  

A primeira ponte a ser erguida em Brasília, a das Garças, teve uma obra que durou de 29 de junho de 1973 a 14 de janeiro de 1974. A extensão é de 300 metros de comprimento e 18m de largura, com quatro pistas de rolamento. É chamada informalmente de “a Ponte do Gilberto”, devido à proximidade com o centro comercial Gilberto Salomão, no Lago Sul.

A segunda ponte é a Honestino Guimarães. Foi projetada em 1967, por Oscar Niemeyer, porém suas obras só começaram em 1973. Com 400 metros de extensão, liga o Setor de Clubes Sul e o Pontão, com acesso à Península dos Ministros e à Quadra 11 do Lago Sul. Esta, além de uma importante referência da arquitetura moderna de Niemeyer, tornou-se também símbolo de resistência e luta política pelo respeito aos direitos humanos. Em dezembro de 2022, a ponte que se chamava “Costa e Silva” – uma homenagem ao presidente que, em 1968, decretou o famoso AI 5 cerceando direitos políticos e civis – passa a chamar-se “Honestino Guimarães”, estudante preso e desaparecido em 1973, durante a ditadura militar. 

Segundo o Gestor de Conteúdo do projeto, Euler Oliveira, uma das belezas da corrida é que ela acontece em um cenário que favorece a realização de atividades esportivas por diversos motivos. 

“O Distrito Federal respira esporte. A comunidade candanga tem diversos cenários favoráveis à prática de atividades desportivas, principalmente, ao ar livre. O relevo do Planalto Central, por sua baixa elevação, convida a exercitar-se pelo Cerrado, que enche os olhos de qualquer atleta com sua paisagem exuberante. O clima também é bastante propício a diversas modalidades.

Então, contar com uma competição de rua como a Corrida das Pontes do Lago Sul representa não apenas aproveitar o que de melhor nossa região tem a oferecer, mas dar continuidade a essa tradição atlética que já integra o DNA das pessoas daqui.

Além disso, a corrida atravessa a história do Quadrado, uma vez que suas 30 edições acompanham a própria construção de Brasília, que não para de reinventar-se. Seu trajeto, inclusive, faz jus à bela paisagem urbana integrada a nosso bioma, passando pela Ponte Honestino Guimarães, pela Praça dos Orixás e pela Ponte das Garças, cartões-postais da cidade. 

No fim das contas, quem participa desfruta de uma competição esportiva de alto nível, aliada à natureza e ao turismo, em um só evento”, conclui Oliveira.

Serviço – 30ª Corrida das Pontes do Lago Sul

Data: 19 de março.

Horário: às 7h.

Ponto de partida e chegada: estacionamento externo do clube da AABR.

Inscrições: https://www.centraldacorrida.com.br/corridadaspontes.

Investimento: R$ 100,00.Mais informações em:  www.instagram.com/corridadaspontesdolagosul

Um Banco para os Pobres

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Em 2021, de acordo com o IBGE, tínhamos mais de 62 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza. Isso representa aproximadamente 30% da população do País. Em 2018, o mesmo IBGE registrou que 12,1% viviam nessa condição. Após 4 anos e uma pandemia, o Brasil empobreceu e mais que dobrou o percentual de vulneráveis. Importante ressaltar que aproximadamente 45% desses vulneráveis se encontram na Região Nordeste, o que mostra uma profunda desigualdade regional no Brasil. Os aglomerados urbanos onde essa população se concentra tem uma dinâmica econômica própria, em que a produção e o consumo fazem parte de um ciclo econômico no qual o pobre produz para os ricos. Essa lógica aumenta a concentração de renda no Brasil, deixando os pobres cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos. 

A solução para um desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda passa necessariamente pelo fomento aos pequenos negócios. As redes de apoio a esses negócios existentes no Brasil alcançaram, essencialmente, médias empresas. Os mais pobres continuaram excluídos nesse momento de pós-pandemia. O desemprego dos últimos anos levou à busca pela sobrevivência de grande parte dos nossos desempregados, criando uma economia paralela, muitas vezes invisível aos controles formais do Estado. Isso resulta em uma economia perversa, onde a pobreza não encontra oportunidade para seu crescimento econômico, fruto de suas próprias iniciativas produtivas.

Em 2001, conheci a experiência do Grameen Bank em Bangladesh, a referência mundial das microfinanças. O Professor Muhammad Yunus criou uma solução de crédito, como inclusão financeira e resgate da pobreza daquelas pessoas que eram as excluídas das excluídas de Bangladesh: as mulheres. Na década de 70, junto com a emancipação de Bangladesh, o Professor Yunus e alguns de seus alunos aproveitaram esse movimento emancipacionista para romper com a cultura opressora contra as mulheres que sequer tinham direito a ter direito. Quase 30 anos depois, quando conheci a experiência do Grameen, Bangladesh já era administrada por uma primeira-ministra. O crédito pode ser o indutor para mudança na vida das pessoas.

A moeda social é a forma de estimular a produção e o consumo nas comunidades mais carentes do Brasil. Ela é o instrumento de troca entre a produção e o consumo que pode trazer uma nova lógica de inclusão social, criando um novo ciclo econômico onde o pobre irá produzir, preferencialmente, para o pobre consumir. Essa é a forma mais rápida de promover o desenvolvimento de comunidades vulneráveis, estimulando a economia local. A moeda social não é controlada pela autoridade monetária porque não é uma moeda oficial. Normalmente, ela é lastreara pelo Real, o que garante aos agentes a conversão dessa moeda em circulação.

Existem no Brasil aproximadamente 150 moedas sociais circulando em áreas mais carentes. Os responsáveis por esse modelo e emissão dessas moedas são os Bancos Comunitários associados a Rede Brasileira de Bancos Comunitários – RBBC. Sua ação vai além da emissão da moeda, inclui a articulação com os agentes econômicos locais que possam fortalecer o sistema solidário para inclusão social. Os Bancos Comunitários também são agentes de crédito em moedas sociais. Ao fazer isso, potencializam a produção e o consumo local, desenvolvendo atividades econômicas que possam suprir a demanda local, fazendo a riqueza circular entre a produção e consumo daqueles que antes só produziam para os ricos, pois não tinham sua capacidade de comercialização amparada pelo sistema, dada a sua dificuldade de acesso ao mercado. Banco comercial nunca conseguiu alcançar os mais pobres, essa é a verdade.

Com o empobrecimento da população brasileira e a dificuldade do sistema financeiro de alcançar os mais pobres, fica claro que o Brasil precisa de um banco para os pobres. Essa solução promove de forma mais rápida o desenvolvimento de uma comunidade. Mas ela não se esgota no seu modelo fechado. É necessário a abertura para o mercado por meio da moeda oficial, o Real. 

Ter acesso ao crédito, produzir e consumir em moeda local promove de forma rápida um crescimento, mas também se esgota de forma rápida por ter o seu potencial limitado no mercado local. Por isso, é importante que esse modelo encontre uma abertura para transações fora dos limites da comunidade. Será com o modelo de correspondente bancário e/ou banco digital que o Banco Comunitário fará as transações com o mercado. Com essa possibilidade, o Banco Comunitário pode abrir conta para os seus clientes e entrar nas formas de pagamento do sistema financeiro. Assim, teremos um ciclo completo, onde as moedas sociais alcançarão os mais vulneráveis para o estímulo à produção e consumo, mantendo com o mercado a porta para transações que potencializam suas economias.

O crescimento da renda dentro dos mais vulneráveis abre uma nova perspectiva de mercado, com possibilidades de negócios e renda. A inclusão dos mais pobres no mercado significa a ampliação do consumo e a geração de emprego com distribuição de renda. Um Banco para os pobres no Brasil pode abrir a porta para aqueles que hoje não encontram perspectivas de futuro e sustento de suas famílias, com uma política de inclusão social e distribuição de renda, sendo o grande fomento à milhares de bancos comunitários espalhados pelo Brasil.

Valdir Oliveira- Ex-Secretário de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal

Exposição Onírica une arte, tecnologia e interatividade

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Estreia será no próximo dia 9, quinta, e fica em cartaz no Museu Nacional até maio

Será inaugurada no próximo dia 9 de março, quinta-feira, no Museu Nacional da República, a exposição Onírica, que reúne arte computacional, paisagem sonora e performance em instalações que estimulam a interação e a criatividade do público. O trabalho tem como estrutura principal o programa computacional Onírica, criado pelo artista e pesquisador de arte e tecnologia Carlos Praude. O software cria imagens de paisagens através dos elementos básicos da natureza: terra, água, fogo e ar. O programa apresenta, na mostra, imagens em realidade virtual e o público pode manipular cada uma delas usando controles semelhantes aos joysticks dos videogames.

Na definição de Praude, Onírica “é uma máquina de geração de imagens com uma poética fundamentada nos poemas do Manoel de Barros”. A intenção é estimular a ação criativa das pessoas que entram em contato com a obra. “É uma realidade virtual, em que você pode submergir na água, ou entrar em um ambiente tomado pelo fogo, e isso permite possibilidades de criação para quem interage com o trabalho. E vai além do que se vive no museu, porque o programa Onírica tem acesso gratuito e qualquer pessoa pode baixar e usar”, explica o artista. Para baixar o programa gratuitamente, acesse https://carlospraude.itch.io/onirica

As obras expostas contam ainda com o trabalho da atriz e performer Rita de Almeida Castro, que realizou interações com as imagens produzidas. As interações de Rita com as paisagens foram registradas em vídeo por Praude. “Fizemos uma instalação em realidade virtual e nesse espaço fazíamos performances, então fomos aos Lençóis Maranhenses para transpor o trabalho com as possibilidades que o espaço produz. No local nos surpreendemos com a fricção dos planos de imaginação virtual com o plano real natural. Normalmente se vai à natureza apreender dela para depois criar, mas em Onírica foi o contrário. Primeiro criou-se imagens de paisagens e depois essas paisagens dialogaram com a natureza”, relata.

A curadoria é de Carlos Lin, artista visual e historiador da arte. Ele pontua que a exposição é fruto de um trabalho integrativo entre as diferentes linguagens. “São campos específicos de ação, mas em permanente relação. Trata-se de uma proposta híbrida que convoca a performance, de Rita de Almeida Castro, passando pelo aparato de transferência para a imagem e manipulação digital de Carlos Praude. E a paisagem sonora de Felipe Castro Praude. Esse trabalho é um convite para a sinestesia, que aprofunda as camadas de interação entre o objeto de arte e a pessoa que vai até ele, inaugurada justamente em um momento importante no contexto das tomadas de decisões para o país como um todo”, argumenta Lin.

O músico e compositor Felipe Castro Praude explica que a paisagem sonora de Onírica foi feita com timbres dos elementos da natureza. “São sintetizados em cima de séries do artista John Cage e de séries quânticas usadas pelo compositor dinamarquês Kim Helweg. Esses sons são mesclados com diversos instrumentos como tigela de cristal de quartzo, tamborim e taças tibetanas”, explica.

SERVIÇO

Exposição Onírica

Evento de abertura dia 9 de março, quinta-feira, às 19h

Visitação entre 9 de março e 7 de maio, de 9h às 18h30

Museu Nacional da República – Sala 2

Entrada Franca

Classificação indicativa: Livre

Sugestão de Pauta: SENAC inicia processo seletivo para estagiários 

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Vagas são destinadas a estudantes do Ensino Superior em diversos cursos.  Bolsa-auxílio é de R$ 1.874,00

O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com inscrições abertas para processo seletivo de estágio para estudantes do Ensino Superior no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) no Rio de Janeiro/RJ e em Brasília/DF. Os interessados devem se inscrever até o dia 15/3, no Portal CIEE através do link: https://pp.ciee.org.br/vitrine/8737/detalhe

Na capital fluminense, as vagas são voltadas para estudantes dos cursos de Administração, Análise de Sistemas, Arquitetura e Urbanismo, Arquivologia, Biblioteconomia, Ciência Atuarial, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social – Jornalismo, Comunicação Social – Publicidade, Desenho Industrial, Design Gráfico, Direito, Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção, Estatística, Mídias Digitais, Nutrição, Pedagogia, Programação Visual, Rede de Computadores, Sistemas de Informação e Psicologia. 

Já na capital federal, as vagas são destinadas a estudantes dos cursos de Administração, Recursos Humanos, Psicologia, Sistemas de Informação, Engenharia da Computação, Análise de Sistemas, Ciências da Computação e Rede de Computadores.

Os candidatos aprovados receberão bolsa-auxílio no valor de R$ 1.874,00 e terão carga horária de 30 horas semanais. A vaga ainda conta com auxílio-transporte integral.

Atendimento

O estudante também pode tirar dúvidas através do atendimento via Whatsapp do

CIEE no número: (11) 3003 – 2433.

PaulOOctavio ganha Prêmio Top Imobiliário Wildemir Demartini

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Um café da manhã promovido pela Quadraimob, nesta sexta-feira (03), no auditório do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), marcou a entrega do Prêmio Top Imobiliário Wildemir Demartini, uma homenagem às empresas que mais lançaram e venderam em 2022. A PaulOOctavio foi uma das vencedoras, no segmento Maiores em Lançamentos, Categoria Médio/Alto Padrão.

O prêmio, segundo o empresário Paulo Octávio, reconhece a empresa e a pujança da construção civil.

“Nossa atividade é uma das maiores geradoras de empregos e movimenta diversos setores”, avalia. Por sua importância, a PaulOOctavio não poderia estar fora do grupo de premiados. “Estamos trabalhando, de forma ética e responsável, ao lado de parceiros e concorrentes importantes. Isso aumenta nossa responsabilidade e mostra o tamanho desta conquista”, avalia o CEO do grupo.

No evento também foi apresentado o Anuário do Mercado Imobiliário QB, produzido pela QuadraImob. O levantamento mostrou que, apenas no ano passado, foram lançados 46 novos empreendimentos e vendidas cerca de 5,3 mil unidades em todo o DF, injetando mais de R$ 3,4 bilhões na economia da capital. Ainda segundo a pesquisa, nos dois primeiros meses de 2023, houve aumento na busca dos clientes por imóveis em áreas como Samambaia, Águas Claras e Noroeste.

Para este ano, segundo os sócios-diretores da QuadraImob, Leonel Alves e Rogerio Oliveira, a previsão é de um crescimento significativo de lançamentos, especialmente nos segmentos de médio padrão e econômicos.