Estudo mostra que quase metade dos brasileiros não confiam no parceiro.
Especialista diz que a falta de confiança pode prejudicar seriamente na qualidade do relacionamento
| Recentemente, uma pesquisa feita pela Avast revelou que mais de 40% dos brasileiros admitem pegar o celular do cônjuge sem autorização. Isso é preocupante, pois mostra que as pessoas não confiam umas nas outras e não têm relacionamentos saudáveis. Consultamos o especialista em relacionamentos Caio Bittencourt, do site MeuPatrocínio para entender mais sobre esse tema. O especialista acredita que parceiros transparentes e sinceros proporcionam relacionamentos mais sadios. “Relacionamentos saudáveis são fundamentais para o bem-estar de cada um. Um relacionamento maduro e transparente é a chave para o sucesso. Nesse caso, é importante que ambas as partes sejam honestas e façam o possível para manter o diálogo aberto. Não pegar o celular da outra pessoa sem a autorização é essencial para manter a confiança e o respeito entre os parceiros.” Diz Caio Bittencourt. ![]() ”Além disso, é importante respeitar os limites e as preferências de cada um. Se um parceiro não se sente bem com o uso do celular do outro, é importante que eles falem abertamente sobre isso e encontrem uma solução que seja boa para ambos. Dessa forma, as pessoas podem desfrutar de um relacionamento saudável, seguro e feliz.” Finaliza Caio. É necessário que as pessoas sejam honestas, respeitem os limites do outro e façam o possível para se comunicar abertamente. Quando essas coisas acontecem, as pessoas podem desfrutar de um relacionamento saudável e transparente, sem o receio de serem enganadas ou pegar o celular do outro sem autorização. |
10 das 100 maiores empresas de luxo contribuíram com 81% do crescimento e 84% do lucro líquido do setor em 2021
LVMH, Kenning e Estée Lauder estão no Top 3; relatório Luxury Trends ainda aponta três inovações no mercado: Digital ID, tecnologia Blockchain e vendas no metaverso
Em 2022, o setor de bens de luxo se recuperou acima dos níveis pré-pandêmicos. Os principais impulsionadores do crescimento foram a reabertura de lojas físicas, o comércio eletrônico e a normalização da demanda do mercado. Embora a inflação permaneça no centro das preocupações dos consumidores, a indústria parece não ser afetada. Nesse sentido, construir marcas sólidas e altamente desejáveis ainda é a chave para atrair mais demanda. Sustentabilidade e inovações (por exemplo, metaverso, inteligência artificial e experiências exclusivas) são elementos cruciais que devem ser totalmente integrados às estratégias de marketing para garantir que sua marca cresça mais rápido que a concorrência. É o que aponta o Luxury Trends, relatório de desempenho do mercado desenvolvido pela Labelium, consultoria de performance digital para empresas de moda, luxo, beleza e turismo.
Com o objetivo de oferecer insumos e análises de dados para auxiliar na tomada de decisões de grandes empresas, o levantamento compila insights de empresas como Google, Deloitte (Global Power of Luxury Brands 2022), Bain & Co – Altagamma (Leap of Luxury, Renaissance in Uncertainty 2022), e-Marketer, Ehrenberg- Bass Institute, Vogue Business, Accenture, GWI, Statista e informações proprietárias da biblioteca da Labelium.
O relatório indica que no ano fiscal de 2021, as 100 maiores empresas de artigos de luxo do mundo geraram receitas superiores a 2019. O Top 10 entre as 100 maiores empresas aumentou sua participação nas vendas totais de bens de luxo em 4,8 pontos percentuais. Eles contribuíram com 81,4% do crescimento ano a ano nas vendas e 84,7% do lucro líquido combinado das 100 maiores empresas. A LVMH reforçou sua posição como a empresa líder mundial em artigos, suas vendas de bens pessoais de luxo aumentaram mais de 55% ano a ano, para quase US$55 bilhões, o sexto maior crescimento ano a ano entre as 100 maiores empresas. Isso se deveu em parte à inclusão da aquisição da Tiffany & Co. em 2021, que produziu um desempenho recorde em termos de receita, lucros e fluxo de caixa.
Créditos: divulgação Labelium
“O relatório aponta três inovações no mercado. A primeira delas é o Digital ID, solução que marca produtos de luxo e registra detalhes sobre suas credenciais de fabricação e sustentabilidade. Dessa forma, as marcas podem atender ao interesse do consumidor por sustentabilidade e autenticidade dos produtos (permitindo serviços circulares, como revenda) e o interesse dos reguladores em greenwashing e due diligence da cadeia de suprimentos. A segunda é a utilização da tecnologia Blockchain, geralmente associada a criptomoedas, que ganhou espaço no mercado, pois ajuda a verificar e autenticar a origem de um item. E por último vem o metaverso e a inteligência artificial, que se mostra como uma excelente maneira de vender e se conectar com consumidores de luxo, além de potencializar a otimização da personalização da experiência de compra”, analisa Gustavo Franco, Country Manager da Labelium.
Qual o perfil dos compradores do setor?
Para empresas de luxo, o conhecimento da marca é mais do que crucial. As pessoas não desejam marcas que não sejam muito conhecidas nesta categoria. Dados de Ehrenberg-Bass mostram que o reconhecimento da marca é proporcional a sua desejabilidade, e quanto maior o índice de consumo, maior é a probabilidade de torná-la desejável para a população. Neste sentido, a pesquisa indica que os compradores são pessoas normais que entram e saem da categoria dependendo de vários fatores (produtos que pretendem comprar, categoria, comprador de categoria pesada ou leve…). “Por isso, é importante não restringir o potencial de segmentação e se concentrar em atingir pessoas da classe média em toda a categoria de produtos.”, pontua Franco.
O relatório revela que os compradores de comércio eletrônico genérico têm uma divisão de gênero quase igual (53,4% feminino, 46,6% masculino). A maioria dos visitantes de sites de luxo tem alta escolaridade e renda. Nos EUA, eles ganham entre US$100.000 e US$250.000. Na verdade, os compradores não se sentem ricos: têm dívidas altas, poucas economias e trabalham em tempo integral. A pandemia do COVID-19 fez com que eles apertassem os gastos. Espera-se que esse perfil genérico represente 50% até 2025.
O que está levando as pessoas a comprar esses bens?
As compras de luxo são hedônicas, desencadeiam a liberação de dopamina. Os compradores compram bens para fazer com que eles próprios ou os outros se sintam bem. Assim, essas compras costumam ser impulsivas ou para dar de presente. Os clientes sentem o poder de gastar muito e a satisfação de obter produtos exclusivos, raros e de qualidade. Os compradores exigem que suas marcas sejam “acordadas”. Eles se preocupam com o meio ambiente, incluindo questões sociais e políticas e exigem que as empresas se posicionem sobre sustentabilidade, raça e gênero.
Sendo assim, para captar o interesse do consumidor, é fundamental garantir que sua marca seja lembrada no momento da compra, aumentar a disponibilidade física para capturar a intenção impulsiva e investir em canais de revenda. A revenda de moda já está bombando nas plataformas de terceiros, crescendo quase 50% em 2022. 15,4% dos consumidores de luxo dos EUA fizeram compras por meio de uma plataforma de revenda online nos últimos 12 meses. Além disso, as marcas Savvy Luxury estão usando a revenda para destacar sua herança e se envolver com os clientes.
Além disso, confiança e sustentabilidade são citadas como passaportes digitais para conquistar clientes a consumirem esses produtos. A confiança na empresa emerge de experiências anteriores e história de interação ao longo da trajetória de desenvolvimento da jornada do consumidor à marca e é retratada como o processo experiencial de aprendizado e percepção do consumidor ao longo do tempo. Todas as marcas precisam construir a confiança do consumidor. Já a sustentabilidade não é mais algo bom de se ter, mas um must-have. No entanto, não se trata apenas de prometer “ser verde”. É preciso demonstrar os esforços concretos que fez para atingir esses objetivos, desde sua cadeia de suprimentos até as campanhas iniciais.
Sobre a Labelium:
A Labelium é um ecossistema de soluções para performance digital especializada em gerar receita e valor para empresas no setor de beleza e luxo, principalmente. A companhia de origem francesa tem atuação em 23 países por meio de 15 empresas que oferecem consultoria de campanhas no ambiente on-line. Ao adotar valores como transparência, sustentabilidade e governança, a empresa se destaca por oferecer uma rede colaborativa que atua como parceiro estratégico e operacional para seus clientes a nível global. A Labelium aposta na utilização de inteligência artificial para melhoria de determinação de público-alvo e personas e previsibilidade de vendas nas empresas. Além disso, também é realizado um estudo da maturidade dos diferentes canais onde estão presentes os clientes das companhias. Nomes como Dior, Shopluxo, Kenzo, Lacoste, Arbonne e MSC Cruzeiros são clientes da Labelium no Brasil.
Presidente do TCDF envia ofício à Câmara contra alteração do cálculo do FCDF
Na tarde desta terça-feira, 23, o presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Conselheiro Márcio Michel, encaminhou um ofício ao presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira, expressando sua preocupação com a possível aprovação da modificação dos índices de correção aplicáveis ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), conforme Projeto de Lei Complementar nº 93/23, de relatoria do Deputado Claudio Cajado.
Prejuízos à população
O relator do PLP propõe uma mudança no cálculo do FCDF, o que pode afetar negativamente o repasse de recursos à capital do país, com consequente prejuízo à população do DF e entorno.
Segurança internacional
No ofício, o presidente do TCDF ressaltou que, por abrigar a capital do país, o Distrito Federal tem responsabilidades específicas, como por exemplo, a recepção de autoridades estrangeiras e de organismos internacionais; a segurança dos prédios dos três poderes da República, dos prédios públicos federais, das embaixadas e residências oficiais. O DF é responsável, ainda, pela prestação de serviços às representações diplomáticas de outros países, entre outras particularidades da sede federal.
Leia aqui a íntegra do ofício do presidente do TCDF a Arthur Lira
Uma possível redução nos repasses da União para o Distrito Federal poderia afetar a manutenção desses serviços, bem como a efetiva prestação de serviços de saúde, educação e segurança à população do DF e entorno, custeados em parte pelo FCDF.
Entidades nacionais e internacionais da Educação querem Fundeb fora do arcabouço fiscal
Por Paulo Santos
A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) emitiu nota pública contra a inclusão do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) no arcabouço fiscal (PL 93/2023) constante do substitutivo do deputado Cláudio Cajado (PP-BA). A proposta é do governo federal.
Para a CNTE, a inclusão do Fundeb e dos mínimos constitucionais da educação e da saúde no novo limite de gasto fiscal representa retrocesso para a sociedade. O referido projeto de lei complementar tem por objetivo estabelecer nova regra de limite fiscal para a União, em substituição ao teto de gastos, imposto pela Emenda Constitucional (EC) nº 95.
Na avaliação da Confederação, a proposta do governo está longe de contemplar os anseios da sociedade brasileira. Apesar de dura e de estar ancorada em variáveis externas, sobretudo no comportamento da receita tributária e do PIB (Produto Interno Bruto), a proposta de novo arcabouço do Executivo é mais realista já que excetuou despesas essenciais, além das transferências constitucionais.
Medidas incoerentes
Contudo, em seu substitutivo, o relator Cláudio Cajado incluiu no teto de gastos do novo arcabouço fiscal os mínimos constitucionais da educação e da saúde (exceto o salário educação), além da complementação federal ao Fundeb, que até 2026 atingirá o percentual de 23% do Fundo.
“São medidas incoerentes e desproporcionais que, inevitavelmente, comprimirão as demais despesas sem pisos constitucionais, fazendo retornar o cenário de carestia imposto pela EC nº 95 às políticas sociais no Brasil, entre elas, a execução do Plano Nacional de Educação”, diz a CNTE em sua nota de protesto.
Exceções de despesas
Neste sentido, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação requer ao relator do PLP nº 93/2023 e aos deputados e deputadas que mantenham as exceções de despesas no arcabouço fiscal, tal como consta no projeto original do Poder Executivo, “uma vez que representam salvaguardas mínimas a setores vulneráveis da sociedade”.
Tuitaço
Nesta terça-feira (23), a CNTE realizou um tuitaço contra a inclusão do Fundeb no arcabouço fiscal proposto pelo governo.

Países de Língua Portuguesa
Fazendo coro às entidades brasileiras, a Confederação Sindical da Educação dos Países de Língua Portuguesa (CPLP-SE) também se manifestou em solidariedade à CNTE.
De acordo com a entidade internacional, o Brasil é uma referência para os países de língua portuguesa, por isso, a CPLP torce que seja um exemplo nos investimentos necessários para garantir o acesso de todas as pessoas na educação escolar, estimulando a permanência com aplicação de uma educação com qualidade social e a devida valorização dos e das profissionais da educação.
“Vamos nos unir e nos mobilizar para pressionar os governos a financiarem totalmente a educação pública e investir na valorização dos/as profissionais da educação”, afirmou o Secretário Geral da Internacional da Educação (IE).
Greve dos professores do DF
O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) classificou com nova demonstração de truculência e de autoritarismo, a ação do governador Ibaneis Rocha de acionar novamente a Justiça para punir a greve de professores (as) e orientadores (as) educacionais.
O governo solicitou dobrar a multa diária imposta ao Sinpro pela paralisação, hoje, estimada em R$ 300 mil. Caso seja deferido, o valor-multa será de R$ 600 mil. Além disso, pediu bloqueio, o não repasse, de todo o valor das contribuições sindicais mensais para o sindicato, buscando inviabilizar a organização da luta da categoria.
Corte de ponto
Nesta segunda-feira (22), a Secretaria de Educação do DF emitiu memorando orientando o corte de ponto dos servidores e servidoras em greve. Todas essas iniciativas mostram que o governo de Ibaneis Rocha não respeita o direito de greve e se movimenta para não ter que negociar!
“Foi a greve que fez com que o governo, finalmente, negociasse com a categoria e apresentasse uma proposta. Agora, essa proposta está cumprindo os trâmites democráticos do movimento, sendo debatida pelo conjunto dos profissionais do magistério em seus fóruns adequados”, diz a diretora do Sinpro-DF, Letícia Mondandon.

Assembleias regionais
Nesta segunda, houve 14 assembleias regionais. Na próxima quinta-feira (25) acontecerá uma nova assembleia geral. O comando de greve dos professores (as) e orientadores (as) educacionais reafirma que quem decide o fim da greve é a categoria em suas assembleias.
“Portanto, a solução para o impasse está nas mãos do governo, não por meio do Poder Judiciário, mas sim, por meio da negociação! Para isso, é fundamental que na reunião desta quarta o governo traga avanços sobre a proposta apresentada”, diz o Sindicato dos Professores.
Na próxima quinta-feira, 25 de maio, às 9h30, os grevistas realizarão assembleia geral no estacionamento da Funarte.
EXPOSIÇÃO DE PEÇAS DE BRONZE DO COLECIONADOR ARISTOS RODOPOULOS É DESTAQUE DA MERCATO FEIRA DE ARTES, ANTIGUIDADES E DESING, NO GILBERTO SALOMÃO
A cada edição a Mercato Feira de Artes, Antiguidades e Design, do centro comercial Gilberto Salomão, procura apresentar uma atração para o público que frequenta o evento. Desta vez, o destaque ficará por conta da coleção “Bronzes Milenares”, com 45 peças da Grécia e Roma antiga, que poderão ser apreciadas no próximo sábado (27) e domingo (28). As preciosidades fazem parte do acervo do empresário Aristos Rodopoulos, considerado um dos maiores colecionadores de arte arqueológica da América Latina. Entre os objetos, que medem entre 6 e 18 cm, estão uma sacerdotisa da civilização Etrusca do século II A.C, a deusa Minerva, para os gregos Atena, da civilização Romana, do século I D.C e a deusa Vênus, Afrodite para os gregos, do século II D.C.
A Feira de Antiguidades, que tem curadoria de Antonio Aversa e Roberto Corriere, já é tradição na cidade e conta com 45 expositores, que primam pela originalidade e procedência das peças apresentadas. Entre elas, mobiliários, joias, cristais, pinturas e porcelanas Cia das Índias, que vêm carregados de histórias e significados.




Uma das marcas que participa da feira desde o início está à mineira “Meninas de Minas”, das irmãs Marlene e Auxiliadora Furletti, que já conquistaram uma clientela cativa entre os brasilienses. São joias, objetos de decoração e pratarias de famílias antigas de Minas Gerais e, que segundo Marlene, fazem o maior sucesso entre os clientes. Peças raras como um par de palmas portuguesas, espessurada a prata, medindo 50 cm de altura do século XIX e um par de negros mouros em bronze com pintura ormolu- ouro polido- medindo 30 cm estão entre as delicadezas expostas no stand.
O designer também está presente no evento, com peças únicas de nomes conceituados como Sergio Rodrigues, Jorge Zalszupin e Tunico Lages. Stands com coleção de selos, LPs e carrinhos e brinquedos de época completam as atrações da feira, que acontece todo último final de semana do mês, no centro comercial Gilberto Salomão.
MERCATO FEIRA DE ARTES, ANTIGUIDADES E DESIGN
CENTRO COMERCIAL GILBERTO SALOMÃO
SÁBADO (27) E DOMINGO (28)DAS 10h ÀS 19h








