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Rodas do Cerrado promove ações de Cultura Popular e preservação ambiental em Samambaia

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Projeto criado pelo grupo Cerradims ocupará o Complexo Cultural Samambaia de julho a outubro. Na programação, oficinas, rodas abertas e show com nomes como Martinha do Coco e Alberto Salgado

A cultura popular e o meio ambiente fazem parceria para celebrar, encantar e educar a nossa gente. É o projeto Rodas do Cerrado, promovido pelo grupo Cerradims. De julho a outubro, a iniciativa ocupará o Complexo Cultural Samambaia com uma série de atividades gratuitas e abertas para todes, incluindo shows, oficinas e rodas musicais. 

A iniciativa busca promover as tradições culturais e a preservação ambiental, levando ao público diversos saberes e fazeres de artistas e educadores do DF. Apresentações de grandes nomes, como Mestra Martinha do Coco, Alberto Salgado, Coco dos Encantados, Sambadeiras de Roda e os anfitriões Cerradims, compõem a programação, que vai levar ao público o coco de roda, o forró e diversos ritmos populares. 

As oficinas serão ministradas por especialistas das encantarias do Cerrado: Michele Duarte, na Criação de Horta Vertical; Priscilla Castro, nas Plantas Medicinais; Igu Malagueta e Gui Cerradim, na Fabricação e Toques de Pífano; e Ritmo e Poesia no Samba de Coco, com Martinha do Coco e Cerradims. 

Ao fim de cada dia, uma roda será aberta para fechar cada festejo com a participação espontânea e livre do público, onde todos poderão cantar, dançar e festejar o nosso Cerrado, que é fonte de diversidade natural e afetiva.

O evento contará com medidas de inclusão e acessibilidade, como a Tradução de Libras das oficinas e shows; e espaço adequado para receber pessoas com mobilidades reduzidas e Pessoas Com Deficiência.

O Rodas do Cerrado é produzido pela produtora Pequi Pimenta e Marakaya, é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (SECEC-DF) e tem apoio do Complexo Cultural de Samambaia.

Os anfitriões da festa: Cerradims

Brasília tem o privilégio de abrigar um grupo musical único e vibrante: Cerradims. Composto pelos talentosos músicos e produtores Igu Malagueta e Gui Cerradim, a banda é pioneira e fundadora do movimento cultural conhecido como CERRADANCE. Inspirados pelo tropicalismo, manguebeat e pelas raízes das culturas populares tradicionais do Nordeste e Norte do Brasil, presentes desde a fundação da cidade pelos candangos e seus descendentes, o Cerradims traz uma proposta musical inovadora e cativante.

Através de misturas e experimentações, reinventa a musicalidade de um gênero e cria um conceito artístico completamente novo. Seu som autêntico fortalece a identidade cultural e celebra a memória viva da cidade, bem como suas influências históricas. O grupo se apropria do bioma do Cerrado, utilizando-o como fonte de inspiração e originalidade. Eles enaltecem a riqueza dessa encruzilhada cultural brasileira, que se estabelece como um leito e berço de encontros de águas e culturas das mais diversas.

PROGRAMAÇÃO


08 de julho (sábado)

16h: Oficina Fabricação e Toques de Pífano, com Igu Malagueta Pife e Gui Cerradim

19h: Shows de Cerradims, Alberto Salgado e roda aberta

19 de agosto (domingo)

16h:Oficina  Plantas Medicinais do Cerrado: ciência, arte e ancestralidade ministrada por Priscilla Castro;

19h: Shows de Cerradims, Coco dos Encantados e roda aberta

02 de setembro (sábado)

16h: Oficina: Ritmo e Poesia no Samba de Coco, ministrada por Martinha do Coco e Cerradims.

19h: Shows de  Cerradims, Martinha de Coco e Roda Aberta

07 de outubro (domingo)

16h: Oficina: Criação de Horta Vertical ministrada por Michelle Duarte.

19h: Cerradims, Sambadeiras de Roda e Roda Aberta.

SERVIÇO

Rodas do Cerrado

Onde: Complexo Cultural Samambaia

Quando: julho a outubro de 2023 – primeira edição no dia 08 de julho, sábado, 16h

Quanto: gratuito

Classificação: livre

Além do quentão: como harmonizar diferentes vinhos com os quitutes juninos

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As clássicas comidinhas das festas juninas vão bem com diferentes tipos de vinhos e são uma excelente opção para quem busca alternativas ao tradicional mix com especiarias

Quando o inverno e a metade do ano chegam o brasileiro só consegue pensar em uma coisa: festa junina. De Norte a Sul do país, cada um celebra São João, São Pedro e Santo Antônio à sua maneira, mas o que é tradicional está sempre lá, como os vestidos rodados, as bandeirinhas coloridas e, claro, uma mesa cheia de quitutes. 

Já a bebida clássica das festas juninas é o quentão, que ajuda a aquecer as noites frias da temporada e a animar os bailes. Com uma infinidade de receitas diferentes, todas à base de vinho ou cachaça, ele reina – mas não absoluto. Há quem prefira escapar do aroma característico das especiarias, ou até mesmo prefira algo não tão “quentão”, e é aí que os vinhos ocupam seu espaço. 

E para quem gosta de se aventurar pelo mundo dos vinhos, uma sugestão para esta época do ano é harmonizar a bebida com as comidas juninas mais clássicas. É possível encontrar combinações perfeitas para acompanhar o milho cozido, o arroz doce e até mesmo a indispensável paçoca. Quem explica como harmonizar essas delícias é o sommelier Sidney Lucas, da enoteca Decanter Blumenau. 

SALGADOS

Milho Cozido, Pamonha salgada, Pipoca e Pinhão
Comidas com muita intensidade de sabor necessitam de um vinho de igual intensidade. Neste caso, a sugestão é um Chardonnay encorpado e barricado, como o argentino Las Moras Chardonnay Barrel Select, que vai bem com as opções salgadas. Um exemplo é o caso do pinhão, que não tem doçura, mas tem muita gordura, e terá o sabor beneficiado 

DOCES

Doce de Amendoim, Paçoca, Pé de Moleque
Iguarias doces pedem vinhos também doces, mas não apenas isso. A doçura do vinho deve ser compatível com a doçura da comida, e também deve ser considerada a composição de aromas: o tostado do amendoim ficará interessante combinado com um vinho longamente estagiado em tonéis de carvalho, que confere a ele notas amendoadas, como é o caso do Alambre Moscatel de Setúbal, da vinícola portuguesa José Maria da Fonseca.

Maçã do amor e Arroz Doce

Com outros níveis de doçura – em geral mais elevados que os doces à base de amendoim – estes quitutes têm exiigências diferentes para a combinação. A maçã do amor pede algo de caráter frutado, que lembre frutas brancas, enquanto o arroz doce tem destaque nas especiarias. Para qualquer uma das opções, o Luigi Bosca Gewurztraminer Granos Nobles, com intenso aroma de frutas tropicais, é a escolha perfeita. 


A Decanter

Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, a Decanter foi eleita a Importadora do Ano, na edição anual de vinhos da revista Gula. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter. Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sido alguns dos suportes desse crescimento. No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.

Canoa Quebrada promove escuta coletiva para o Reposicionamento Turístico do destino

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O encontro aconteceu no auditório do Hotel Long Beach, em Canoa Quebrada.
Na ocasião o Sebrae, juntamente à Asdecq (Associação dos Empreendedores de Canoa Quebrada), e com o Apoio da Prefeitura de Aracati, promoveram uma escuta coletiva sobre as necessidades do Trade, representado por Meios de Hospedagem, Agências de Receptivos, Operadores Turísticos, Poder Público, Alimentação Fora Do Lar e Comunidade. 

O Cronograma para o Projeto de Reposicionamento inclui uma diversidade de ações até o final do ano, sendo a Escuta Coletiva o Eixo central da primeira etapa, pois é a partir da sistematização das informações apresentadas que é possível identificar os desafios do Trade e direcionar o destino a potencializar os seus diferenciais.  

Canoa Quebrada é parte da Rota das Falésias, um roteiro de quase 200 km ao longo da Região conhecida como Costa do Sol Nascente, no Ceará. É composta pelos municípios de Aracati, Eusébio, Aquiraz, Pindoretama, Cascavel, Beberibe, Fortim e Icapuí.

Famosa pelas belas praias e falésias coloridas, artesanato, passeios e cultura, o Reposicionamento do Destino de Canoa Quebrada é uma necessidade advinda das recentes mudanças no modelo de Turismo, sobretudo pós pandemia, tornando-se vital o desenvolvimento de estratégias voltadas para resultados de curto, médio e longo prazos. 

O Projeto tem Consultoria pelo Sebrae, com condução técnica por Rafael Braga, diretor da Ori Brazil e foco será nos eixos de Gestão Estratégica, Competitividade e Inovação e Acesso e Mercado, onde cada etapa se subdivide em operações técnicas, com destaque para ações de Marketing e Workshops de Mercado. 

Para Alci Porto Gurgel, Diretor do Sebrae, o Direcionamento Estratégico de Canoa Quebrada “é uma iniciativa que diz muito sobre esse o novo momento que a Praia de Canoa Quebrada começa a viver, agora. Esse redirecionamento, norteado por Eixos Estratégicos e a expansão do público-alvo inserido dentro do roteiro Rota das Falésias, deve ser celebrado.

Principalmente pela conexão que o projeto alcançou, unindo todos em torno de um mesmo. Fico particularmente orgulhoso com o trabalho do Sebrae/CE apoiando a construção dessa ação, reforçando que o nosso empenho continuará até que ela se torne uma realidade e um sucesso.” Gabriela Cripa, Presidente da Asdecq relatou: “[..]Esse reposicionamento irá nos guiar para melhorar e qualificar nosso destino novamente em todas as plataformas de vendas.

Canoa Quebrada segue para um novo patamar com a união dos empresários, Sebrae e Prefeitura Municipal.” Andressa Guedes, Secretária de Turismo de Aracati corrobora: “Essa ação é muito importante para todos os envolvidos, sobretudo para a comunidade de Canoa Quebrada. Por isso, esperamos engajamento e persistência de todos nas ações propostas.”

AS DÍVIDAS COM A BAHIA E SUAS MULHERES.

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Quando foi divulgada a totalização dos votos para presidente, na noite de 30 de outubro de 2022, os números apontavam impressionantes 50,90% para Lula e 49,10% para Jair Bolsonaro.

Eram 60.345.999 diante de 58.206.35 votos, com uma diferença inferior a 2%.

Um frio correra na espinha de cada eleitor de Lula e a disputa comprovava que estava plenamente preparado para o novo mandato o coração do atual presidente.
Esses números também mostravam como o Brasil devia à Bahia.

Os eleitores baianos deram a Lula 72,12% dos votos válidos (6.097.815 votos), enquanto Jair Bolsonaro obteve apenas 27,88% (2.357.028 votos).
Ou seja, os baianos podem realmente dizer que garantiram a volta de Lula à Presidência da República.
Mas não é essa a única grande dívida do Brasil com à Bahia.

No último 2 de julho, foram comemorados 200 anos desde que o Brasil está realmente emancipado da condição de colônia portuguesa. E isso se deu em lutas que duraram mais de um ano em território baiano.

“Ainda se comemora oficialmente que a independência do Brasil foi em 7 de setembro de 1822”.
Mas não é difícil entender que naquele dia ocorreu um ato meramente formal.
Segundo a descrição mitológica, o príncipe regente D. Pedro ergueu a sua espada às margens do rio Ipiranda e bradou “independência ou morte”.

Em verdade, novas ordens de Lisboa haviam chegado ao Rio de Janeiro em 28 de agosto. D. Pedro deveria retornar imediatamente a Portugal, os privilégios da abertura do Brasil seriam revogados e os ministros de D. Pedro presos por traição.

As ordens foram recebidas pela princesa Maria Leopoldina, já que o príncipe estava em viagem a São Paulo. A princesa convenceu-se de que era inadiável a ruptura entre Brasil e Portugal e, em 2 de setembro, ela própria assinou o decreto de independência, que despachou, em seguida, para D. Pedro.
O príncipe foi alcançado no dia 7 de setembro, às margens do rio Ipiranga e sua reação foi confirmar o gesto.

É fácil deduzir que o brado, se houve, não ecoou muito longe. A própria correspondência de Maria Leopoldina levou cinco dias para chegar às mãos de D. Pedro no meio da viagem que fazia, com caravana montada, de São Paulo para o Rio de Janeiro.
A decisão não encontrou resistência no Sul e Sudeste.

Não foi o que ocorreu no Norte e no Nordeste, especialmente no Pará, no Maranhão, no Piauí, no Ceará e na Bahia, assim como, no Sul, na província Cisplatina (atual Uruguai), que então pertencia ao Brasil.
Antes mesmo da movimentação que levou à proclamação por D. Pedro, já era grande a insatisfação na Bahia com a situação de colônia portuguesa.

Tanto que Portugal enviou milhares de soldados para enfrentar a situação e os conflitos se intensificaram desde fevereiro de 1822.

As tropas portuguesas tentaram se impor, desconhecendo a proclamação de D. Pedro e os baianos as enfrentaram, até conseguirem o cerco de Salvador e a debandada dos portugueses em 2 de julho de 1823.
Três figuras femininas tiveram grande destaque entre os baianos que lutaram pela independência: Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica.

A história de Maria Quitéria foi curiosa. Ela resolveu se integrar nas forças que lutavam pela independência e, para isso, alistou-se sem que se percebesse tratar-se de uma mulher, lutando em condições de igualdade com os demais combatentes.

Maria Felipa era uma negra liberta que liderou um grupo de indígenas e quilombolas em lutas na ilha de Itaparica e na região do Recôncavo. Em pequenos barcos, asseguraram a provisão de alimentos nas cidades atacadas pelos portuguesas e chegavam a participar dos conflitos. Em Itaparica, Maria Felipa e seu grupo chegaram a lançar tochas, provocando o incêndio de dezenas de embarcações portuguesas.

Joana Angélica era uma religiosa baiana, abadessa do Convento de Nossa Senhora da Conceição da Lapa.
No dia 20 de fevereiro de 1822, soldados portugueses perseguiam brasileiros e, como concluiram que muitos se esconderam no Convento da Lapa, resolveram invadi-lo. Joana Angélica decidiu impedir a invasão com o próprio corpo, pondo-se na porta do Convento. Para entrar, os portugueses a trespassaram a golpes de baioneta.

O episódio causou enorme revolta entre os baianos e transformou Joana Angélica na primeira mártir das lutas pela Independência do Brasil na Bahia.


Fernando Tolentino

Receita de Inverno: Focaccia

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Do Chef Alexandre Schoemberger Marcondes Cozinha Autoral (@marcondesrestaurante)

Focaccia do Marcondes Cozinha Autoral

A massa aerada sem precisar de sova é marca registrada de uma boa focaccia. A receita que resgata a tradição italiana do preparo é celebrada no Marcondes Cozinha Autoral, restaurante de alta gastronomia de Curitiba. O chef Alexandre Schmberger ensina o passo a passo para a Focaccia.

Focaccia

Ingredientes:

– 1 kg de farinha de trigo

– 15g de fermento biológico fresco

– 15g de açúcar

– 20g de sal

– 150g de azeite de oliva extravirgem

– 630g de água gelada

– Sal grosso e ramos de alecrim

Modo de preparo:

– Juntar o fermento, açúcar e 50g de farinha com 100g de água e deixar descansar e fermentar por 40 minutos (Isso chamamos de Esponja).

– Colocar a farinha com o sal para bater em batedeira na velocidade 2 (baixa) e adicionar a esponja, acrescentar o azeite e a água gelada aos poucos.

– Bater até obter uma massa lisa e homogênea. Levar a massa para uma caixa plástica com tampa e dobrar a massa a cada 30 minutos por 4x e após isso levar para fermentar (crescer) na geladeira por mínimo de 24 horas.

– Após essa espera, pré-aquecer o forno em 200° e abrir a massa em uma assadeira com as mãos e cuidando para não amassar nem retirar o ar da massa.

– Com a ponta dos dedos pressionar a massa fazendo buracos e após isso decorar com ramos de alecrim e sal grosso.

– Colocar para assar por 20-25 minutos.

Câmara inaugura exposição em homenagem ao bicentenário da independência do Brasil na Bahia

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Mostra histórica fica em cartaz de 3 a 21 de julho, e celebra a expulsão definitiva das tropas portuguesas do território brasileiro
A partir de hoje (3/7), a Câmara dos Deputados abre à visitação pública a exposição “Dois de Julho: 200 Anos da Independência do Brasil na Bahia”. Composta de fotos, ilustrações e textos educativos, exibidos nas paredes do Corredor Tereza de Benguela, a mostra resgata a participação decisiva da Bahia nas guerras pela emancipação política do país, cujo ápice se deu com a expulsão definitiva das tropas portuguesas, no dia 2 de julho de 1823.

Protagonismo feminino

As guerras de independência na Bahia custaram muito à população do Recôncavo Baiano, atingindo muitas cidades e tirando a vida de milhares de soldados, tanto baianos quanto portugueses. Envolveram-se na resistência homens da elite local, bem como escravizados, indígenas e caboclos.
No entanto, desde os primeiros meses das lutas de independência na Bahia, a participação de mulheres foi decisiva. Sóror Joana Angélica, Maria Quitéria e Maria Felipa foram algumas personagens que se destacaram. A escritora inglesa Maria Graham registrou o momento histórico em seu diário de viagem, enquanto Urânia Vanério, aos 10 anos de idade, descreveu o conflito no panfleto Lamentos de uma baiana.
 
Outra mulher importante no contexto da independência foi a Princesa Leopoldina, que assumiu a regência durante a viagem de D. Pedro a São Paulo e convocou a sessão extraordinária de 2 de setembro de 1822, que decidiu pela separação definitiva de Brasil e Portugal.  

Exposição “Dois de Julho: 200 Anos da Independência do Brasil na Bahia”
Visitação: de 3 a 21 de julho de 2023, segunda a sexta, das 9h às 17h 
Local: Corredor Tereza de Benguela, Ed. Principal da Câmara dos Deputados
Entrada franca