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Rumo ao hexa: saiba onde assistir os jogos da Copa do Mundo em Brasília

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Rumo ao hexa: saiba onde assistir os jogos da Copa do Mundo em Brasília

A programação inclui promoções de happy hour e shows de sertanejo e música eletrônica para torcer pelo Brasil

 

A Copa do Mundo começou oficialmente e a cidade está toda colorida a espera do hexa. Em ritmo de festa, os brasilienses podem aproveitar para juntar amigos e familiares para torcer pelo Brasil e curtir os jogos dos outros times nos espaços da cidade. É hora de se vestir de verde e amarelo e aproveitar as condições especiais preparadas para a festa do futebol.

O Miau Que Mia exibirá todos os jogos da Copa do Mundo para aqueles que querem mesmo é ver a bola rolando, não importa o time. Os clientes que passarem pelo estabelecimento podem aproveitar para conhecer pratos clássicos da casa, como o filé dos deuses (R$ 119) e o Divino frango (R$ 89). Além disso, uma boa opção é desfrutar das promoções de happy hour da casa, que tem preços especiais para cada dia da semana.

No dia 27 de junho (quarta-feira), quando o Brasil entra em campo para enfrentar a Sérvia, a Pink Elephant Brasília terá um espaço exclusivo no Torcida Villa Mix. A festa une duas paixões brasileiras: futebol e música. Além de torcer pela seleção, o público irá curtir shows de Alok e Cleber & Cauan em uma área cheia de conforto, com sofás e serviço do bar da casa.

Realizado no Yurb (em frente a Pink Elephant), o evento tem ingressos disponíveis no aplicativo da TicMix e na Pink Elephant. Na casa eles podem ser adquiridos por R$ 130 (meia-entrada) e R$ 260 (inteira) para mulheres e R$ 210 (meia-entrada) e R$ 420 (inteira) para homens. Os valores são referentes ao terceiro lote e estão sujeitos a alterações.

Serviço

Miau que Mia

Endereço: CLS 304, Bloco D

Horário de funcionamento: Segunda, das 12h às 16h

De terça a domingo, das 12h às 16h e das 17h às 0h

Telefone: (61) 3443-5743

Torcida Villa Mix

Endereço: Sces, Tc. 2, em frente a Pink Elephant

Data: 27 de junho, quarta-feira

Horário: 13h

Ingressos para a área vip da Pink: R$ 130 (meia-entrada) e R$ 260 (inteira), feminino

R$ 210 (meia-entrada) e R$ 420 (inteira), masculino

Valores referentes ao segundo lote e sujeitos a alterações.

Os ingressos estão à venda na Pink Elephant e no aplicativo da TicMix.

Classificação indicativa: 18 anos

Aliança entre Cristovam, Rosso e Izalci ameaça ruir

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 Aliança entre Cristovam, Rosso e Izalci ameaça ruir

 Com instabilidade em torno do nome de Izalci Lucas (PSDB) como pré-candidato ao Buriti, integrantes do grupo já pensam em alternativas

A movimentação política da última semana mostrou que as intenções dos integrantes da terceira via apontam para direções diferentes. Antes de anunciar o nome de Izalci Lucas (PSDB) para concorrer a uma vaga ao Palácio do Buriti, o grupo andava junto, participava de eventos e divulgava longas conversas, sempre com o mote de “trabalhar por Brasília”. Depois das complicações do escolhido na Justiça e dentro do próprio partido, a formação começa a se dissipar.

O senador Cristovam Buarque (PPS) foi o primeiro a abrir portas para novas alianças. Ele reuniu-se com Frejat e mostrou que articula em cenários diversos ao que compõe o grupo até o momento composto por nove partidos. Dias depois, Cristovam voltou a se encontrar com Frejat – o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), também estava presente.

Tantas idas e vindas provocaram incomodo dentro do PPS. “Não podemos mais continuar esticando essa indecisão até não se sabe quando, pois só fortalece os adversários. Afora isso, nós não deixamos as portas fechadas para alianças com outros grupos”, afirmou o presidente do PPS no DF, Chico Andrade.

Na última quinta-feira (14/6), o deputado federal Rogério Rosso (PSD) apareceu em uma foto ao lado dos pré-candidatos ao GDF Alírio Neto (PTB) e Eliana Pedrosa (Pros). A reunião durante o aniversário do secretário-geral do PTB sinalizou uma abertura para o apoio a Alírio. O presidente do PTB local fazia parte da terceira via, mas deixou o grupo após aproximação de Cristovam com Frejat.

O presidente do PRB-DF, Wanderley Tavares, ainda está no grupo como representante dos evangélicos. Ele era uma das opções para concorrer ao governo, mas foi preterido com o anúncio de Izalci como pré-candidato. Embora tenha conversado com outras correntes, Tavares afirma que o momento necessita de abertura de diálogo, principalmente quando o assunto é composição proporcional.

“Temos um acordo fechado com nossos aliados, com quem estaremos juntos, mas também manteremos diálogos com várias frentes em nome de uma grande união pelo bem do DF”, disse. Nos bastidores, no entanto, Wanderley tem se apresentado como pré-candidato, o que reflete a falta de liga e sintonia no discurso do grupo.

A aliança da terceira via ainda é formada pelo PSD, PSDB, PRB, PPS, PSDC, PSC, Patriota e PSL, além do PPS. Izalci Lucas, até agora o cabeça de chapa, ainda considera a coalização forte. “Nosso grupo talvez seja o único que tenha a convicção de que podemos ganhar a eleição unidos. Já era para termos lançado a chapa completa semana passada. Só não lançamos porque temos que fechar a coligação proporcional”, afirmou.

Fonte: Metrópoles

Deputada Celina Leão avalia 5 maiores erros do governo Rollemberg

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Deputada Celina Leão avalia 5 maiores erros do governo Rollemberg

“Ele [Rollemberg] conseguiu piorar o que já estava ruim” avalia a deputada

 

Catarina Barroso e Edson Crisóstomo

 

A deputada em entrevista a 61 Brasília enumera quais foram os maiores erros que o atual governador cometeu na gestão da capital. Também trata de assuntos como participação da mulher na política, combate à violência contra mulher, juventude e greve dos caminhoneiros.

Quanto às eleições a deputada acredita que Rollemberg pode até chegar ao segundo turno, mas que terá um índice pior que o de Agnelo, e completa que as eleições ficarão entre Jofran Frejat e um candidato da direita.

MULHER

 

61 BRASÍLIA (61): Como pretende desenvolver a temática do empoderamento feminino, da luta da mulher, no meio social e também político?

CELINA LEÃO (CL): Acho que a primeira coisa que temos que começar a discutir com as mulheres, é que elas devem começar a ter um olhar sem preconceitos sobre outras mulheres, então temos que quebrar essas barreiras, que vem de um país patriarcal e machista, isso é um processo. Muitas mulheres que estão no parlamento não se veem na representatividade feminina, e disputam com outras mulheres, o que é um absurdo porque devemos incentivar umas às outras.

Nesse momento de fortalecimento de políticas voltadas as mulheres precisamos entender que mulheres não são mais só cotas, mas devem participar ativamente da política. Temos discutido isso com muita profundidade na procuradoria da mulher, principalmente tratando sobre o tema da violência, porque apesar de morarmos na capital do Brasil, os índices de Brasília ainda são muito ruins.

Temos uma vara judicial que é exemplo, conduzida pelo Dr Bem-Hur, mas ainda temos muitos registros de crescimento desse tipo de crime do DF, sendo o 8º lugar de violência no Brasil, não poderíamos ter índice como esse. Na procuradoria da mulher tenho tido a oportunidade de enfrentar esse novo desafio que é discutir essa temática.

Quando abrimos as campanhas, conseguimos que a CLDF abraçasse essa luta contra a violência doméstica, e atraímos muitas mulheres que queriam denunciar na Câmara essas violências, e mesmo cada órgão desempenhando seu próprio papel nesse combate a violência, essa abertura da câmara foi fundamental.

Nosso objetivo na procuradoria é fazer uma política pública dentro e fora da câmara no formato institucional, ou seja, todos os projetos foram feitos através de projetos de resolução, como a semana legislativa da mulher, que aborda durante uma semana palestras, elaboração e votação de projetos relacionados a temática da mulher, dando visibilidade para as mulheres, e trabalhando nessa conscientização.

 

61: O Partido Progressista conseguirá atingir o número de mulheres candidatas?

CL: Acredito que sim, nós temos 2 configurações: local e nacional. Na local temos 25 mulheres que são pré-candidatas no partido, de 61 pré-candidatos que estão trabalhando muito para passar na convenção. Todas essas mulheres têm trabalhado muito, marcando agendas, fazendo reuniões, para possibilidade de uma legenda. Há inclusive uma possibilidade de elegermos uma deputada mulher. No nacional a deputada Iracema Portela, nossa presidente, tem trabalhado muito e acompanhou inclusive a votação do STF em que 30% do fundo partidário terá que ser gasto pelas mulheres, para que tenhamos uma bancada federal maior que a de hoje. Hoje somos 5 distritais mulheres, e a ideia é aumentar cada vez mais.

 

61: Como Procuradora Especial da Mulher, tem alguma ideia de proposta para alavancar a participação feminina?

CL: Primeiro devemos convidar as mulheres para participar da política, quando se começa a convidá-las é incrível a vontade que elas têm de ajudar. Elas percebem o próprio poder e começam a se posicionar. Temos alguns exemplos de projetos piloto que tem dado muito certo, como o Caminhos das Flores, em à delegacia realiza um atendimento especializado para mulher, que os agentes recebem um treinamento diferenciado, e que as mulheres da comunidade são convidadas para participar. Participei de um workshop com elas e vi como são motivadas. E esse trabalho não é só mais repressivo, e sim preventivo em conjunto com as mulheres da comunidade. São feitos grupos de debate e palestras, e o objetivo é multiplicar, e as mulheres têm se organizado no DF.

 

61: Porque acha que a participação feminina na política é tão baixa?

CL: É um problema social, em que o homem acha que a função da mulher é cuidar dos filhos e da casa. A mulher que trabalha fora já tem duas ou três cargas de trabalho. Temos que discutir essa temática, a responsabilidade de cuidar dos filhos é de ambos, quando a mulher sai de casa para buscar seu caminho profissional abre mão de participar de movimentos sociais, por falta de tempo. Então se o trabalho fosse dividido de forma igualitária isso seria possível, e por mais que já esteja acontecendo ainda não é a regra.

 

JOVENS

 

61: Qual importância do esporte nas escolas?

CL: O esporte pode transformar o mundo, o Nelson Mandela já falava isso, e pode mesmo porque tem o poder de agregar os jovens numa corrente do bem. O jovem que começa a praticar esportes, se ele está no tráfico ou nas drogas ele começa a receber disciplina, hierarquia. É necessário o esporte para ter uma postura de vida saudável. O esporte traz uma disciplina, exemplos para serem seguidos, de superação, vitória e famílias que foram transformadas pelo esporte, então acredito é necessário investir na área.

As crianças que ficam nas ruas no turno em que não estão na escola poderiam estar praticando esporte e recebendo uma carga de qualificação positiva. Quando vamos as escolas públicas do DF vemos que muitas não têm quadra coberta ou estão estragadas, por isso disponibilizamos quase que 8 milhões de emendas para investimentos nas escolas que vemos como algo super positivo.

 

61: Além do esporte, tem alguma outra política voltada para juventude?

CL: Quando comecei o mandato fui secretaria da juventude e sempre lutei para que o jovem participe da política, mas agora tem me sido cobrada um pouco mais de responsabilidade nos temas mais diversos, ainda mais estando a dois mandatos na oposição, então sempre tentamos brigar e lutar por outros temas que são muito necessários para sociedade. Ainda queremos a participação da juventude, mas acabamos sendo incumbidos, até por conta dos últimos dois governos incompetentes que tivemos, de tratar denúncias e cuidar do caos que está a cidade, devido ao grande número de casos que chegam ao nosso gabinete.

 

GREVE DOS CAMINHONEIROS

 

61: Acha que a forma que o governo tem lidado com a situação dos caminhoneiros tem sido eficaz?

CL: Acho que o governo não acreditou que os caminhoneiros iriam parar da forma que aconteceu. Nós estamos acompanhando essa mobilização antes de acontecer de fato, buscamos o Congresso, avisamos que o Brasil iria parar. Estivemos em diálogo com os caminhoneiros para atender demandas de compra de equipamentos obrigatórios e eles já possuíam a pauta da demanda de combustível. Essa greve demonstra a força do caminhoneiro e de como o Brasil é dependente do caminhão, nosso Brasil precisa investir em trilhos e no sistema de mobilidade.

 

O poder público espera chegar o caos para tomar algumas atitudes. Esse benefício, válido por 60 dias, não vai atingir a população todas, atinge só quem consome o óleo diesel, e 95% da população consome o álcool e a gasolina. O brasileiro tinha uma expectativa de ter uma redução do gasto com o combustível. Deve-se ter uma intervenção corajosa do governo, que ninguém tem no Brasil, de tomar atitudes. A decisão do governo foi tímida e em cima da hora por não ter atingido a população e precisamos ter um acompanhamento melhor da situação, porque ninguém consegue mais de abastecer.

 

61: Acha que essa greve poderia ter sido evitada ou contornada?

CL: Não sei se daria para evitar, mas se houvesse uma ação mais rápida no começo da mobilização poderia ter evitado um constrangimento e a perda financeira de diversos produtores, então poderia ter sido evitada no formato em que foi.

 

61: A redução do ICMS seria efetiva para a população no geral?

CL: Essa proposta é local, o imposto hoje é de 28% sobre o combustível, então propus que o DF abrisse mão de 14% do ICMS, mas essa medida por si só não garantiria que o combustível chegasse mais barato aos brasilienses, porque Brasília ainda tem dificuldades de padronização de preços por exemplo. Mas acho que poderia abaixar o ICMS para 14% e também congelar o lucro das empresas, o que iria garantir uma queda real no bolso do contribuinte brasiliense.

 

POLÍTICA

 

61: Como o Progressista pensa em motivar as pessoas para contribuírem para as campanhas políticas, uma vez que não vai ter mais doação de empresas?

CL: Isso varia de candidato em candidato, como você vai chamar essas pessoas para contribuir, eu vou aderir, por exemplo, a vaquinha virtual, é um meio legal que se pode fazer, inclusive controlado pelo Tribunal Regional Eleitoral. Como proibiram a arrecadação,  essa é uma forma de financiamento, e se cada um puder ajudar com um, dois, cinco reais vai se conseguir colocar no poder pessoas que nunca conseguiriam, através desse instrumento, basta que a população acredite neles.

 

61: Caso tenha segundo turno de eleições acha que estará polarizado na direita, centro ou esquerda?

CL: Acho que será Jofran Frejat e a direita.

 

61: Quando você diz Jofran e alguém da direita então acredita que o Rollemberg não estará na disputa?

CL: Rollemberg vai ter uma decepção tão grande que sairá pior que o Agnelo no passado. Acho que ele pode até chegar ao terceiro lugar, mas será em classificação ainda pior que a do Agnelo.

 

61: Quais foram os cinco piores erros do Rollemberg nesses três anos e meio de gestão?

CL: Primeiro ele não tem coragem de tomar decisão, um governador que senta naquela cadeira tem que tomar decisões. Ele fica adiando e quando vê o tempo passou, ainda mais na política que é tudo muito burocrático, então se o tempo passa quando vai se pensar no planejamento já acabou o mandato.

Segundo, ele foi muito centralizador, passou quase um ano centralizando tudo, no modelo inverso da desburocratização que é descentralizar para o estado andar.

Terceiro, escolheu muito mal a equipe, com muita gente inexperiente que nunca tinha feito absolutamente nada na vida. Também deixou muita gente do governo do PT, se a população já tinha dado o cartão vermelho para o PT voltar para casa, se ele continua o governo e absorve essas pessoas ele absorve também os problemas que já existiam, como o transporte e saúde, ele conseguiu piorar o que já estava ruim.

O quarto é que o Rodrigo não tem palavra, ele mente, e não aceita ninguém crescer mais que ele, não é um mandato coletivo, qualquer pessoa que desenvolva mais o trabalho ele tem ciúmes. Ele brigou com seu vice-governador, alguns secretários de estado, com a classe política, com a população. O Agnelo ainda tinha algumas pessoas que gostavam, mas o Rodrigo conseguiu ser unanimidade em tudo, por isso tenho certeza que ele vai se sair pior que o Agnelo nas eleições. Ele não tem o voto das pessoas que precisam de um governo, não tem o voto da população classe A, não tem o voto do servidor público.

O último registro é que ele brigou com o servidor público com uma agressividade desnecessária, não sei por quem foi instruído. Chegou a gastar dinheiro público para falar que o servidor público era só 7% da população e gastava um grande orçamento, chamando a comunidade contra o servidor, o que é um absurdo. Ele enviou tantos projetos negativos para Câmara contra o servidor público, e nenhum deles que tinham impacto financeiro, era algo perverso. Quando eu estava na presidência eu simplesmente mandava devolver para ele, nem discutia no Plenário, ele mandou para Câmara um decreto antigreve, que não se poderia fazer mais greve, mandou projeto para classificar o servidor de 1 a 7, e quem não fosse bem classificado seria mandado embora pelo bem do serviço público, mas se essa fosse a regra ele teria sido mandado embora no ano passado, e quem faria essa avaliação seria o chefe imediato, que geralmente é um cargo comissionado, ou seja, seria um assédio generalizado. O servidor público nunca foi tão assediado como nesse governo.

 

61: Como está construindo esse novo olhar mais voltado para a população no geral?

CL: Quando perguntam para as pessoas “o que acha da deputada Celina Leão?”, elas costumam listar coragem como minha primeira característica, então acho que essa experiência de ir em um lugar, ver um problema e falar “eu vou resolver”, sabendo das limitações como parlamentar, mas buscar a solução até o final, traz um amadurecimento e um reconhecimento da população.

Nosso gabinete as vezes é o último lugar onde a pessoa vai buscar a última esperança, porque não conseguiu em lugar nenhum, então me sinto muito responsável por tudo isso, pelas pessoas que buscam nosso gabinete querendo tem uma solução em determinadas coisas, nosso gabinete está sempre cheio de gente, de demandas de servidores, classes e população, de pessoas que não tem quem os represente.

Por exemplo, quando começou a falta de água, o governador, para não assumir a incompetência do que ele tinha feito, começou a derrubar casa de agricultores em Brazlândia. Os agricultores estavam desesperados e me chamaram, quando cheguei o absurdo era tão grande que ele estava derrubando casa de quem tinha o registro do Incra. Ele queria dar uma satisfação para a população que a água estava acabando, mas aqueles agricultores estavam lá há 40 anos, em uma área de preservação. Na época fizemos uma intervenção muito pesada, filmamos, mostramos documentos, fomos para as ruas, entramos com advogado e aquilo cessou. Então a população sabe que seu direito foi defendido por um gabinete, uma parlamentar, e esse é um exemplo pequeno.

Um governo quando é muito arbitrário, muito pesado, para tirar sua responsabilidade da questão sacrifica qualquer um, e isso vimos muito na Câmara, foi muito doloroso ver como o Rodrigo tratou a população do DF.

As pessoas me perguntam “quem vai concorrer com o Jofran?” eu respondo o Rollemberg, e as pessoas se chocam “mas ele vai ter coragem de ser candidato?”, essa é a grande pergunta da população, eles não estão acreditando, parece até piada de mau gosto. Pelo menos três vezes por semana escuto isso, as pessoas não acreditam que ele será candidato.

Brasília recebe festival internacional de dança contemporânea

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Brasília recebe festival internacional de dança contemporânea

2ª edição do DF Improvisa Dança promove intercâmbio entre artistas latino-americanos e o público com programação que vai de julho a agosto

Brasília vem se consolidando como um importante polo de vivência da dança. Prova disso é que a capital federal já sediou inúmeros festivais nacionais e internacionais com foco nessa expressão artística. Agora, abre espaço para o DF Improvisa Dança, projeto que chega a sua segunda edição e dá atenção especial à modalidade Contato Improvisação em formato de festival internacional com ações voltadas para o intercâmbio, capacitação, pesquisa e criação de espetáculo no contexto da dança contemporânea na América Latina.

Para isso, o evento propõe a realização de residência artística e atividades artístico-pedagógicas, entre os meses de julho e agosto. A primeira tem como objetivo final a criação e apresentação de espetáculo de Contato Improvisação, a partir de uma pesquisa e investigação colaborativa com professores e bailarinos convidados. São eles Catalina Chouhy (Uruguai), Nico Cottet (Chile); Ricardo Neves (Brasil), Renzo Zavaleta (Peru), Sofia Barriga Monteverde (Equador), Paula Zacharias (Argentina) e o o Coletivo Tectônica (DF), composto por Camilo Vacallebre, Carol Barreiro, Patricia Braz, André Kainan, Rosa Schramm, Viviana Rocha. O resultado final desse encontro será duas apresentações de um espetáculo criado a partir dessa experiência, em 28 e 29 de julho, no Teatro Plínio Marcos, Funarte, 20hs – seguidas de conversas com os artistas.

Já a segunda vai promover atividades formativas abertas à comunidade e gratuitas, por meio de oficinas com professores vindos de diferentes regiões da América do Sul. “O projeto possibilita a troca e o compartilhamento dos processos criativos que a dança contemporânea latino-americana, com ênfase no Contato Improvisação, desenvolve nas áreas de pesquisa e criação em performance”, afirmam Carol Barreiro e Viviana Rocha, produtoras e dançarinas do Coletivo Tectônica realizador do festival afirma do DF Improvisa Dança, que tem patrocínio do FAC-DF.

Etapas

Por se tratar de uma proposta bastante abrangente, Janaína Mello, gestora e executora pela Ninja Loka Produção explica que a ideia foi dividir a programação em etapas. A primeira delas consiste em palestras com demonstração técnica em Ceilândia, São Sebastião, Paranoá e Taguatinga. “Nelas, o público aprende sobre Contato Improvisação, seus princípios técnicos e sua influência na dança contemporânea”.

Em seguida, de 18 de julho a 5 de agosto, acontecem as oficinas para interessados em dança contemporânea e Contato Improvisação. As inscrições já foram encerradas com um total de 104 inscritos.

“O projeto DF Improvisa Dança surgiu dentro do contexto em que a improvisação na dança necessita de veículos de reconhecimento e difusão como área de conhecimento”, comenta Daniela Braga, idealizadora da primeira edição 2012 que trouxe a Capital Federal nomes como: Andrew Harwood (canadá), Nita Little (EUA), Ray Chung (EUA), Guto Mecedo e Soraya Jorge (Brasil).

Acessibilidade

A segunda edição do projeto DF Improvisa Dança contempla a acessibilidade com medidas específicas aos PNE e também devido a sua abordagem particular da linguagem da dança – que através da técnica do Contato Improvisação – permite a criação artística e o desenvolvimento do movimento independente de quaisquer limitações físicas do indivíduo.

De acordo com Viviana Rocha, produtora executiva desde a primeira edição do festival, o foco dessa prática de dança está relacionado à capacidade perceptiva, à atenção ao momento, ao espaço e ao próximo. “A ênfase é dada a expressão singular de cada um, não sendo uma técnica que exige padrões e formas pré-concebidas, celebrando a diversidade e exaltando a potência da ação de cada corpo em movimento”.

Além disso, serão priorizados espaços que tenham planejamento estrutural para acessibilidade de cadeirantes (rampas de acesso, banheiros adaptados, cadeiras e espaços reservados). Também será disponibilizada equipe de apoio para guiá-los espacialmente durante as sessões de improvisação (jam).

Ficha técnica:

Realização: Ninja Loka Produção e Coletivo Tectônica

Artistas e professores convidados: Catalina Chouhy (Uruguai); Nico Cottet (Chile); Ricardo Neves (Brasil); Renzo Zavaleta (Peru); Rosa Schramm (Brasil), Sofia Barriga Monteverde (Equador); e Paula Zacharias (Argentina)

Produção executiva: Carol Barreiro, Janaína Mello, Viviana Rocha

Gestão Executiva: Janaína Mello

Assistente de produção: Viviana Rocha

Dançarinos: André Kainan, Carol Barreiro, Catalina Chouhy, Camillo Vacalebre, Patícia Braz, Renzo Zavaleta, Rosa Schramm, Sofia Barriga Monteverde, Viviana Rocha, Ricardo Neves e Nicolas Cottet.

Orinetação artística: Ricardo Neves e Nicolas Cottet.

Identidade visual: Blue Tape Media

Serviço:

Residência Artística

Data: 21 de julho a 27 de julho

Local: Centro de Dança do DF

Para pesquisadores convidados

Apresentações

Data: 28 e 29 de julho

Local: Teatro Plínio Marcos – Funarte

Hora: 20hs no dia 28 e 18hs no dia 29 de julho

Ingresso: 10,00 inteira e 5,00 meia – 1 h antes no local

Classificação: 14 anos

Duração: aproximadamente 60 min

Ação Formativa

Oficinas:

Data: 18 a 20 de julho e 31 dejulho a 5 de agosto

Local: Centro de Dança do DF

Entrada franca para participantes inscritos

Jams

19 e 20/07 – Anexo II Museu da República

Hora: 19hs

Endereço:

Entrada franca, por ordem de chegada

30/07 a 05/08 – Centro de dança

Hora: 19hs

Endereço:

Entrada Franca, por ordem de chegada

Abertura da segunda Semana Legislativa pela Mulher, começa nesta terça-feira (12).

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Abertura da segunda Semana Legislativa pela Mulher, começa nesta terça-feira (12).

A Procuradoria Especial da Mulher (PROEM), apresentará a segunda edição da Semana Legislativa pela Mulher e se você mulher, é pré-candidata às eleições de 2018, do dia 12 a 16 de junho, haverá uma semana de capacitação especialmente para você.

A deputada Celina Leão (Progressista), participa da abertura da segunda Semana Legislativa pela Mulher na Câmara Legislativa do DF, nesta terça-feira. O evento que é denominado Semana Legislativa pela Mulher, conforme a lei n°6.106, de fevereiro de 2018, é comemorado do dia 5 a 9 de junho e nesta edição, será comemorado do dia 12 ao dia 16.

O projeto é de autoria da deputada distrital Celina Leão, juntamente com a deputada Telma Rufino. E é por esse motivo, que nesta terça-feira (12), as distritais darão início aos eventos em comemoração à essa data tão importante que faz parte do Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal.

O evento tem o objetivo de conscientizar a sociedade cada vez mais sobre a importância e o papel da mulher, além de promover a equidade entre homens e mulheres em todos os aspectos, mediante debates, palestras, seminários, painéis, workshops, oficinas e todos os demais procedimentos úteis para a consecução de seus objetivos.

Para a deputada Celina Leão, “é preciso dar a devida representatividade à mulher na política, homens e mulheres têm direitos igualitários. Essa diferença desproporcional é que tem que ser eliminada, afinal nós mulheres somos tão competentes e capacitadas quanto os homens. Já está na hora de ocupar um lugar que é nosso por direito”.
Venha participar, tire suas dúvidas, aprofunde seu conhecimento sobre a legislação eleitoral e conheça boas estratégias para a campanha.

Dia dos namorados no Shopping ID: ambientes aconchegantes para casais

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Dia dos namorados no Shopping ID: ambientes aconchegantes para casais

A designer de interiores Maura Leme e as arquitetas da Tune Arquitetura deram dicas sobre como montar ambientes aconchegantes para casais

A designer de interiores Maura Leme, da 4M’s Projetos, e as arquitetas da Tune Arquitetura passearam pelo Shopping ID e garimparam tendências de decoração para casais. Como o ID reúne lojas especializadas em móveis e artigos do lar com as melhores marcas, ficou fácil para as profissionais deixarem fluir as ideias e mostrar para os amantes como montar um cantinho que estimule a intimidade.

Segundo Maura, formas arredondadas dão mais harmonia ao ambiente, ajudando o casal a se interar mais. Espelhos redondos ficam ótimos nos banheiros e nos quartos. Além disso, manter fontes de água ligadas perto da cama também ajuda no relaxamento, bem como optar por ambientes de meia luz. Lâmpadas amarelas, de preferência com interruptores que tenham graduação de intensidade, são perfeitas.

Para a sensação de aconchego ser ainda maior, o ideal é optar por camas e sofás mais fofinhos. “Nada de colchões e sofás duros. Isso repele o casal”, explica Maura. O ideal é investir nas almofadas e nos travesseiros, sempre misturando cores neutras e vivas. O vermelho e o violeta ativam a libido.

Fotos do casal também devem estar presentes, espalhadas pela casa ou somente no quarto (se o casal for mais reservado). Viagens, jantares, pedidos de casamento, festas, entre outros eventos devem compor os porta-retratos dos enamorados. Por fim, o que mantém mesmo um relacionamento vivo é o carinho de um pelo outro. “Uma ótima maneira de conquistar seu amor todos os dias é arrumando a mesa com taças, velas e louças mais elaboradas, principalmente na hora do jantar.”

Já para as arquitetas da Tune, é importante lembrar que cada casal tem sua personalidade e é preciso definir essa identidade para criar o layout do quarto. A cama é o elemento principal do quarto e ela orienta todos os demais móveis e influência no layout.  Um recurso que está sendo muito utilizado é colocar uma fita de led sobre cabeceira para dar destaque e emoldurá-la.

Em quartos pequenos o armário também é determinante para o layout, devido à posição das paredes. Outro artifício para esses casos é a utilização de bancadas mistas que podem servir como uma mesa de maquiagens e uma mesa de trabalho, por exemplo.

Para quem está montando um apartamento pequeno ou até mesmo uma kitnet, a privacidade e a organização são muito importantes. Painéis de MDF, ripados de madeira e armários e bancadas que podem ser recolhidos ajudam bastante nessas questões.

 

Seguem alguns projetos Tune para ilustrar essas dicas:

QUARTO MAAN 

Ao elaborar o projeto da suíte do casal, a maior preocupação era criar um ambiente que acabasse com o incomodo durante a noite, devido ao horário de trabalho do noturno do marido. Outra reclamação era o excesso de umidade no closet, que fazia a integração do banheiro com o quarto. Como solução o antigo closet foi transformado em um Home Office separando a iluminação e isolando o barulho, proporcionando um ambiente mais tranquilo para as noites. A localização do escritório também permitiu a integração do banheiro sem que fosse necessário passar pelo quarto. Com a utilização do espaço do closet, o quarto ficou mais amplo e recebeu um guarda-roupas.  Por preferencia do casal foram aplicadas cores mais neutras ressaltadas pelo aconchego da madeira.

Local: Asa Norte

Cliente: MAAN

Ano: 2017

Arquiteta: Marcella Teixeira

 

KITNET NASA 

Nesse projeto, o principal ponto para o casal era ter um ambiente que integrasse a circulação da cozinha para a varanda sem que os convidados passassem pela área íntima. A solução adotada para criar um ambiente social separado do quarto foi a introdução de um painel ripado móvel, utilizado também no hall de entrada para uma unidade ao projeto. A inclusão do espelho na parede foi muito importante pois permitiu a ampliação do espaço.  A iluminação foi outro ponto muito trabalhado, criando perfis de LED na parede que ajudaram a delimitar as áreas.  O painel em que a televisão se apoia, foi utilizado para camuflar a porta do banheiro e também para recolher a mesa de jantar, quando necessário.  A cozinha em “U” com a Ilha, permite que os anfitriões cozinhem e participem de um bom momento de lazer com os amigos.  O casal não queria se sentir exposto quando houvesse visitas, para isso, a solução foi uma cama embutida que permearia entre essas duas atmosferas. A varanda, mesmo com sua área pequena, possui uma mesa redonda para jogos e pequenas reuniões, tendo o apoio do serviço na bancada.

Arquiteta Parceira: Isabelle Cavalcanti

Ano: 2018

Local: Noroeste

 

SERVIÇO:

Dicas para namorados Shopping ID

Shopping ID

Horário de funcionamento: segunda a sábado de 10h às 22h e domingo de 13h às 20h

Endereço: Setor Comercial Norte – Quadra 06, Conjunto A – Edifício Venâncio 3.000

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