Oncologista brasiliense fala sobre a importância da atividade física de pacientes em tratamento e no resgate da autoestima

Ademais, a prática de atividade física alinhada à alimentação saudável, realizada dentro dos limites de cada pessoa, resgata não somente a confiança do paciente no tratamento, mas também a autoestima. No Distrito Federal, a Médica Oncologista Ludmila Thommen, ressalta que além dos benefícios no tratamento da doença, a atividade física libera serotonina, que aumenta a sensação de bem-estar.
“Hoje em dia, o paciente em tratamento, tem livre acesso aos vários estudos existentes que refletem sobre a atividade tanto na prevenção como no aumento na tolerância à quimioterapia e a redução do risco de recidiva em vários tipos de câncer”, conta Ludmila. De acordo com a oncologista, não há restrições à atividade física, recomenda-se apenas que seja intensificada de forma gradual de acordo como o limite cada paciente, levando em consideração a rotina de exercício estabelecia antes do diagnóstico. E, diga-se de passagem, os cuidados são redobrados se o paciente era sedentário.
“Sempre digo para meus pacientes que a prática de atividades físicas, durante o tratamento, pode ajudar a minimizar dores, contribuindo para o fortalecimento muscular e energético”, afirma. A médica diz que entre as atividades mais recomendadas em seu consultório para quem está tratando o câncer, está o pilates, hidroginástica, academia. De acordo com a especialista, o exercício tem o poder de melhorar a ansiedade, a depressão e elevar a autoestima. Colabora para a redução do estresse, reeducação postural, aumento da força muscular, alongamento e flexibilidade muscular. Além disso, a atividade melhora ainda o equilíbrio e a resistência cardiopulmonar. Mas vale lembrar que existem algumas limitações nos pacientes oncológicos que precisam ser respeitadas e avaliadas pelo profissional da área de saúde.
A profissional de educação física da Unidade de Reabilitação do Hospital Universitário (HuB), Lidiane Gomes, conta que progresso em pacientes vítimas de câncer de mama é notório. Ela diz que o trabalho em grupo é realizado logo a após a liberação da fisioterapia e que os exercícios ajudam a melhorar e manter a flexibilidade do membro afetado. E que os alongamentos gerais e fortalecimento muscular consequentemente aumentam o nível de condicionamento físico de cada paciente. “A ideia é proporcionar uma qualidade de vida maior para as pacientes. Durante as aulas em grupo, podemos acompanhar a evolução da melhora em relação as dores e ao cansaço de cada uma. A atividade também ajuda na socialização entres as pacientes que se sentem abertas para trocar informações sobre a doença”, diz.
Além disso, Lidiane afirma que a atividade física durante o tratamento de câncer já é cientificamente comprovada, e que ajuda a minimizar o desconforto da fadiga sistêmica causada pela doença. Ao contrário do que muitas pessoas pensam durante o tratamento, a intenção não é que a pessoa fique de repouso, e sim que fique ativa para que elas percebam mais os resultados.
Vale salientar que de acordo com estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres brasileiras depois do câncer de pele não melanoma. A estimativa é de que neste ano, serão cerca de 60 mil novos casos da doença. Estima-se que 20% a 50% dos pacientes com câncer de mama em estágio inicial cheguem à fase metastática.





Jovem bloco pré-carnavalesco, que desfila no domingo que antecede a folia, caminha para sua sétima edição em 2019. As raízes do Cafuçu do Cerrado estão firmes nas culturas carnavalescas da Paraíba e de Pernambuco (terras natais dos produtores do bloco), que têm como atrações principais as troças: orquestras de frevo, marchinhas de carnaval e tantas outras levadas típicas, e, claro, o que há de mais gostoso no universo da sofrência: o brega. O charme do bloco está na irreverência dos seus foliões, os Cafuçus e Cafucetas (ou Rariú, variação pernambucana). Cafuçu é um neologismo brasileiro, usado para designar uma pessoa brega, um ‘sem classe’. Normalmente, Cafuçu também é utilizada para definir mal gosto ou muitas vezes esteticamente incoerente. Portanto, os Cafuçus e Cafucetas vestem-se de brega, esbanjam cordões de ouro, camisa florida e calça de oncinha, peças do guarda-roupas que, para eles, são o que há de mais chique e moderno.
Marchinhas, sambas, maxixes, frevos, maracatus, e tudo mais e além. Aqui não tem tristeza, se é música boa, se tem requebrado e malemolência a gente toca.
Vamos blocar com o melhor da música cubana! Fantasias, brincadeiras e muita dança pra carnavalizar nossas raízes latinas e nossa irmandade com Cuba! O bloco Bora pra Cuba nasce da fluidez e convergência da comunidade latina do DF, em união com artistas, boêmios e carnavalescas.
A ideia de realização do “CARNAVIOLA” surgiu com o intuito de valorizar e divulgar ainda mais a arte da viola e da música caipira no Distrito Federal. Evento este, que proporcionará às pessoas, um encontro com sua própria história, relembrando os famosos arrasta pés na roça, uma vez que este gênero musical nada mais é do que o registro histórico do povo brasileiro. Os amantes da música e viola caipira que não são adeptos aos grandes eventos carnavalescos, terão onde começar o seu feriado prolongado em um evento cultural.
O Bloco do Prazer segue a tradição de convidar as bandas que estão fervendo e reverberando no cenário musical brasiliense, esse ano temos o prazer de trazer a banda Sopapo com toda sua musicalidade dançante afrobrasileira, que é inspirados na riqueza sonora advinda da África, a banda é formada por Nãnan Matos, Esdras Nogueira, Luiz Ungarelli, Vavá Afiouni, Marcus Moraes e Thiago Cunha.
Rejunta, rejunta, rejunta meu Bulcão!
Matinê do Carnaval Infantil da Cia. de Bonecos do Gama. Uma festa embalada ao som de marchinhas carnavalescas, animada pelos brincantes do popular grupo de teatro de bonecos gamense.
Tradicional bloco carnavalesco da cidade Estrutural.
Idealizado pelo Teatro Mapati, o Carnapati – Bloco de Carnaval de Rua para Crianças surgiu em 2009 vindo da expertise do grupo em realizar bailinhos de carnaval desde 1996, na sede do grupo.
Vai passar o Carnaval em Brasília? Não tem muito pique pra ficar correndo atrás de trio elétrico? Então seu lugar é o CONCENTRA MAS NÃO SAI!!! Não perca o bloco de quadra mais irreverente da cidade!
Já ouviu a música Do Quadrado? Já reparou que o Distrito Federal (o Quadrado!) tem hoje uma vasta produção de música autoral? Já se deu conta de que essa produção, além de ter uma alta qualidade, tem uma assinatura específica, uma identidade, um sotaque? Do Quadrado é um coletivo autônomo de artistas do Planalto Central que quer falar disso, mostrar isso ao povo daqui.
Criado pelo pernambucano Luiz Lima, o Bloco Baratona traz para o público de Brasília alegria, descontração e entretenimento nos festejos carnavalescos desde 1978.
A Baratinha é um evento carnavalesco voltado totalmente ao público infantil. Todos os anos, de forma descontraída, com brincadeiras e muita música, o bloco Baratinha aproveita a folia para levantar a bandeira da campanha “Criança Longe das Drogas”.
O Pacotão é essencialmente um bloco de sujos. E blocos de sujos são manifestações populares típicas do carnaval de rua no Brasil. Em Brasília, cidade onde a população é formada por pessoas que vieram de todos os estados do país, essa manifestação não poderia ficar ausente. No Pacotão, como em todo bloco de sujos o improviso e a desorganização são a tônica. No domingo e na terça-feira de carnaval um grupo de foliões com fantasias improvisadas se reúnem e ao som de instrumentos característicos das fanfarras, metais e percussão e desfilam pelas amplas ruas da cidade, cantando e sambando marchinhas carnavalescas. Alguns blocos de sujo como o Pacotão satirizam a política nacional com suas marchinhas, faixas e cartazes e fantasias, sempre em tom de ironia e deboche, com a marca do humor brasileiro.
Não cabe no peito a alegria de ter vocês curtindo e se divertindo no Agoniza.
Criado em 1992, o Bloco Raparigueiros começou com uma ideia de amigos que queriam se reunir para curtir o carnaval ao som do axé. Com o passar dos anos, o bloco foi ganhando mais adeptos e conquistando a simpatia dos jovens do DF, com uma folia marcada por brincadeiras, irreverência e muito axé. Hoje o bloco já reúne mais de 100 mil pessoas.
Bloco carnavalesco infantil
Com muita alegria e irreverência o grupo musical segue firme no propósito de valorizar a juventude, a arte e a cidade de Planaltina-DF.
SCLN 216 Bl. D – Gramado
O bloco Menino de Ceilândia foi fundado em 1995 com o intuito de suprir a falta de entretenimento e atividades culturais da cidade. A intenção era criar um bloco de carnaval gratuito e acessível à comunidade. Para o primeiro desfile na rua, foi confeccionado um boneco gigante que foi batizado de Menino de Ceilândia e foram chamados músicos para animar o percurso do bloco. A ideia do nome (Menino de Ceilândia) foi uma homenagem ao fato de que na época muitos adolescentes estavam se tornando pais e essas crianças que estavam nascendo não tinham acesso à cultura, lazer e entretenimento.
Através das vielas e praças do Setor Bancário Sul, os caras do Projeto Criolina comandam um carrinho de som alegórico e autônomo, equipado com som, iluminação e gerador, movido a tração humana, comandado por DJs e instrumentistas. O carrinho, ou Aparelhinho, é uma ressignificação dos trios elétricos baianos, das aparelhagens paraenses, das troças pernambucanas e dos carros alegóricos do carnaval tradicional. Um bloco original, único em Brasília, ao som de clássicos carnavalescos mesclados à música eletrônica e ritmos latinos, caribenhos, africanos e brasileiros de tom festivo.
Inspirados pela diversidade cultural dos blocos de rua do Rio de Janeiro, amigos resolveram criar em Brasília um bloco que tivesse a sonoridade do frevo pernambucano, o axé baiano, as marchinhas e os sambas-enredos do carnaval carioca. Nasceu então o Encosta que Cresce, um chamado à irreverência, diferença e democracia. Os organizadores convidam foliões a caírem na alegria de brincar o carnaval de forma livre e espontânea.
Bloco Carnavalesco de Frevo criado em Brasília, no ano de 1992, por um grupo de pernambucanos frequentadores dos carnavais de Olinda e Recife, liderados por Romildo Carvalho. Em 2015 o Galinho arrastou mais de 100 mil foliões pelas ruas da cidade.
O Grupo Cultural Asé Dudu, faz parte da vida cultural e social de nossa cidade. Fundado em 06 de Setembro de 1987 o Grupo nasceu do desejo de se ter em Brasília um “Bloco” que atendesse os anseios da comunidade afro-descendente da Capital Federal.











